Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Socialistas em queda, CHEGA em 4,9%, INICIATIVA LIBERAL nos 2,8%

Sondagem do Jornal de Negócios. A direita veio para ficar tal como chegou no resto da Europa.

INICIATIVA LIBERAL e CHEGA juntos somam 7,7% e se lhes juntarmos o ALIANÇA 0,7% o BLOCO de DIREITA ultrapassa os 8%. Nada mau para quem está no início. 

São partidos democráticos liberais, europeístas e pró-economia de mercado. Fazem falta num "país a caminho do socialismo" que vai caindo na tabela do PIB e que não deixa que a sociedade civil respire. O Estado é cada vez maior e mais interventivo. 

A Democracia tem caminhos para encontrar soluções. Ao fim de 40 anos está em marcha uma reforma política que os partidos da situação nunca permitiram. Mas o que tem que ser tem muita força.

António Costa ao derrubar um muro à esquerda ergueu outro à direita. Pelo menos facilitou o que já era inevitável.

img_196x256$2019_12_02_21_47_10_365782.jpg

 

Iniciativa Liberal : a alternativa ao ressentimento é a política do crescimento

O PS governo quase ininterruptamente há 24 anos mas os males são todos do neoliberalismo.

O país está estagnado há 20 anos. Estar há 20 anos estagnado ajudou a fomentar uma visão da sociedade perigosa. Quando um país cresce, quando o bolo da economia aumenta, as pessoas sentem vontade de trabalhar, investir e cooperar para poderem beneficiar desse crescimento. O sucesso dos outros não incomoda porque todos sentem que podem beneficiar do crescimento. O sucesso de uns cria condições para o sucesso dos outros. Quando um país não cresce, quando o bolo fica do mesmo tamanho durante muito tempo, as pessoas começam a sentir que para uns terem mais, outros têm que ter menos. Se o bolo não cresce, as pessoas começam a desenvolver o sentimento oposto ao da cooperação: a inveja. Em vez de cooperar para o crescimento, o foco passa a ser encontrar alguém para culpar por a sua parte do bolo ter diminuído. Os mais pobres culpam os mais ricos. As minorias culpam a discriminação da maioria. Entre os mais desafortunados na maioria culpa-se as minorias por roubarem oportunidades. Instala-se a política do ressentimento, do foco nas lutas pela redistribuição em vez da produção, abrindo a porta a mais socialismo e identitarismo. O socialismo cria a miséria que depois alimenta ainda mais socialismo num ciclo vicioso difícil de romper. A cultura do mérito é ultrapassada pela cultura da inveja. O foco no crescimento é substituído pelo foco no ressentimento.

Têm medo do Iniciativa Liberal porquê ?

Têm medo do Iniciativa Liberal porquê?

O IL pertence à família do ALDE party, a aliança de partidos liberais europeus. Neste momento há 8 primeiro-ministros europeus pertencentes a este grupo:

- Xavier Bettel, Luxemburgo
- Mark Rutte, Holanda
- Charles Michel, Bélgica
- Jüri Ratas, Estonia
- Marjan Šarec, Eslovénia
- Andrej Babiš, Republica Checa

Além disso, partidos e membros do ALDE fazem parte dos governos da Finlândia, Dinamarca, Suíça e Noruega.

É esta a nossa companhia. Gente de países que ora são prósperos, ora crescem, onde se vive melhor que em Portugal. Não são Trumps, nem Bolsonaros, nem Salvinis, nem Orbáns. Não somos extremistas, nem alt-right, seja lá o que isso for. As nossas referências não são países onde se morre à espera de uma consulta ou à porta do hospital com o tratamento recusado. Não são países onde a educação é privilégio ou onde as pessoas mal ganham para pagar as contas. Não são países de miséria, antes pelo contrário.

Temos as mesmas preocupações que qualquer outra pessoa. Queremos mais e melhor emprego. Queremos melhores ordenados. Queremos educação e saúde de qualidade, sem esperas. E queremos isto para todos, não só para alguns. Queremos que valha a pena fazer vida em Portugal, mais do que emigrar. Queremos menos impostos, para que quem dá o litro sinta que o esforço o premeia a si em primeiro lugar, e queremos que esse dinheiro que todos pagamos seja posto a bom uso e gasto com respeito pelo que custa ganhar. Queremos menos corrupção, menos negociatas, menos compadrio. Queremos, pasmem-se, menos monopólios.

Estamos aqui para fazer disto um país melhor, porque se fosse para proveito próprio, seríamos emigrantes.

Membros de países da UE

PaísNomeDEDNStatus
 AlemanhaPartido Democrático Liberal
 
3 / 96
 
0 / 631
Extra-parlamentar
 ÁustriaNEOS - A Nova Áustria
 
1 / 18
 
9 / 183
Oposição
 BélgicaLiberais e Democratas Flamengos
 
3 / 13
 
14 / 87
Governo
Movimento Reformador
 
3 / 8
 
20 / 63
Governo
 BulgáriaMovimento pelos Direitos e Liberdades
 
4 / 17
 
36 / 240
Oposição
Movimento Nacional pela Estabilidade e Progresso
 
0 / 17
 
0 / 240
Extra-parlamentar
 CroáciaPartido Popular Croata - Liberais Democratas
 
1 / 11
 
12 / 151
Governo
Partido Social Liberal Croata
 
0 / 11
 
0 / 151
Oposição
Assembleia Democrática da Ístria
 
1 / 11
 
2 / 151
Governo
 ChipreDemocratas Unidos
 
0 / 6
 
0 / 56
Extra-parlamentar
 DinamarcaVenstre-Partido Liberal da Dinamarca
 
2 / 13
 
37 / 179
Governo
Partido Social-Liberal
 
1 / 13
 
8 / 179
Oposição
 EslovêniaPartido do Centro Moderno
 
0 / 8
 
36 / 90
Governo
Aliança de Alenka Bratusek
 
0 / 8
 
4 / 90
Oposição
Flag of Spain.svg EspanhaCidadãos - Partido da Cidadania
 
2 / 54
 
32 / 350
Oposição
Partido Democrático Europeu Catalão
 
1 / 54
 
8 / 350
Oposição
 EstóniaPartido do Centro Estónio
 
1 / 6
 
27 / 101
Oposição
Partido Reformista Estónio
 
2 / 6
 
30 / 101
Governo
 FinlândiaPartido do Centro
 
3 / 13
 
49 / 200
Governo
Partido Popular Sueco
 
9 / 200
Oposição
Partido do Centro de Åland
 
0 / 13
 
0 / 200
Extra-parlamentar
GibraltarPartido Liberal de Gibraltar
 
0 / 73
 
3 / 17
Governo
 GréciaDrassi
 
0 / 21
 
0 / 300
Extra-parlamentar
 IrlandaFianna Fáil
 
1 / 11
 
21 / 166
Oposição
 ItáliaRadicais Italianos
 
0 / 73
 
0 / 630
Extra-parlamentar
Itália de Valores
 
0 / 73
 
1 / 630
Oposição
 LetôniaDesenvolvimento Letão
 
0 / 8
 
0 / 100
Extra-parlamentar
 LituâniaPartido Trabalhista
 
1 / 11
 
29 / 141
Governo
Movimento Liberal da República da Lituânia
 
2 / 11
 
11 / 141
Oposição
União da Liberdade Lituana
 
0 / 11
 
0 / 141
Extra-parlamentar
 LuxemburgoPartido Democrata
 
1 / 6
 
13 / 60
Governo
 MaltaPartido Democrático
 
0 / 6
 
2 / 67
Oposição
 Países BaixosPartido Popular para a Liberdade e Democracia
 
3 / 26
 
41 / 150
Governo
Democratas 66
 
4 / 26
 
12 / 150
Oposição
 PolóniaModerno
 
0 / 51
 
30 / 460
Oposição
União dos Democratas Europeus
 
0 / 51
 
4 / 460
Oposição
Portugal PortugalIniciativa Liberal
 
0 / 21
 
1 / 230
Oposição
 Reino UnidoLiberal Democratas
 
1 / 73
 
8 / 650
Oposição
Partido da Aliança
 
0 / 73
 
0 / 650
Extra-parlamentar
 República ChecaANO 2011
 
4 / 21
 
47 / 200
Governo
RoméniaAliança dos Liberais e Democratas
 
0 / 32
 
26 / 412
Governo
 SuéciaLiberais
 
2 / 20
 
19 / 349
Oposição
Partido do Centro
 
1 / 20
 
21 / 349
Oposição
 

Está a nascer em Portugal o espectro político europeu

Nem maioria absoluta nem 2/3 de deputados para revisão constitucional.

Esfumado o sonho há agora outros sonhos a tornarem-se realidade. A derrota do PSD foi manifestamente exagerada e à direita entram no hemiciclo um deputado do INICIATIVA LIBERAL e um deputado do CHEGA. No futuro vamos ter estes dois partidos com uma muito maior exposição mediática e a profunda desigualdade que existe entre a esquerda(PS/PCP/BE/PAN) e a direita (PSD/CDS) irá desvanecer-se.O Iniciativa Liberal conseguirá eleger um deputado apenas dois anos após a sua formação coisa nunca vista por cá.

O universo político português começa a assemelhar-se com a generalidade dos universos partidários europeus, onde a social-democracia, a democracia cristã, os liberais e até a extrema direita estão representados( por cá só temos extremismos à esquerda) .

O espectro partidário tuga começa a mexer-se 45 anos depois. Está a sair de cena o resultado político da década de 70 e a nascer o cenário político resultado da nossa integração europeia.

Em Democracia há sempre saída . 

Novo Partido - IL - Iniciativa Liberal

Começou no Porto não por acaso :

É na agenda política que serão concretizadas muitas das linhas apontadas no Manifesto. Para começar, "o Estado deve ter limites na sua capacidade de endividamento e apropriação de recursos das pessoas ou organizações, nomeadamente através de taxas ou impostos". Esse limite não está quantificado, admitiu o secretário-geral da IL. "Está muito aceso este debate" na sociedade portuguesa, "até na Iniciativa Liberal", reconheceu Rodrigo Saraiva.

Outro ponto em debate será o federalismo. "Claramente europeístas e globalistas", os liberais portugueses recusam o protecionismo mas mantêm em aberto a discussão sobre o federalismo, que "também vai ter de ser concluída na convenção".

il.jpg