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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O Estado está envolvido com todas as grandes empresas

Todas as grandes fraudes envolvem o Estado e grandes empresas.É compreensível que assim seja. É o Estado que decide e adjudica os grandes negócios em praticamente todos os sectores económicos.Como se pode ver em Portugal : PT, BES, CGD, BCP...

O Estado decide sobre a aplicação de 50% do PIB ( 100 mil milhões)da dívida pública ( 120% do PIB =240 mil milhões) e sobre os subsídios europeus ( 9 milhões de euros por dia nos últimos 20 anos = 60 mil milhões). Quando se junta tanto dinheiro e tanto poder é fácil concluir que a atração é fatal.

As grandes empresas estão a destruir o capitalismo e os reguladores pouco ou nada fazem.O Estado tem por obrigação de facilitar a vida às pequenas e médias empresas, essas sim que representam 80% do emprego e 60% das exportações. As grandes empresas vivem à sombra do estado, à custa de rendas negociadas com o Estado.

Como é que o estado pode controlar o poder das grandes empresas se é o maior delas todas e não se cansa de crescer, aumentando impostos, nacionalizando sectores económicos e tudo fazendo para se constituir em monopólio em tantos sectores?

As grandes fraudes são todas feitas à sombra dos grandes negócios do Estado

Os grandes negócios do Estado - as rendas excessivas

Os negócios que movimentam grandes montantes de dinheiro e onde o Estado perde e os contribuintes pagam estão presentes em todos os sectores . É o resultado da intervenção do Estado na economia que não devia passar da regulação.

Os ingleses inventaram as Parcerias Públicas e Privadas ( PPP) - investem os privados e o Estado compensa . O problema é que o Estado paga sempre rendas excessivas muito acima de uma remuneração razoável. O dinheiro custa 4% aos privados o Estado paga 12% ou mesmo mais.

Na Ponte Vasco da Gama as estimativas rodoviárias eram de 80 000 veículos /dia . Só lá passam 40 000. Não faz mal o estado paga a diferença. A falta de chuva não permite que as barragens produzam a energia prevista. Não faz mal o Estado paga a diferença ( que o contribuinte paga na factura da electricidade).

Até que alguém dá com a boca no trombone e o que se verifica é que quem assinou os contractos há alguns anos atrás é agora gestor ( com vencimentos obscenos) dos sectores que tutelou enquanto governante.

Uma farturinha .

 

 

Os grandes negócios do Estado : Swaps pagam juros acima de 100%

Os grandes negócios do Estado que nos são vendidos como soluções que os outros não encontraram . Pagar juros acima de 100%.

Segundo as explicações do Ministério das Finanças, e assumindo as atuais condições de mercado, a taxa a que o Santander se comprometeu a financiar 2,3 mil milhões de euros ao Estado, a 15 anos, rondará os 3%, contra os cerca de 4,3% de juros que o Estado consegue no mercado. O desconto de cerca de 1,3 pontos percentuais representa uma poupança em torno de 450 milhões de euros. A este valor soma-se um perdão de juros de mora nos pagamentos que as empresas deixaram em atraso, desde 2013, e uma partilha de custas judiciais. Tudo junto, são quase 500 milhões de euros poupados.

Se as perdas potenciais se concretizarem, isto significa que, em vez de custos de 1,6 mil milhões de euros, o acordo permitiu baixar este custo para 1,1 mil milhões de euros. Mas este valor ainda pode mudar.

E pode mudar para pior é essa a alta probabilidade. É isto o que podemos esperar das empresas de transportes com gestão pública . E responsáveis, há ?

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 Quem não tem dinheiro ( Estado) vai buscá-lo ao custo que os banqueiros  quiserem