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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sindicatos independentes dos partidos

Em Democracia é sempre a sociedade civil que tem a última palavra. Pode demorar muito tempo, demasiado tempo, mas chega a altura e a população farta reage.

É, claro, que os partidos não gostam. Afinal há muito que os sindicatos fazem parte da organização política, controlando as manifestações dos trabalhadores. Veja-se o silêncio dos partidos da esquerda que mais estão envolvidos nos sindicatos . Incomodados, não apoiam nem deixam de apoiar .

As Centrais sindicais olham com apreensão para a capacidade destes novos sindicatos que lhes fogem ao controlo, a ganhar a rua, a parar o país, a negociarem com o governo. Função que sempre lhes pertenceu.

Em sectores como na Educação, na Saúde, nas Forças de Segurança e agora nos combustíveis. A sua publica evidência abrirá caminho a outros sectores o que obrigará os sindicatos partidários a deixarem de ser a correia transmissora dos partidos. E a redefinirem a sua estratégia e os seus comportamentos sindicais.

É, óbvio, que a culpa é toda dos mários nogueira deste mundo que todos os anos fecham escolas à sombra de um pretexto qualquer.

Na linguagem dos comunistas são amarelos. Ainda não perceberam que também há amarelos nas ruas de Paris .

Escócia não aceita acordo e quer referendo sobre a independência

Um Reino Unido completamente desunido, eis o primeiro e mais importante resultado do Brexit.

A revolta dos escoceses perante o princípio de acordo entre Londres e Bruxelas pode ser resumida na intervenção de Sturgeon no Parlamento de Edimburgo, na quinta-feira: "A União Europeia é uma união de países independentes e vejam como se manteve do lado da Irlanda ao longo dos últimos dois anos. Em contraste, como disse à primeira-ministra ao telefone, o governo britânico ignorou a Escócia, marginalizou a Escócia, deixou de lado os interesses da Escócia e agora está não só à beira de nos tirar da UE contra a nossa vontade, ou de nos tirar do mercado único contra os nossos interesses, também está à beira de pôr a Escócia em verdadeira desvantagem competitiva com a Irlanda do Norte."

A PGR tem agora uma independência do poder político que não se esgota no titular

Nos próximos tempos dois conhecidos políticos vão entrar na prisão. A maior operação de investigação ( Sócrates e Ricardo Salgado) vai entrar na segunda fase, a de instrução, sendo quase certo que a acção avançará para tribunal

A Procuradora Geral da República, Joana Marques Vidal, a quem se deve em larga medida estes resultados será substituída.

Há coisas do caneco...

Nos anos 80 e 90 estávamos bem longe de a Justiça conseguir obter estes resultados mas, a verdade, é que há muito político e gente de dinheiro preocupada com o que ainda poderá sair das acções a correr. E isso exerce uma pressão tremenda sobre o poder político .

Mas será possível a um novo titular da PGR parar ou eliminar os avanços concretizados pela actual PGR ? Não parece possível sem enfrentar uma enorme resistência de quem no Ministério Público tem agora menor dependência do poder político. E essa luta a travar-se representaria um enorme desgaste para o governo .

Os próximos tempos são muito importantes para o aprofundamento da Democracia em Portugal

Catalunha : os não independentistas com 51,9%

Agregados os independentistas somam 48,1% e os não independentistas 51,9% . Boas notícias para Madrid.

O partido Republicanos de Esquerda (independentista) segue na frente e o partido do sr. Puigdemond afunda.

Até às eleições muita água correrá debaixo da ponte mas, se no momento mais crítico da declaração de independência, os não independentistas levam avanço só algo de muito significativo a acontecer mudará este panorama.

Assim, a Erquerda Republicana da Catalunha surge em primeiro com 27% das intenções de voto, bem acima do partido Ciudadanos (18,5%), e do partido Socialista da Catalunha (14%) – ambos não independentistas. Só depois do trio da frente surge o PDeCat (com 11%), o partido de Carles Puigdemond, que ainda assim consegue permanecer à frente da Catalunya Sí que es Pot (11%), do PP do primeiro-ministro Mariano Rajoy (9%) e dos radicais da CUP (6,5%).

Outra surpresa é que apesar de todo o processo das últimas semanas o PP do Sr. Rajoy não desapareceu da região.

Dividir a Espanha para dividir a União Europeia

O PCP já tomou posição. É a favor da independência dos povos e devem ser estes a escolher em liberdade o seu caminho. Todos somos se forem estas as razões mas, o que vimos, é que há muitos povos há muito tempo a lutar pela independência ou até por um território mas o PCP não está ao seu lado.

As "condições objectivas" no típico linguarejar dos comunistas e na sua convicta luta de classes, quer dizer que nuns casos estão a favor noutros casos estão contra.

Na Catalunha estão a favor da independência porque desmembrar a Espanha é o inicio do desmembramento da União Europeia . Dividir para reinar . Velho como o mundo. E essa é a razão que leva os comunistas a estar sempre ao lado dos povos europeus que lutam por mais autonomia ou por mais independência.

A independência do povo catalão seria abrir as comportas do dique e submergir a União Europeia .É esse o objectivo e não o nobre objectivo da liberdade.

Espanha encontrará uma forma - Estado Federal? - em que a sede de mais autonomia será apaziguada - de catalães, de bascos, de galegos...

O Brêxit vai deixar o Reino unido ?

O parlamento escocês aprovou novo referendo à permanência do país no Reino Unido porque não quer sair da União Europeia. A Escócia vai a referendo para ser um país independente.

Ainda muita água vai passar por debaixo das pontes agora que se aproxima a negociação da saída do Reino Unido da União Europeia . Há muito a perder por ambas as partes e a União Europeia não pode deixar que fique a ideia que quem sai se livra do osso mas leva o lombo. Que é o que a primeira ministra inglesa quer. Ter acesso aos 400 milhões de consumidores da UE em igualdade de condições sem taxas a carregar nos preços dos seus produtos que vende na europa.

É de esperar que as negociações entre Edimburgo e Londres por causa do referendo sejam duras. A primeira-ministra britânica, Theresa May, já se mostrou contra a iniciativa, mas Sturgeon tem mantido firme a sua posição: “Quando esta mudança nos é imposta, devemos ter o direito de escolher”, disse, antes da votação, citada pela Bloomberg. “Nenhum de nós deve ter qualquer dúvida sobre o que está em jogo. O povo da Escócia também deve ter uma palavra a dizer”, frisou ainda.

Quando anunciou a intenção de propor ao Parlamento o referendo, Nicola Sturgeon explicou que quer consultar a população escocesa assim que os resultados das negociações do Brexit forem mais claros.

Esta decisão do Parlamento escocês vai ter um grande peso nas negociações entre a UR e o RU .

O cerco leninista às entidades independentes

Nunca mudarão . No tempo de Sócrates o cerco fez-se ao PGR Souto Moura. No tempo de António Costa o cerco faz-se às entidades independentes que apontam que o rei vai nu. Não, a verdade oficial de que a situação económica-financeira do país é boa não corresponde à verdade. Todos os que podem colocar em dúvida a verdade oficial e que a podem transmitir a Bruxelas estão no olho do furacão.

Lembremo-nos quem é que ocupou o lugar deixado vago por Souto Moura. Foram os que mandaram rasgar e queimar as escutas que procuradores do ministério público tinham validado. Os que impediram que o processo Marquês e outros avançasse.

Os processos do estado totalitário comunista estão a voltar :

3 de Março: “O Conselho de Finanças Públicas deverá fazer uma reflexão profunda sobre a forma como tem feito previsões e não pode funcionar como um organismo que cria pânico e cria desconfiança na execução orçamental, não contribuindo até para a execução orçamental. E isso é um elemento a rever” – Eurico Brilhante Dias, deputado PS.

3 de Março: “Milagre é Teodora Cardoso ainda ter salário e ocupar o lugar que ocupa” – Miguel Tiago, deputado do PCP.

5 de Março: “O governo deve iniciar um processo com base em falha grave para substituir o governador” do Banco de Portugal” – Catarina Martins, dirigente do BE.

5 de Março: O governador do Banco de Portugal “não tem condições” para exercer as funções e o BdP não pode ser “uma sucursal do Banco Central Europeu” – Jerónimo de Sousa, dirigente do PCP.

Com o PS levam os independentes

Leva a UTAO na pessoa da Drª Teodora Cardoso que tem o desaforo de dizer a verdade. O défice tão cantado por António Costa foi conseguido com medidas insustentáveis e irrepetíveis. Todos sabem que é assim, mas isso não impediu que o PC pela voz de um dos seus jovens antidemocratas ameace . Olha o salário .

Teodora Cardoso e a sua carreira profissional falam por si coisa que nenhum dos seus críticos pode dizer .

António Costa ( o do Banco de Portuga) cometeu muitos erros, é verdade, mas a maioria são herança do prudencial Vitor Constâncio. O BES muito antes de António Costa ser governador do Banco de Portugal ( nomeado no tempo de Sócrates é bom lembrar) já estava falido e alimentava-se das fraudes que se conhecem agora . E não se pode esquecer que foi António Costa ( o governador) que retirou a Ricardo Salgado a idoneidade e o afastou da administração do BES. 

Muito convenientemente, quem está debaixo de fogo do governo, são duas entidades independentes que não usam a cartilha oficial.

Quem se mete com o PS leva, não é Jorge Coelho ? 

Saída do Reino Unido entrada da Escócia

Escócia quer ser independente e aproveita a saída do Reino Unido da União Europeia para reforçar o seu desejo de permanência, pelo caminho quer um referendo sobre a independência.

É bom não esquecer que a votação para o Brexit na Escócia foi o Remain que ganhou .

“Não tenham dúvidas. Foram os que se opõem à independência, os que estão à direita do Partido Conservador, que causaram a insegurança e a incerteza” em relação à saída do Reino Unido. “Cabe-nos agora a nós, defensores da independência [da Escócia], oferecer soluções melhores para os problemas que eles criaram”, disse a líder escocesa. Primeiro, Surgeon disse que iria tentar “trabalhar com outros partidos para tentar salvar o Reino Unido como um todo do destino de um hard Brexit”.

Mas, temendo que isso não aconteça, prometeu: “vamos propor novos poderes para manter a Escócia no mercado único mesmo se o Reino Unido sair.” E “se o Governo conservador rejeitar estes esforços, se insistir em levar a Escócia por um caminho que prejudica a nossa economia, que faz baixar os nossos padrões de vida, que causa danos à nossa reputação como um país aberto, acolhedor, diverso – então não há dúvidas, a Escócia tem de ter a possibilidade de escolher um futuro melhor”, disse.

Para se manter na UE a Escócia quer ser independente

Em 2014, um dos argumentos usadas para combater a independência da Escócia foi que, independente, a Escócia não seria aceite na União Europeia. Ora, com o referendo de ontem em que o Reino Unido decidiu sair da UE, está criado um facto novo que abre caminho constitucional a novo referendo. Porque a maioria da população escocesa votou maioritariamente no "remain". 

"Da forma como estão as coisas, a Escócia enfrenta a perspetiva de ser retirada da UE contra a sua vontade. Considero que isso é democraticamente inaceitável", declarou a primeira ministra.

A líder independentista assinalou que o 'brexit' supõe "a alteração material de circunstâncias" que o seu Governo requeria para admitir um segundo referendo, pelo que este "deve estar e está em cima da mesa".

Na sua intervenção de hoje, a primeira-ministra escocesa recordou que nessa consulta, a independência foi derrotada em parte porque os partidários da união conseguiram convencer os escoceses de que deixar o Reino Unido significaria que a Escócia ficaria fora da União Europeia, o que acabará agora por acontecer.

Não é o que acontece com as regiões independentistas noutros países que reclamam a independência mas não a saída da União Europeia.