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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Prendam-nos!

Deixem-se de merdas. Com o que se viu e ouviu na comissão de inquérito ao BES ficou mais que demonstrado que a culpa é da ganância de quem administrava e que também eram os principais accionistas. E é claro que só funciona assim quem sabe ou está convencido que sabe, que nada lhe acontecerá. Que as instituições de controlo e de supervisão não sabem nada porque nada fazem para saber. Sabem o que lhes metem pelos olhos dentro.

Podem dar a volta que quiserem à legislação ( e devem fazê-lo, melhorando) mas haverá sempre quem encontre buracos na lei e distracções em quem está obrigado em fazer cumprir.

Se os tribunais lhes forem às contas off shores e on shores, ao património que há muito está em nome de familiares, na próxima vez terão mais cuidado e menos ganância. E se fizeram desaparecer o dinheiro e o património, prendam-nos. É a única linguagem que conhecem tudo o resto são tremoços.

Que a administração pública anda muito atrás de todos estes esquemas só não sabe quem não quer. O estado é eficaz em que área? Sobra assim tanta surpresa por tantas instituições públicas durante tantos anos não terem visto nada?

A natureza humana explica isto tudo. Não me venham com o sistema e com o "homem novo". Crime e castigo.

Salvar o dinheiro dos Espirito Santo à custa dos contribuintes

Tal como Sócrates fez no BPN, o presidente do PS quer que o estado - isto é os contribuintes - pague aos lesados que compraram o papel comercial aos balcões do BES. E, assim, a família Espírito Santo e outros "necessitados" vêem o estado substitui-los na indemnização devida. Porque a questão que está em cima da mesa não é se os "assaltados" serão ou não ressarcidos do roubo é, antes, obrigar os accionistas das empresas "emitentes" do papel comercial a pagar. E nunca o estado como aconteceu no BPN.  É uma promessa eleitoralista e irresponsável. Pelo contrário,  não se pode esquecer nem se pode desresponsabilizar os accionistas do Grupo Espírito Santo (GES), onde este dinheiro foi parar.

De promessa em promessa o PS de António Costa enterra-se todos os dias.