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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E no centro do pântano a família alargada que sustenta o governo

A propósito da saída da política de Adolfo Mesquita Nunes . Quem fica ?

Ou seja, continue-se o caminho, esta dança macabra. Quando damos por isso, temos líderes que não sabem se a Coreia do Norte é uma democracia, porque não sabem o que é uma democracia; aqueles que sempre apoiaram Maduro e as esquerdalhadas folclóricas, enquanto insultam tudo e todos com uma superioridade moral que só eles próprios reconhecem; grupos de tristes inchados e impantes porque são dirigentes de um partido mais à direita (mas que não se assume como direita) contentes com a ideia de que estão a fazer uma oposição que ninguém nota; e no centro da vida política, a família alargada que ocupa o Governo. Eis tudo o que nos resta.

Para o PS os filhos não contam como pessoas

Se um agregado familiar com 2000 euros de rendimento, for constituído por apenas duas pessoas, o rendimento per capita é de 1000 euros, mas se um agregado familiar, com o mesmo rendimento,  tiver dois filhos , o rendimento per capita é de 500 euros. Há quem no PS não perceba isto. Porquê? Porque há uma parte do rendimento das famílias que pertence, naturalmente, ao Estado.

Que o PC e o BE defendam esta concepção de família compreende-se, agora que no PS, haja quem pense assim, é muito preocupante. Mas é o PS que se esconde atrás de António Costa. É que esta é a diferença em sede de IRS que levou o PS a vetar o diploma. 

Pela primeira vez cada filho conta 0,3 para cálculo da matéria colectável, o que sendo pouco, é um avanço tremendo .Esta proposta vai sentir-se já em Janeiro no bolso das famílias mas nada disso importa para estes iluminados. Para eles o que conta é que o Estado terá menos dinheiro para distribuir através dos serviços públicos. 

Eles preocupam-se com o estado estão-se maribando para as pessoas. São estatistas não são socialistas.