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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Merkel quer um exército europeu a sério

Para que não haja mais guerras entre países europeus. Um exército complementar da NATO e não para substituir a NATO .

A União Europeia caminha enfrentando as dificuldades - ou não fosse a UE um processo único - no sentido certo.  No mesmo dia em que o Reino Unido e a UE assinalam o acordo sobre o Brexit, a senhora Merkel anuncia o reforço da união dos países europeus no sector mais significativo no que ao espírito solidário  diz respeito - a defesa militar.

É cada vez mais evidente que a União Europeia é a única forma de a Europa ombrear com as grandes potências militares, económicas e populacionais .

É por isso que os inimigos da Europa estão contra.

Donald Trump criticou mais uma vez a ideia do Presidente francês, Emmanuel Macron, de criar um exército europeu, lembrando que sem a intervenção dos EUA na II Guerra Mundial os franceses falariam alemão.

As armas de Tancos fugiram pelos próprios pés.

Primeiro tinha sido gravíssimo de tal forma que foram, sumariamente, embora provisoriamente, demitidos uns quantos comandantes militares.

Passados dias o roubo era o resultado das cativações de verbas pelas finanças que não deixaram a tempo, arranjar o buraco na vedação e substituir as câmaras de vigilância.

Logo que o governo viu que este caminho levava à responsabilização, arrepiou caminho, e as armas afinal nem eram armas, eram sucata, não tinham nenhum poder destrutivo.

Passados dois dias as demissões dos comandantes foram revertidas ( especialidade da casa).

Sabemos agora pela voz do ministro que se calhar não houve roubo nenhum as armas desapareceram por sua vontade . Livre e espontânea.

E, assim, em vez de um escândalo e de uma vergonha temos armas com pernas. Onde fica a reputação do Exército aí o governo não diz.

Está encontrado um culpado e o governo não tem nada a ver com o assunto. Como habitualmente.