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BandaLarga

as autoestradas da informação

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as autoestradas da informação

O erro informático rodou três vezes imundo e grosso

Sempre é verdade que saiu o nome do juiz Carlos Alexandre por três vezes e que por três vezes foi dado como erro ? Esta dúvida veio acentuar ainda mais as dúvidas que rodeiam o processo em curso e que começou com a não renovação do mandato de Joana Marques Vidal.

Não acredito que o Juiz Ivo Rosa possa decidir por não enviar para tribunal todas as acusações que constam no processo Marquês . Mas pode deixar cair alguma delas. De qualquer forma há a possibilidade de recursos por parte do Ministério Público. 

E de recurso em recurso e com o muito dinheiro existente para pagar a justiça daqui a uns dez anos ainda a procissão irá no adro . E no futuro estaremos todos mortos incluindo os acusados. Até lá a vida é para ser gozada e o dinheiro ( muito) ajuda e de que maneira.

Entretanto zangam-se as comadres, Cavaco e Marcelo andam de candeias às avessas e Passos Coelho veio apontar o dedo à falta de transparência que levou ao afastamento da PGR. Daqui a uns meses com o comportamento da nova PGR saberemos se há ou não um processo de lavagem em curso.

Uma coisa é certa. Há muita gente no PS ( e não só) muito receosa do o que os arguidos possam dizer em tribunal . Há que os amansar antes de lá chegar.

Os dados estão lançados. Viciados ?

Poupar na Saúde

Todos os dados sobre o doente estarem disponíveis informaticamente em todas as unidades de saúde é uma boa forma de poupar tanto a saúde como o doente. É tão óbvio que se estranha que ainda não tenha sido feito já que o registo informático é uma realidade. Falta o acesso universal de partilha da informação

""Se eu sou médico e vou ver o doente pela primeira vez é importante que eu saiba de onde é que ele vem, se é doente crónico, alérgico a alguma coisa, quais foram as dificuldades que teve no passado, para não repetir exames, não o obrigar a ir várias vezes para coisas que são desnecessárias", acrescenta João Marques Gomes."

Actualmente, "todo o processo está informatizado, os processos clínicos estão informatizados nos cuidados primários [centros de saúde] e nos hospitais, não há é ainda uma ligação [entre eles]". Também nos privados "isso também existe". E, embora o objectivo de ter o Registo Único do Doente seja destinado "em primeiro lugar para o sistema público", numa segunda fase a ideia é alargá-lo "ao sistema global, que inclui os privados".

Adalberto Campos Fernandes deu um exemplo: "mais de metade das pessoas que vai ao centro de saúde faz análises no sector convencionado", ou seja, em entidades privadas. Com maior integração, podia-se "evitar que pessoas andem com o saco plástico carregado de envelopes com exames para levar informação ao médico". E é esse o "objectivo", garantiu. "Esta atmosfera, que foi referida, de partilha de informação tem que ser feita no sistema", até porque "os privados e a ADSE" representam uma fatia "muito grande" dos cuidados de saúde.

Poupar única forma de dar sustentabilidade ao sistema