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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Mulheres, onde está a indignação ?

Um atrasado mental fez uma proposta inconstitucional, propondo a extirpação dos ovários às mulheres que abortem sem razão. A indignação foi geral .

Hoje soubemos que, naquela lista de espera da vergonha do SNS, há 100 000 mulheres que não foram sujeitas a rastreamento preventivo do cancro da mama. Para além das 400 000 consultas em atraso e das milhares de cirurgias que não se fizeram.

Por onde anda a indignação ? Não anda e depois querem que acreditemos que o que move a tal indignação é mesmo o bem estar das mulheres. Que não há nada de ideológico e partidário .

Tudo pelas mulheres, nada contra as listas de espera da vergonha, onde só cabe gente pobre e idosa.

O cancro da mama é outra coisa sem comparação com o aborto voluntário. E sem direito a excitações indignadas...

Setenta e oito regras para nos afastarem das praias

Um areal, o mar, sol e vento, tudo o que é necessário para não haver medo. Falta o comportamento das pessoas, das mesmas pessoas que se convidam para os espaços fechados dos restaurantes e dos transportes públicos. Há aqui alguma coisa que falha. Mas então as pessoas são capazes de serem responsáveis em pequenos espaços fechados e não são capazes em espaços abertos ?

É certamente mais perigoso participar nas conferências de imprensa diárias da DGS do que ir à praia, mesmo que apinhadas em Agosto. Graça Freitas e o secretário de Estado da Saúde não distam dois metros; não usam máscaras; estão em ambiente fechado. Pelo contrário, nas praias as pessoas estão ao ar livre; no mar o vírus não se transmite; o Sol e o bem-estar reforçam a imunidade; e os portugueses já deram provas de saber cumprir minimamente as regras de convivência social.

Está a dar-se uma privatização das praias, tornando-as muito menos democráticas e apenas ao alcance de quem tiver 15 ou 20 euros por cada 4 horas/pessoa, compradas x 7 dias por quatro metros quadrados na melhor das hipóteses. A profilaxia do enjaulamento como ideia de saúde pública vai ficar nos livros da História.

(Até os aviões, a partir de 1 de Junho, vão deixar de ser obrigados a ter cadeiras vazias. Só na praia é que estamos perto demais?)

Meteram-nos em casa e agora tiram-nos as praias. O bom povo sem um queixume assiste a tudo, talvez a falta de praia o faça dizer não. Há sempre alguém que diz não.

A indignação racista que ensaiaram logo se esfumou

Eu não compreendo como é que uma pessoa mal preparada, cheia de ódio, com gaguez acentuada chegou a deputada. Não creio que o nível tenha chegado tão baixo outras razões haverá, mas nada me levará a colocar-me de cócoras perante esta gente que encontrou no país que eu amo uma vida decente.

Se não gostam da nossa história, da nossa bandeira e da nossa cultura devem fazer como milhares de portugueses que não gostando do nível de vida que aqui têm procuram melhor. O que não podem, pelo menos sem a reprovação dos portugueses, é uma e outra vez destilarem ódio por tudo e por nada. Comigo não contam.

A indignação desta esquerda que odeia Portugal e os portugueses logo se esfumou confirmando que estas indignações de trazer por casa são puro populismo. Logo que perceberam que o povo não os acompanha na ridícula indignação que ensaiaram, fugiram de rabo entre as pernas.

Ouvir os estadistas de serviço meterem a viola no saco dá-me um enorme gozo. E o Chega sobe nas sondagens e Ventura agradece.