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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Bloco de Esquerda : mexe ? Pisa !|

Mais um imposto a pagar pelas empresas gigantes . Quando não são gigantes o BE cria taxas e taxinhas. Mexe ? Pisa!

A isto se resume o programa do BE, criar e aumentar impostos sobre quem cria riquesa . Já temos um imposto sobre o Sol não tarda vamos ter um imposto sobre o ar e as vistas.

Os camaradas do Bloco não conhecem a história da galinha dos ovos de ouro. Com a pressa em sacar impostos um dia destes matam a galinha . Naturalmente que nesse dia a culpa é da galinha que morreu quando não devia .

E também não conhecem a história do burro do espanhol que quando se habituou a viver sem comer, morreu.

E é isto. Se mexe, pisa !

O embuste que nos enche o depósito do carro

O governo numa sexta feira à tarde comunicou a cena final da farsa. Reduziu o ISP dos combustíveis mas  aumentou a taxa do carbono. Contas feitas o estado continua a encher-se e os contribuintes a pagarem os combustíveis mais caros da Europa. Está na natureza de António Costa enganar quem nele confia.

Os novos valores da taxa de carbono implicaram um agravamento de 1,338 cêntimos por cada litro de gasolina e de 1,458 cêntimos por litro de gasóleo. Dos três cêntimos de descida do ISP na gasolina sobrou pouco mais de metade, mas o pior é que no caso do gasóleo não só não houve qualquer alteração no ISP como o preço daquele que é o combustível de que muitos portugueses dependem, seja para trabalhar, seja para se deslocarem de casa para o trabalho e de volta a casa, ou simplesmente para viagens de lazer, ficou mais caro.

 

O saque fiscal. Há uma diferença entre o imposto e o esbulho

Robin dos Bosques tirava aos ricos para dar aos pobres mas parece não ser bem assim. O que Robin e os seus companheiros faziam era tirar ao Estado para devolver aos contribuintes.

Como se não fosse suficiente o elevado peso fiscal no recibo de vencimento, a cada acção do dia-a-dia lá levamos com mais fisco. Somos saqueados ao acender a luz em casa. Saqueados ao comprar pão e outros bens essenciais. Somos saqueados ao comprar um carro, e literalmente pilhados ao abastecê-lo de combustível. E quem procura alternativas encontra serviços em ruptura ou descoordenados. Mas há quem nem alternativas tenha, ficando refém dos saqueadores fiscais. É saqueado o cidadão e são saqueadas as empresas, que viram em 2018 Portugal alcançar o 2º lugar nos países europeus com taxa de IRC mais elevada.

O BE lá vai dizendo que é preciso ir buscar o dinheiro onde ele está. Aos nossos bolsos.

 

O Estado não sabe gastar melhor o dinheiro do que as pessoas ou as empresas que o ganham

Aumentar a despesa pública e aumentar os impostos para a pagar. O PS não aprende com os erros cometidos .

A redução que se verificou no deficit orçamental e na dívida pública relativamente ao PIB, ficou assim a dever-se, exclusivamente, ao aumento das receitas fiscais e do próprio PIB, ou seja, a variáveis associadas essencialmente à actividade do sector privado. O mérito da redução do deficit orçamental coube assim apenas ao sector privado, uma vez que o contributo do actual Governo foi negativo.

A forma saudável de promover o crescimento da economia é através do investimento nos sectores que podem exportar, de modo a proporcionar, a médio e longo prazo, um crescimento sustentado do nível de vida dos portugueses e consequentemente do seu consumo privado. Esta é também a forma de promover a sustentabilidade das finanças públicas, pois é o crescimento económico a variável que mais pode contribuir para a redução relativa dos actuais níveis excessivos de despesa e dívida pública.

O BE quer destruir o mercado da habitação

O BE não sabe propor mais nada que não taxas, taxinhas e impostos. Agora, et pour cause, é na habitação.

O facto é que os problemas graves nos preços das habitações nos centros das duas nossas grandes cidades não são só consequência do turismo e do crescimento do alojamento local que este criou, foram décadas e décadas de políticas erradas. Claro está que as motivações do BE são, ao menos, coerentes. Já sabemos que lucro e BE (para alguns do BE, bem entendido) não rimam. O BE quer uma sociedade em que o lucro, essa fonte de todos os males, seja extinto. Esse terrível conceito que está na base do período mais próspero e com maior distribuição de riqueza da nossa civilização. O que custa perceber é que quem acredita no capitalismo possa alinhar com essas posições, e, infelizmente, não é de agora e tem cabido a todos os partidos que não defendem o paraíso bloquista onde o lucro estará extinto.

Dir-me-ão que o mercado da habitação mexe com um aspeto fundamental da vida das pessoas. Sem dúvida. Há interferências do Estado, políticas públicas, que são necessárias, neste e noutros mercados. Por exemplo, tem de ser garantida uma estabilidade contratual maior do que na maioria dos contratos. Mas não só. Incentivos estatais ao aumento da oferta, na forma da redução de restrições à construção, na colocação direta de casas de habitação no mercado (basta ver o património imobiliário do Estado, das autarquias e de outras entidades ligadas públicas e perceber o que se podia fazer), no alargamento de zonas urbanizáveis. Como do lado da procura não pode deixar de existir a ajuda a pessoas em situações de carência na forma de diversos tipos de apoio.

 

 

 

Esta gente do BE não existe

Mais um imposto este sobre a habitação que não será o último, é nisto que o BE se especializou.

Em países como a Bélgica ou a Alemanha existem taxas parecidas, que castigam quem compra e vende casas num intervalo curto; mas, em ambos os países, o Estado é um senhorio extenso, com inúmeros imóveis. Também na Holanda existem limites impostos às rendas nos centros históricos, determinados por zona e em função da relevância social e histórica do imóvel – mas sempre com a devida compensação aos senhorios, que não poderão suportar o ónus da política social de arrendamento de um Estado.

Aqui, continuamos a diabolizar os senhorios, caracterizando-os como capitalistas gananciosos e sem consideração pelo direito constitucional à habitação; no entanto, quando se constata que um certo opositor à especulação é, na realidade, ele próprio um especulador, rapidamente os seus camaradas imitam Trump e chamam de “falsas” às notícias que o desmascaram, ou confessam eles próprios arrendarem imóveis “ao preço que estavam dispostos a dar-me”, ao mesmo tempo que continuam a afirmar que esses mesmos preços vão expulsar a classe média das cidades portuguesas (um mea culpa, será?).

Por uma enorme redução dos impostos

É preciso aproveitar o bom momento da Zona Euro .

Depois de um “enorme aumento de impostos” declarado no governo da PAF (crescimento da receita fiscal em 1.706M€ no período 2011-14)*, tivemos mais um ainda maior aumento de impostos, dissimulado na neoausteridade da geringonça (crescimento da receita fiscal em 4.016M€ 2014-16)*.

O peso esmagador da dívida pública a juros transitoriamente baixos, é uma bomba relógio de contas públicas. Que, olhando à história recente, lá tentarão resolver com mais um gigantesco aumento de impostos. Isso não é aceitável. É essencial que o Estado reduza as suas necessidades – reduzindo a dívida pública e reduzindo-se a si mesmo, e o momento bom para o fazer é aproveitando o crescimento e a conjuntura favorável que vivemos.

Mais um imposto que aumenta

O primeiro ministro afirmou que não haveria aumento de impostos mas a realidade é bem diferente. Desta vez é o Imposto de Selo sobre as transacções financeiras. Tem a marca dos apoiantes  e é mais uma pázada de terra sobre o apregoado fim da austeridade.

Sobre um enorme aumento de impostos que todos perceberam um enorme aumento de impostos dissimulado.

Há dois anos, no Orçamento do Estado, o Governo subiu em 50%, para uma taxa de 4%, o IS aplicado a "outras comissões e contraprestações por serviços financeiros, incluindo as taxas relativas a operações de pagamento baseadas em cartões", taxa que se manteve este ano e que não é alterada segundo a versão preliminar a que a agência Lusa teve acesso.

Claro que para a geringonça nada disto são aumentos de impostos nem a continuação da austeridade . É tirar aos ricos para dar aos pobres, já os aumentos de impostos da direita é tirar aos pobres para dar aos ricos.

Num caso e noutro pagam os mesmos. Os contribuintes.

Mais impostos para as empresas

PCP e BE querem aumentar o IRC ( imposto sobre o lucro das empresas) para reduzir o IRS ( imposto sobre o rendimento das pessoas ). Percebe-se. As empresas não votam

Está é no essencial a política deste governo. Dá com uma mão a uns o que tira com a outra mão a outros. E os partidos da extrema esquerda gostam pouco das empresas que produzem riquesa, criam postos de trabalho e alimentam o estado e a Segurança Social.

É, claro, que não há investimento privado e que a economia cresce poucochinho. Pagar impostos num país que odeia a iniciativa empresarial e que muda a fiscalidade sempre que o estado precisa de mais dinheiro ? As empresas que podem mudam a sede para a Holanda onde pagam metade do IRC ? Não é lógico ? Quem é que não faria o mesmo ?

Depois os resultados são os que se vêem, com os países ( pobres) amigos das empresas a crescerem entre 3,1% e 5,7% e nós a patinar na mediocridade dos 2,5%.

Ao burro do espanhol aconteceu o mesmo. Quando estava habituado a não comer, morreu.

 

As famílias com filhos hiperactivos estão tramadas

É bem de ver, a velhinha do 2º andar não sai de casa enquanto a canalha do 1ª andar não se cansa de subir e descer as escadas a correr. Segundo o principio em que assenta o aumento do imposto sobre o Alojamento Local - PCP e BE - a velhinha não paga imposto e a família não ganha para o aumento da taxa.

Tens filhos ? Três ? Estás feito pagas a dobrar. Mas então a demografia, não é preciso ter filhos? Preciso é, mas paga e não bufes. Usas as instalações intensamente...

É, óbvio, que o único argumento para o Estado vir novamente ao bolso dos contribuintes é a necessidade insaciável de fazer mais despesa. PCP e BE nunca enganaram ninguém neste ponto. Há que sacar, ir buscar o dinheiro onde ele está.

O Alojamento Local, mexe ? Pisa, com taxas e taxinhas nem que seja do condomínio.