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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Salvar o SNS - Lisboa tem seis hospitais para fechar

O Porto já está a colher os frutos de racionalizar e, com isso, optimizar a oferta hospitalar . Bem ao contrário de Lisboa onde nos querem fazer crer que é possível ter uma dezena de hospitais pertíssimo uns dos outros. Com meios humanos e recursos técnicos dispersos e subutilizados.

O novo Hospital de Lisboa Oriental vai substituir os seis hospitais que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central - São José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa.

" No Porto : O Hospital Joaquim Urbano, o Maria Pia, que nós fechámos, e a maternidade - que é agora o Centro Materno Infantil, estando a sofrer uma intervenção de modo a serem lá colocadas todas as valências da mulher e da criança. No próximo ano, em maio ou junho, fechará o Joaquim Urbano, passando os doentes a serem internados no Hospital de Santo António.

E faz sentido esta fusão?
Hoje em dia, com o avanço tecnológico, as especialidades médicas isoladas não são boas - nem para as instituições, nem para os doentes. Mais vale estarem integradas num hospital diferenciado. Os profissionais e doentes têm acesso a todo o tipo de novos tecnologias sem andarem a passear de hospital para hospital. Outra mais-valia da concentração de serviços é o esmagamento de custos, já que as grandes despesas na área da saúde são as estruturas. 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/dezassete-perguntas-e-as-devidas-respostas-ao-melhor-hospital-do-pais=f902167#ixzz3LbTl358z

Albino Aroso, o paí do planeamento familiar

Tive a sorte de o conhecer e de com ele ter partilhado soluções. Na altura iniciava-se a ampliação do Hospital de Santo António cujas obras tardavam a arrancar. Felizmente para mim, que tinha como primeiro objectivo "tirar da frente" uns burocratas e respectivas burocracias, encontrei no Santo António, na Câmara do Porto e na Santa Casa da Misericórdia gente amiga e interessada. Eram as instituições públicas que de uma forma ou outra tiveram que acordar em muitas frentes. Albino Aroso era um dos representantes do Hospital. Médico e político que eu admirava. E disse-lho.

Diziam que era um homem de direita mas para mim isso não aquecia nem arrefecia. À volta daquela mesa a esquerda estava bem representada, tudo gente com convicções e com um grande amor ao Hospital e aos seus doentes.

O que estava parado há muitos meses arrancou em duas semanas. Metemos todos a cabeça no "cepo", o interesse geral da população assim o exigia. Eu fiquei de convencer o empreiteiro que havia ganho o concurso público o que me custou vários remoques nos jornais. O tal jornalismo de investigação.

Albino Aroso nunca hesitou e nunca teve dúvidas . A obra lá está a falar por nós todos! Aqui fica a minha homenagem a um homem corajoso e a um médico brilhante. 

PS : antes de Albino Aroso a taxa de mortalidade infantil era a mais alta da Europa. Depois dele  passou a ser uma das mais baixas. Ah, e fechou 150 maternidades...