Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Serviços mínimos na greve dos professores

Ilegal, segundo os sindicatos, como seria de esperar em tudo o que seja contrário à sua vontade .Primeiro aceitam o Tribunal arbitral ( está na Lei) mas depois não aceitam se a decisão lhes for desfavorável. E a chantagem é sempre dos outros. 

"Tal como solicitado pelo Ministério da Educação, o Colégio Arbitral deliberou, por unanimidade, que os conselhos de turma relativos aos 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade devem realizar-se até à data limite de 5 de Julho, a fim de emitirem a avaliação interna final. Mais deliberou que o director, ou quem o substitua, deve recolher antecipadamente todos os elementos referentes à avaliação de cada aluno que ainda não tenha nota atribuída, para que se possam tomar as melhores decisões pedagógicas", lê-se numa nota do ME.

Os pais ameaçam fazer greve a uma escola pública que os trata mal

Com este ministério da Educação centralizado, nas mãos dos sindicatos ( 23 ) os pais dos alunos só os podem defender se lutarem pela liberdade de escolha ( pública, privada, em associação).

Ano após ano o que vemos é a chantagem dos sindicatos comandados pelo sindicalista comunista Mário Nogueira a fazer o que quer com a escola pública. Greve atrás de greve seja o problema pequeno ou grande, financeiramente sustentável ou não, seja ou não razoável.

A Educação num país democrático não pode continuar à mercê de um quadro do PCP e que usa o  sindicato como braço armado do seu partido na luta política.

A defesa dos contratos de associação, considera, é a reação inevitável a formas de luta dos professores que, defende, se repetem "todos os anos" e estão "a atacar o coração do processo de aprendizagem" dos alunos.

"É para onde nos estão a empurrar", confirma. "O governo tem de rever a questão dos contratos de associação. Não vale a pena ter um sistema público de educação que está em permanente revolução. O primeiro direito é o das crianças. Não podemos estar permanentemente nesta instabilidade".

Entretanto, já foi criada por professores uma "associação fantoche de pais" que, naturalmente, se coloca ao lado dos sindicatos defendendo que a greve favorece os alunos.

Até quando este circo ?

Vinte trabalhadores e suas famílias numa grandiosa manifestação na AutoEuropa

Secretário Geral da UGT tirou o tapete à CGTP denunciando que os famosos plenários dos trabalhadores não albergam mais que 500 dos 5 000 que trabalham em Palmela. Carlos Silva teve a coragem de denunciar uma manipulação clássica do PCP e seus derivados coisa que não vi nenhum jornalista fazer. Deve ser o tal jornalismo de investigação.

"Não posso estar a depender dos meus pais, ou dos pais da minha esposa, para tomarem conta dos meus filhos. Uma das coisas que me fez mudar para a Autoeuropa há 20 anos foi exactamente isso: trabalhar de segunda a sexta-feira. O sábado e o domingo era para estar em casa com a família. Se viesse trabalhar era remunerado por isso", justificou.

Que dirão a isto todos os que andam uma vida a trabalhar aos sábados e aos domingos como os médicos e os enfermeiros, os bombeiros e a maioria dos trabalhadores na actividade privada ?

Grande argumento como se fosse caso único os avós tomarem conta dos netos quando os pais estão a trabalhar.

O Syriza irmão do BE limita direito à greve na Grécia

Se calhar é mesmo boa ideia deixá-los estar algum tempo no poder. Olha se fosse o governo de Passos Coelho ou mesmo o actual.

Na Grécia foram decretadas cerca de 50 greves gerais desde 2010, e isto é visto pelos credores como um problema para a baixa produtividade do país.

Na medida agora aprovada, os sindicatos (com excepções) passam a ter de contar com uma maioria de metade dos membros empregados para terem a possibilidade de decretar uma greve.

“Foram direitos que conseguimos com suor e sangue há mais de três décadas”, disse Odysseus Trivalas ao diário britânico The Guardian. “Esta medida vai fazer com que seja impossível os trabalhadores fazerem ouvir a sua voz”, acusou.

Nem tanto ao mar nem tanto à terra mas como diz o secretário geral da UGT, na AutoEuropa os sindicatos num total de 5 000 trabalhadores decretam greves com apenas 500 trabalhadores a concordarem .

Os extremismos não levam o barco a bom porto.

Das 608 lojas dos CTT só uma aderiu à greve

Contrariamente aos 80% indicados pelos sindicatos só 17% dos trabalhadores aderiu à greve que não teve qualquer impacto entre a população .

Na terça-feira os CTT, que empregam 12 mil trabalhadores, dos quais cerca de sete mil são da área operacional (rede de transportes, distribuição e carteiros), divulgaram um plano de reestruturação que prevê a redução de cerca de 800 postos de trabalho nas operações da empresa ao longo de três anos, devido à queda do tráfego do correio.

E é isto, entre 12 000 trabalhadores reduzir em 800 em três anos e está encontrado um argumento para entrar em greve. Felizmente que os CTT já não são uma empresa pública porque se fossem, garantidos os direitos, a greve teria sido uma festa. 

Um Natal cheio de dias sem trabalho e sem cartas. Antes garantir as filhós decidiram e bem a esmagadora maioria dos trabalhadores.

A greve é um aproveitamento político miserável da fragilidade do governo

O governo está muito fragilizado com as mortes nos incêndios deste Verão. As florestas ainda fumegam e os mortos ainda não estão enterrados e já a Frente Comum sindical se prepara para uma greve nacional.

Os sindicatos não exigem que aqueles que perderam os seus familiares e que agora estão mais sós e pobres sejam auxiliados de imediato. Não, os sindicatos vão exigir mais dinheiro e mais direitos para os funcionários públicos . Sabemos todos que o que se dá à Administração Pública tem que se ir buscar a outro lado qualquer. E como está tragicamente à vista é ao interior, às vilas e aldeias do país pobre que se vão buscar os meios para os entregar a quem já os tem.

No interior do país não há empregos para toda a vida. As pessoas são pobres e idosas e não têm voz para fazer greves e manifestações.

Uma grandiosa greve de solidariedade dos que vivem bem para com os que vivem mal isso sim seria nobre. Mas mais do mesmo ainda com a dor a escaldar a alma do país é uma vergonha.

De um lado o silêncio de quem sofre do outro, a greve de quem se prepara para ter mais quase uma semana de férias. É só olhar para o calendário.

 

Sindicatos não perdem tempo

Ameaçam greve geral já na próxima 6ª feira se o governo não aceitar o aumento de salários de 4%, o descongelamento de carreiras e as 35 horas de trabalho.

Ora se a economia cresce cerca de 2% e a produtividade 1% como é que os salários podem crescer 4% ? É que com o descongelamento das carreiras o aumento da massa salarial não será inferior a 6/7% . É a tal bomba ao retardador que esteve adormecida durante os últimos tempos de austeridade e que Centeno já disse que não pode ser novamente armadilhada de uma só vez.

Mas os sindicatos já estão a dizer que foram os trabalhadores que deram a vitória ao governo há que corresponder.

Forma enviesada de responder à derrota do PCP . 

Ana Avoila considerou que a vitória do PS nas eleições autárquicas de domingo dá ao Governo “mais responsabilidades para responder às expectativas” dos trabalhadores.

“Os trabalhadores deram o seu contributo para derrubar o governo PSD/CDS-PP, mas estão atentos. Não é porque tem mais força que agora pode não fazer, se assim fosse, era má-fé”, disse.

 

A enorme irresponsabilidade da CGTP na Autoeuropa

Quem o afirma é o secretário geral da UGT. “É uma enorme irresponsabilidade o sindicato da CGTP [SITE-Sul] ter avançado daquela forma para uma greve”, disse Carlos Silva defendendo que antes da convocação da paralisação, que ocorreu em 30 de agosto, “devia ter havido um esforço de negociação” e de perceber se havia disponibilidade da administração.

Herbert Diess diz-se “surpreendido” com os protestos dos trabalhadores da Autoeuropa, que vieram interromper vinte anos de estabilidade. Para além do mais, a necessidade de trabalhar aos sábados está acordada há dois anos, desde que ficou definido que a produção do T-Roc seria um exclusivo da fábrica de Palmela. O líder da Volkswagen acredita que, para além dos novos horários, a instabilidade na fábrica está relacionada com as várias mudanças na estrutura. Em primeiro lugar, a saída no início do ano de António Chora, representante de há muitos anos dos trabalhadores, e ainda, a entrada de um novo responsável de recursos humanos. A nova comissão de trabalhadores será eleita a 3 de outubro e poderão avançar as negociações.

Como não pode ser de outra maneira o plano de produção sempre previu o trabalho aos sábados para produzir o novo modelo.

Nenhuma surpresa para os sindicatos.

Mais que uma greve

"A greve da Autoeuropa não é apenas um conflito laboral. É uma tentativa clara de um sindicato afecto à CGTP passar a controlar uma das maiores e mais importantes empresas do país.

E é um aviso do PCP ao governo, que necessita das exportações do novo modelo Volkswagen para manter um crescimento próximo dos 3% do PIB.

Ninguém duvida de que, se o PCP quiser, este conflito acaba imediatamente . Resta pois, saber o que o PCP quer em troca dessa decisão" (Expresso)

Entretanto, o ministro da economia já anunciou que viajou para Berlim para se encontar com o CEO do Grupo para lhe dar conta da importância que o governo atribui à continuação da fábrica em Portugal.

Resta pois, saber o que os alemães querem em troca dessa decisão.

O que o governo quer é simples de saber : Por isso, se  mostrou “certo de que em investimentos futuros a Volkswagen vai continuar a apostar nesta fábrica”. Mantendo o otimismo em relação ao diferendo na fábrica de produção de automóveis de Palmela (distrito de Setúbal), o ministro reafirmou que “vai ser possível encontrar uma solução”.

Na Autoeuropa menos de metade dos trabalhadores aderiram à greve

Uma adesão histórica segundo os sindicalistas não chega a metade dos trabalhadores ( 41%). E, ao contrário do que os sindicalistas quiseram fazer crer a administração tornou a sublinhar que não negoceia com sindicatos.

 

A fábrica liderada por Miguel Sanches garante que não recua no trabalho ao sábado e que não negoceia com sindicatos, só com a comissão de trabalhadores.

A fábrica liderada por Miguel Sanches garante que só vai voltar à mesa de negociações com a nova comissão de trabalhadores, que vai ser eleita a 3 de Outubro.

Mas como a fábrica quer continuar a ouvir todas as partes envolvidas vai ouvir os sindicatos a 7 de Setembro mas não negociar. O objectivo da administração é assegurar o cumprimento de todas as encomendas dos seus clientes nos prazos acordados.

A verdade a que temos direito.