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BandaLarga

as autoestradas da informação

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São as famílias a principal fonte financeira dos hospitais privados

E as famílias vão aos hospitais privados porque querem ninguém as obriga a ir . E o mesmo se passa com os beneficiários da ADSE e outros subsistemas públicos, privados e seguros . Chama-se liberdade de escolha.

Quanto ao SNS é por falta de capacidade em responder à procura que orientam parte dos seus doentes para os privados. Ganham todos com isso. SNS, privados e os doentes.

E, não, o Estado não tem capacidade, nem nunca terá, para financiar as estruturas, equipamentos e pessoal necessário para responder à procura de toda a população.

Um bom novo exemplo é o Novo Hospital Ocidental de Lisboa cujo concurso foi agora lançado como parceria-público-privado - 330 milhões de euros (privados) por 27 anos . O Estado pagará uma renda de cerca 18 milhões de euros/ano.

Em todos os países decentes onde o bem estar da população importa é assim.

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Subida do PIB sem reflexo no bem estar das famílias

Dar com uma mão e tirar com a outra dá nisto. O PIB per capita em Portugal melhorou entre 2015 e 2016, mas esta subida não teve reflexos no indicador que mede o bem-estar das famílias. Portugal a par de Espanha, Lituânia e Malta formam o grupo de países onde o indicador sobre o bem-estar das famílias está entre 10% e 20% abaixo da média da União Europeia. Estes dados foram publicados esta quinta-feira, 14 de Dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e pelo Eurostat.

No conjunto dos 28 estados-membros que formam a União Europeia, 18 têm um nível de bem-estar abaixo da média. Portugal lá continua, militantemente, apesar das vitórias sucessivas que António Costa atribui ao seu governo.

Os sinais estão aí mas ninguém os quer ver

crédito às famílias cresce para compra de habitação e a poupança cai a pique. Um "boom" na habitação é cada vez mais previsível. O crédito às empresas não arranca. O orçamento para 2018 é mais uma prova com os partidos a ver "quem dá mais "

Este momento de crescimento deveria servir para nos acautelarmos para a crise que mais tarde ou mais cedo chegará . Os juros irão subir( com o fim do quantative easing) do BCE e com o nível da nossa dívida é um problema que exige contenção e caldos de galinha.

As autárquicas com os resultados medíocres do PCP e do BE vieram atiçar ainda mais as exigências sindicais.

Este era o momento certo para se concretizarem as já cansativas reformas estruturais. É óbvio que as políticas que promovem a eficiência e que em geral têm como consequência a redução do emprego e a moderação do crescimento deviam ser realizadas nos tempos de prosperidade. Infelizmente não existem condições políticas para se concretizarem essas mudanças. Vivemos em permanente campanha eleitoral, com o Governo e os partidos que o suportam no concurso do “quem dá mais”, na expectativa de segurarem e aumentarem o seu eleitorado.

A culpa não é do capitalismo

É verdade que li algures, com espanto, que historiadores portugueses tinham chegado à conclusão que as famílias dos marinheiros que navegaram nas caravelas ainda hoje vivem nas mesmas casas. Na Mouraria, no Bairro Alto, 600 anos depois.

Agora historiadores italianos chegaram à conclusão que as famílias mais ricas na Idade Média são as mesmas de hoje. Basta, pois, ter um sobrenome familiar apropriado para não passar a "barreira de vidro" que separa os ricos da pobreza. E já era assim antes do capitalismo. As revoluções francesa, industrial ou o advento do estado social democrata não mudaram esse padrão.

O que realmente mudou é que o capitalismo conseguiu criar riqueza como nenhum outro sistema e, com isso, criar a classe média retirando da miséria milhões de seres humanos . Pela primeira vez a miséria no mundo atinge menos de 10% da população mundial.

E o mais curioso é que concluem que a mobilidade social na China comunista, incluindo nos anos de Mao Tse Tung, é muito similar à da Inglaterra e dos restantes países. Ou seja, a culpa da manutenção das mesmas elites no topo de cadeia social não é do capitalismo.

 

Estado, famílias e empresas pouparam mais do que gastaram em 2015

Um excedente de 1,1% em 2015 contra 1,4% em 2014 . Recorde-se que, antes do resgate a Portugal, o país apresentava necessidades de financiamento superiores a 7% (o valor mais negativo foi observado no terceiro trimestre de 2008, com -11,7% do PIB).

Este indicador, publicado esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), traduz a capacidade dos três grandes sectores institucionais – famílias, empresas e Estado – emprestarem ou pedirem emprestado a terceiros. Um valor negativo significa que têm de pedir dinheiro emprestado para se financiarem.

Os bons resultados da austeridade estão em todo o lado quando comparados com a bancarrota de 2011.

Há aqui algo de muito errado

Descerem as tarifas energéticas para as famílias, pequenas e médias empresas e grandes empresas ? Só pode ser erro. E grande.

As tarifas de gás natural transitórias, destinadas aos consumidores domésticos que ainda não passaram para o mercado liberalizado, vão registar uma descida média de 7,3%.

Para a pequena indústria (com consumos acima de 10 mil metros cúbicos), a diminuição é de 11,3%.

Já a grande indústria (consumos iguais oi superiores a um milhão de metros cúbicos) beneficiarão de uma descida de 12%.

Além da contribuição extraordinária sobre os activos de gás natural da Galp, no valor de 150 milhões de euros, dos quais 50 milhões já foram reflectidos nestas tarifas, a queda dos preços é ainda justificada pela redução das taxas de remuneração pagas à Redes Energéticas Nacionais e à imposição de metas de eficiência.

O efeito positivo da queda do petróleo no mercado internacional acabaria por ser parcialmente anulado pela desvalorização do euro

A poupança e o consumo das famílias sobem porque o rendimento está a crescer

Cresce a poupança e o consumo das famílias porque o rendimento familiar disponível está a crescer.

O consumo e a poupança das famílias podem subir ao mesmo tempo se o rendimento das famílias estiver a subir”, explicou ao SOL Inês Domingos, docente de Economia da Universidade Católica. De facto, o rendimento disponível das famílias diminuiu entre o final de 2010 e meados de 2013, mas tem vindo a subir desde então – favorecendo quer o consumo quer a poupança.

A confiança voltou ao arrepio de certas mentes que continuam a desejar que a dívida não seja paga. As mesmas mentes que nos querem fora da União Europeia e do Euro. É, claro que, mais uma vez, é o povo que está enganado.

VIOLÊNCIA OU CRIMINALIDADE INTRAFAMILIAR - prof Raul Iturra

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Violência intra-familiar não é um tema fácil de abordar. Pensa-se sempre que um grupo de parentes ou seres humanos relacionados entre si, por laços de consanguinidade ou de afinidade, é um grupo feliz. No seio do grupo, cabe aos adultos protegerem os mais novos orientando-os desde muito cedo na vida, pelas sendas do amor, o respeito filial ou o respeito que os pais têm pelos filhos. Pelo menos, é assim que eu penso.
Mas a realidade parece ser outra. Não foi por acaso que coloquei a imagem de uma criança punida, com as marcas de uma bofetada recebida na sua pequena cara. Bofetada de quem se desconhece a autoria e o motivo da punição material, reflectida na cara triste e sofrente de quem não entende qual o mal que fez para receber tamanho castigo. Castigo reiterado ao longo do tempo pela pequena da imagem, e por muitas outras mais.
Essa bofetada marca pelo menos três aspectos da vida da infância. A primeira é visível e não precisa ser comentada, a imagem fala o que as palavras da pequena não sabem dizer porque as desconhece ou, ainda, porque não espera que o seu adulto a use contra ela. Essa bofetada pode ser o resultado de quem tem raiva contra si próprio e desabafa nos mais pequenos, como comenta Sigmund Freud em 1905 em húngaro, traduzido para inglês por Hoggart Press, Londres, em Obras Completas, Volume VII,1953: Three essays on Sexuality, ou Melanie Klein em: Inveja e Gratidão (1943 em alemão, 1954 em inglês e em luso brasileiro, 1991), Imago, Brasil, Alice Miller (1981 em alemão), 1998: Thou Shalt not be aware. Societie’s Betrayal of te Child, Pluto Press, EUA, ou Françoise Dolto, 1971: L’Évangile au risque de la psychanalise, Editons du Seuil, Paris, textos que comento no meu livro: O saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade Repositório ISCTE e Internacional, em: http://repositorio.iscte.pt/, ou http://www.rcaap.pt.
Textos todos que defendem a criança das ameaças dos seus adultos, que esperam delas comportamentos formais, gentis e de uma responsabilidade mais além dos seus curtos anos. Este tipo de violência, é, para mim, um crime não apenas contra o seu corpo, como contra os seus sentimentos. Sentimentos que devem converter essa criança em adulto triste, deprimido e pouco feliz com a vida. E o círculo continuará a ser repetido por ter aprendido em tenra idade que os pequenos devem ser ensinados às chicotadas e sem nenhum respeito por tudo o que lhe falta saber.
Bem sabemos que a lei protege a infância com leis especiais, veja-se, para o caso português, a Lei da Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, Nº 147 de 1999. Até esse dia, apenas o Código Civil imperava, falando unicamente de filiação, heranças e tutorias nos artigos 1776 e seguintes, ignorando absolutamente essa realidade de trair a infância, como se na sociedade nada acontecesse em relação às punições mencionadas.
Este pequeníssimo ensaio, é apenas um rascunho do livro que preparo sobre a criminalidade intra-familiar, que é, de forma ignorante, denominada violência doméstica. Nem sempre acontece entre as famílias, mas há mais maus tratos de palavra ou de obra, do que o que a lei quer reconhecer. Andreia Sanches, diz no jornal «O Público» de 16 de Julho: 26 das 41 famílias analisadas com menores maltratados não tinham mais de quatro elementos. "A configuração das famílias é cada vez mais reduzida, há mais monoparentalidade, pode estar a haver uma degradação das condições económicas nestas famílias."
No entanto, a imagem é sempre esta:

Que fazemos nos?

 

O SOM DE UM NINHO VAZIO REVISITADO - Prof Raul Iturra

 

para os meus discípulos de Etnopsicologia da Infância…. para Madalena e Pierre…e os Ilsley, filhos e netos

 

Estiveram cá, a filha, o marido e os rebentos. Uma semana. Apenas uma semana. Os dias prévios, era uma expectativa, ia apagando-os do calendário no intuito de passarem rápidos para os ver, falar, cheirar, abraçar, passear, partilhar refeições. Mas, se a vida é um pestanejar, uma visita d poucos dias é o pestanejar do sonho. Passa um mês, os vejo outra vez, eles na sua casa, eu na mia, com visitas quase todos os dias. Se já somos órfãos de filhos e netos, as visitas com muitos dos seus amigos, deixa-nos órfãos, materialmente órfãos. Entre eles entendem-se, partilham o quotidiano na sua terra e raramente sabe-se deles por causa da autonomia conquistada. Aparece o avião, aparecem os quatro, mais outros 12, amigos os casais, amigos os filhos. Os Avós passam a ser uma reminiscência que é útil para apoiar e enche-los de presentes, como compensação pelo tempo de passeio com os amigos, passeios que nós, de outra geração, hábitos e costumes, não sabemos partilhar. Os Avós são como as crianças, uma simples intromissão no meio das conversas dos seus quotidianos. Les, na casa dos 20 e 30, nós, da dos 70. As conversas são necessariamente diferentes, a história muda os hábitos. Ai, onde nós criávamos como se os nossos descendentes fossem adultos em pequeno, hoje em dia os pequenos têm o seu estatuto independente conquistados, raramente estão com os seus pais e quando conseguem, e uma joia de alegria que nem cos os avós querem partilhar. Os pais, obedientes, porém, ao estatuto de autonomia dos seus pequenos, falta-lhes horas no dia para estar colados a eles e manter a disciplina imposta

pelos maís novos, a autoridade da família, os que mandam, os que decidem, os que querem tudo,  especialmente os seus pais e afastam deles não apenas avós, mas também os amigos. Doze casais adultos à espera da noite para conversarem meio minuto: a resiliência dos pequenos é a que manda, aos pais, toca obedecer e mimar, mimando-se assim a eles próprios. A semana é de trabalho, os planos feitos antes da visita, aparecem virados do avesso e não há forma do mudar. Os patinhos feios de Cyrulnik comandam até que o cansaço não permite a esses pais ter um minuto de vida adulta. Como os avós, zeros à esquerda. Os desejos de acarinhar, de brincar, apenas se os pais estão na cozinha a preparar a comida, os pequenos brincam com os avós, redundantes dentro de esses grupos sob o mesmo teito, mas em cantos diferentes da imensa mansão em que quatro andares permite companhia mas não divertimentos. Todo casal exibe os seus rebentos perante os adultos pais, amigos de infância.

As gerações mudam de uma para outra, cada mês é diferente ao anterior: os avós envelhecem e procuram silêncio, os pais crescem e mimam, e os mais novos procuram cada acidente para chorar a pedir assim a tenção dos seres que adoram e raramente vem. As férias acabaram viradas do avesso, contando os dias de entrar no avião para tornar para o próprio lar, em que às tardes são amenas por meia hora. Um dia será a vez deles, crescidos e aplicar-se-á a lei da resiliência que passam a entender enquanto em curtos anos, crescem, aprendem ciência e amar à rapariga ou rapaz da vizinhança, os pais passam a categoria de avós, e os avós, a almas. É assim, penso eu, como funciona um ninho vazio, com costumes diferentes na passagem do tempo. Vai, é, ficando o amor de lar em segundo plano e aparece o do primeiro plano, co a rapariga ou rapaz do lado. É assim como funciona o ninho vazio, enchido de pessoas que hierarquizam o amor conforme a idade emotiva. E torno para o texto revisitado que começa por disser etas palavras, também mudadas na reescrita do texto. Pequenos que moram em casas contiguas e entram nelas como entram para o seu próprio lar. Como as cinco casas do meu compadre avô Hermínio Medela, de Lodeirón, que de conde, renuncia os seus títulos para ser semelhante à mulher que ama, Esperanza, que já não está e era jornaleira. Divide as suas terras em cinco, manda fazer cinco casas , uma para cada filho, como narro no meu livro, Esperanza, una historia de vida publicado em Estrolábio, em 2010 e o mais recente: Hermínio Medela, o Conde Pastor, entregue a livraria editora Couceiro de Compostela, em 2013, aguarda publicação.

A frase do título não é minha. Antes fosse. É a frase de Mac Kinsey ou Clare McMillan, a mulher do Biólogo, Entomólogo e Sexólogo, o Professor Doutor Alfred Kinsey, o autor do denominado Relatório Kinsey, sobre a sexualidade da vida adulta e

das crianças, escrito após reparar que nos anos 60 do Século XX nos Estados Unidos, as pessoas nada sabia sobre a vida sexual. É verdade que os meus Santos Padroeiros, Freud, Klein e Bion, tinham referido consequências e sequelas da vida sexual entre membros da sociedade ocidental, mas como doenças e problemas. Alfred Kinsey e Clare MacMillan organizam um Instituto de pesquisa sobre os mitos, os desejos, o imaginário da vida sexual entre adultos. A frase de Clare MacMillan, é, antes, a frase de uma mãe, que também refere que as crianças crescem num instante e o ninho ou o lar fica vazio. Vazio da responsabilidade de tomar conta de seres a explorarem o mundo, a entender a relação amorosa, a emotividade e os sentimentos eróticos, que aparecem sem saber, um dia qualquer, sentem mas não sabem que é procura de uma outra pessoa para amar, tocar, se esfregar, ter um compromisso. Clare entendia o seu dever emotivo, o seu marido, entendia de estatísticas, de como medir o saber de seres humanos sobre a sua reprodução, sem falar de amor: o amor não pode ser medido, donde, não é sujeito de pesquisa científica.

 

A sexualidade não era falada, não era explícita, não era conhecida. Se os mais novos brincavam à masturbação, a ética ripostava que causava doença, sem saber que o prazer erótico solitário faz parte da vida de qualquer ser humano desde que nasce até a sua morte. A masturbação é parte da vida e é melhor falar que punir ou impingir medos. É tão verdade essa naturalidade, que até o Catecismo da Igreja Católica o retirou do seu texto. Outros, nem falam do facto. Era Clare MacMillan ou Kinsey, a mãe interessada em dar noções de erotismo à sua ninhada, enquanto o pai, à sociedade tout court. Motivo da sua frase, comentada a um discípulo e amante do seu marido, um rapaz de 20 anos ou mais, mais tarde também o seu amante. Histórias do arco-da-velha Apenas exemplo do que Kinsey descobre, e prova, com a sua equipa, acontece entre todos os membros da vida social. A relação sexual nem dá vergonha nem é pecaminosa, não entontece nem faz adoecer os seres humanos. A heterossexualidade, a homossexualidade, a bigamia, hétero ou homo, a bissexualidade, o amar outros enquanto se tem assumido um compromisso com um, como acontece no Ocidente, fazem parte da interação social, fazem parte da nossa civilização, apenas que não se diz, não se fala. O adultério é de espécies, ou, por outras palavras, há o clássico, já referido, há o de um homem casado e o seu amigo, há o adultério múltiplo, há o adultério de apenas uma hora, para libertar desejo ao se gostar de alguém ou se sentir seduzido ou gostar de seduzir. (1) A mudança de preferência sexual ao longo da vida, é um facto sabido, hoje em dia, mais do que provado e que acontece de forma múltipla. E, no entanto, parte do prazer, é não dizer, o segredo da relação que penetra o corpo e a emoção.

 

O som de um ninho vazio, é a falta de seres humanos não apenas para educar, bem como para falar de forma aberta e sem vergonha, sobre a preferência sexual, que, as vezes, passa não só pelos atributos eróticos das pessoas, bem como pelas posses para gozar e partilhar. Como os jogos amorosos, prévios, durante, depois, da intimidade da penetração de um ser humano dentro de outro. A penetração com emotividade, acabam por causar prazer e objetivos de vida, dizem Kinsey e a sua mulher.

 

E mais nada. Um tema tão difícil em apenas poucas palavras, apenas permite sugerir aos adultos serem abertos no erotismo, como nos outros assuntos da vida.

 

Parede, 22 de Setembro de 2013.

 

 

 

Nota:

 

Para saber mais, consultar a página web: http://en.wikipedia.org/wiki/Alfred_Kinsey, ou o filme de 2004 de Francis Ford Copolla, 2005: O Relatório Kinsey, DVD LNC,USA.

 

 

 

Retirado da Edição N.º 155Ano 15, Abril 2006, Página da Educação da minha autoria, com a colaboração de Ana Paula Vieira da Silva

Autoria: Raúl Iturra
Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Lisboa
Ana Paula Vieira da Silva

22 de Setembro de 2013

lautaro@netcabo.pt

Revisto e reescrito a 12 de Abril de 2014, o dia em que filhos e netos tornam , todos contentes, para o seu lar da Grã-Bretanha

Raul Iturra.