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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O Iniciativa Liberal inicia palestras sobre Descentralização

A Iniciativa Liberal inicia hoje uma série de jantares-debate pelo país para ouvir membros e simpatizantes, bem como autarcas e personalidades locais sobre diversos temas.

Hoje no Porto sobre Descentralização.
Brevemente em Lisboa!

“Para Cotrim Figueiredo, é fundamental que os dois conceitos - descentralização e regionalização - não se confundam. “Somos contra qualquer modelo replicador de estruturas do Governo, sem qualquer reforma prévia. Defendemos a descentralização, mas não contem com a IL para qualquer ação a adicionar estruturas de poder e engordar o Estado”, afirma o deputado, acrescentando que Portugal precisa de uma descentralização que seja “fiscalmente neutra, ou seja, que cada recurso atribuído ao poder local seja subtraído ao Estado central”.

#PortugalMaisLiberal

 

 

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A tempestade perfeita montada pelo PS

Só os óculos cor-de-rosa é que não deixam ver.

“Somos o país que menos cresce entre os amigos da coesão. Fomos o país que cresceu menos em 2018, em 2019 e preparamo-nos para ser o país que menos cresce em 2020 e 2021. A queda sustentada do desemprego cessou e ler o boletim do INE de dezembro é como ver uma tempestade a aproximar-se”, afirmou João Cotrim Figueiredo, no primeiro debate quinzenal deste ano.

A par disso, João Cotrim Figueiredo nota que o “índice de produção industrial está a cair, índice de criação de empresas e olhamos para os serviços públicos e é melhor nem falar”, sobretudo no que toca ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), cuja qualidade tem vindo a “degradar-se”.

Portugal é o único país da sua liga económica a crescer menos de 2%

Portugal será o único país da nossa liga económica a crescer menos de 2% nos próximos dois anos (previsão OCDE).

A táctica socialista dá sempre o mesmo resultado: continuamos a cair para o fim da tabela e não tardará muito a sermos o país mais pobre da zona euro, o último na classificação da liga dos últimos.

Portugal precisa urgentemente de novas estratégias, apostando em tácticas liberais como menos impostos e simplificação fiscal, a redução de despesas supérfluas, a liberdade de escolha e o combate à corrupção. Só assim poderemos começar a subir na classificação e aspirar a chegar, um dia, à Liga dos Melhores.

A Iniciativa Liberal mostra o cartão vermelho ao orçamento do estado apresentado pelo governo do PS, um orçamento sem ambição que insiste no estilo de jogo inconsequente que nos trouxe para o fim da tabela.

A Iniciativa Liberal está a preparar várias propostas de alteração ao orçamento para que se possa começar a inverter este rumo e sair da zona de despromoção. Portugal e os portugueses têm capacidade para muito mais.

#PortugalMaisLiberal

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Iniciativa Liberal : crescer economicamente é a solução para o ambiente

Crescer economicamente também é a solução mais ajustada para a humanidade enfrentar os problemas climáticos.

E que áreas do conhecimento não podemos esquecer? Não podemos esquecer a economia. O que a economia nos diz é que a estratégia de travar o crescimento económico para salvar o ambiente tem uma falha óbvia: as pessoas só se preocupam com causas comunitárias de longo prazo quando as suas necessidades individuais de curto prazo estão resolvidas. No mais recente Eurobarómetro, fica bastante claro que é nos países mais ricos que existe uma maior consciencialização para o problema ambiental. Nos países mais ricos da UE, mais de 20% da população coloca o ambiente no topo das suas preocupações. Entre os mais pobres, os valores são inferiores a 10%. Se olhássemos para os países de terceiro mundo, o resultado seria ainda mais baixo. Fica claro que a única forma de trazer o ambiente para o topo das preocupações das pessoas é eliminar outras preocupações de curto prazo, ou seja, crescer economicamente. A estratégia do decrescimento defendido por alguns mais radicais é uma estratégia contraprodutiva para o ambiente por lhe retirar apoio político a prazo.

Um orçamento com mentalidade assistencialista

Mais do mesmo é Costa quem o diz. Maus serviços públicos, elevada carga fiscal, corte no investimento e crescimento da economia débil.

O IRC é uma história diferente por dois motivos: primeiro, porque tem muito menos receita do que o IRS e, portanto, podemos ter mais tempo para tratar disso; segundo, porque encaramos o IRC como uma forma indireta de taxar pessoas, ou seja, o rendimento das empresas é taxado e depois, quando é distribuído, é taxado outra vez. Há muitos rendimentos de empresas que quando chegam aos bolsos de alguém para poderem efetivamente ser gastos já levaram mais de 70% de carga fiscal. 70%! Se isto não é parecido com confisco, eu não sei o que é. Essa é outra história, e havemos de lá chegar. É quase evitar uma dupla tributação do rendimento da empresa enquanto lucro e do rendimento do acionista enquanto dividendo. Mas não é a prioridade, mais uma vez. A prioridade é desagravar o rendimento das pessoas individuais no sentido em que elas possam dispor cada vez mais do seu orçamento, para poderem ter um pouco mais de liberdade económica que vai conduzir a outros tipos de liberdade também.

O Iniciativa Liberal quer impedir mais injecção de dinheiro público na banca

A única coisa que se sabe é que o Novo Banco vai sacando o dinheiro que está no Fundo de Resolução e que vai mamar até ao fim. Além disso nada se sabe.

Porque é que um fundo abutre comprou o banco por um Euro e o dinheiro que cobre os prejuízos é público, é coisa que ninguém percebe. Faz bem o Iniciativa Liberal não ter medo de colocar em cima da mesa os grandes negócios do estado que somos nós sempre que pagamos. 

"Porque não nos vamos calar perante os escândalos", justificou João Cotrim Figueiredo, o deputado eleito em outubro para a Assembleia da República, e que agora sucede a Carlos Guimarães Pinto na liderança do partido. "O nosso dinheiro não pode servir nem para financiar despesismo do estado nem para cobrir prejuízos privados", disse.

As prioridades para o mandato de dois anos que se vai iniciar este domingo são “impostos mais baixos, mais simples e mais justos”, liberdade de escolha e a luta pela transparência e contra a corrupção, uma vez que esta última é, além de tudo, “um atentado primeiro à meritocracia e isso para um liberal não é aceitável”.

A descentralização e a reforma do sistema eleitoral são outras das metas do partido.

Socialistas em queda, CHEGA em 4,9%, INICIATIVA LIBERAL nos 2,8%

Sondagem do Jornal de Negócios. A direita veio para ficar tal como chegou no resto da Europa.

INICIATIVA LIBERAL e CHEGA juntos somam 7,7% e se lhes juntarmos o ALIANÇA 0,7% o BLOCO de DIREITA ultrapassa os 8%. Nada mau para quem está no início. 

São partidos democráticos liberais, europeístas e pró-economia de mercado. Fazem falta num "país a caminho do socialismo" que vai caindo na tabela do PIB e que não deixa que a sociedade civil respire. O Estado é cada vez maior e mais interventivo. 

A Democracia tem caminhos para encontrar soluções. Ao fim de 40 anos está em marcha uma reforma política que os partidos da situação nunca permitiram. Mas o que tem que ser tem muita força.

António Costa ao derrubar um muro à esquerda ergueu outro à direita. Pelo menos facilitou o que já era inevitável.

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