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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A verdade a que temos direito segundo a Frenprof

denúncia rezava assim : “Com a promessa de soluções milagrosas para o insucesso escolar dos filhos e de os preparar convenientemente para o ‘importantíssimo exame de inglês do Cambridge, utilizando técnicas de marketing irresistíveis, os pais quase assinam de cruz um contrato de fidelização de 36 meses com pagamento por débito direto”.

Os inquéritos chegaram a esta conclusão : "“Nesses inquéritos, no essencial, apurou-se que seis agrupamentos/escolas haviam celebrado, no âmbito da sua autonomia, protocolos de cooperação com uma empresa privada para a cedência das suas instalações, mediante uma compensação financeira, em resultado de um processo negocial, tendo subjacente o interesse do estabelecimento e a proposta apresentada pela empresa, e que as importâncias cobradas foram objeto de depósito bancário, de registo contabilístico e contempladas nos respetivos orçamentos, tendo sido cumpridos todos os requisitos legais”, esclareceu o MEC."

É isto a escola pública. Deles.

Afinal o Inglês é ou não obrigatório ?

Nuno Crato quer o inglês obrigatório ao contrário do que dizem todos os seus adversários. Desde o 1º ciclo, pediu hoje ao dar posse ao CNE.

Nuno Crato explicou que o inglês ainda não é obrigatório para os alunos do 1º ciclo porque essa mudança no programa curricular terá "implicações no 2º e no 3º ciclo".

Por isso, o ministro lançou um "repto" aos conselheiros do CNE para que pensem como deve ser introduzido o inglês desde os primeiros anos de escola até ao final do 3º ciclo: "Ajudem-nos a pensar como podermos desenvolver o inglês nas escolas do 1º ao 3º ciclo", pediu.

E perante isto o que se pode dizer é que "as gatas apressadas têm ninhadas cegas...".