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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A União Europeia baseia-se nos valores cristãos

É a natureza mais profunda da Europa. É também por isso que a UE deve deixar de fora a Turquia de Ergodan.

"Temos orgulho de este continente ter uma influência cristã" e "não é algo para os museus, isso deve guiar-nos para o futuro", disse Weber na cidade alemã de Munster, durante o comício de abertura da campanha das europeias dos partidos de centro-direita no poder na Alemanha, a CDU de Angela Merkel e a CSU da Baviera, da qual é membro."

E há fundadas razões para isso : O arcebispo de Estrasburgo, Luc Ravel, nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro, declarou recentemente que "os muçulmanos devotos estão cansados de saber que a sua fertilidade é tal hoje, que eles a chamam de... a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: "um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso"...

Cavaco Silva : Vamos acabar na cauda da Europa

Porque crescem os outros países que foram sujeitos a programas de austeridade mais do que nós ?

Cavaco pergunta porque é que países sujeitos a programas de ajustamento (Espanha, Grécia, Chipre e Irlanda) estão a crescer mais do que Portugal. E estamos a ser ultrapassados pelos países de Leste que pertenceram ao Bloco Soviético.

"Opções erradas no domínio fiscal, opções erradas no domínio da despesa pública, baixa produtividade, falta de investimento que está ainda muito aquém da trajetória de antes de 2011..."

Cavaco junta-se assim à multidão que se faz ouvir. Mas a ideologia não deixa ouvir.

O eixo França - Alemanha por uma Europa mais forte e mais soberana

A coesão interna sempre se reforçou com a existência de ameaças externas. Está a ser o caso do Brexit e dos nacionalismos que levantam cabeça.

“A Europa, e no seu seio a dupla franco-alemã, estão investidos da obrigação de não deixar o mundo deslizar para o caos” e para isso é preciso que a Europa fique “mais forte, mais soberana”, afirmou Emmanuel Macron num discurso perante o parlamento alemão, em Berlim.

Abram os olhos : sobra a Europa

Público : O que sobra? Em termos de países ou blocos com significado global, sobra a Europa. Em particular, a Europa Ocidental, e o projeto em que esta se empenha há cinquenta anos, a União Europeia. Sim, com as prevenções habituais: a UE tem muitas imperfeições, tem um funcionamento frustrantemente opaco, e acima de tudo ainda é mais um clube de democracias do que uma democracia completa, embora isso possa mudar desde que passe a ser uma exigência cidadã. Mas convém perceber que a União Europeia, hoje, é o que sobra daquilo que conseguimos construir depois da IIª Guerra Mundial, o bloco regional mais integrado do mundo, e aquele em que — com dificuldades, é certo — os valores dos direitos humanos que pautaram a reconstrução do pós-guerra mais fazem parte da razão de ser da própria instituição. Só em 2009 os valores do estado de direito, dos direitos humanos e da democracia entraram na base jurídica fundamental da União, com o Tratado de Lisboa. Mas estão lá, logo no artigo 2, e é com base neles que tem sido possível fazer frente aos Orbán e aos Kaczynski deste continente, que só não são ainda Putin ou Erdogan porque pertencem à UE.

A Europa que eu quero e a Europa que vamos conseguindo ter

Esta não é a Europa que eu quero, mas é a Europa que existe. E, ao contrário de muitos amigos, não vou desfiar os seus defeitos que são inúmeros mas pugnar pelas suas qualidades que são fundamentais.

E deixem-me respirar e sublinhar este momento de condenação de Orbán e das suas cercas de arame farpado contra os imigrantes. É preciso muito mais, não duvido, mas neste mundo global, este pequeno continente que, apesar de tudo ( pesem as investidas politicamente correctas) trouxe a civilização ao planeta - do fim da servidão ao fim da escravatura ; da liberdade política ao voto universal ; da liberdade de expressão à igualdade de direitos - pode ter uma força económica, militar e política considerável se estiver unido.

Mas, acima de tudo, terá de ser ímpar a sua força moral.

PS - Henrique Monteiro - Expresso

 

Europa deve acolher os refugiados mas só até poderem voltar para os seus países

Desta vez quem fala é o mais famoso refugiado. Dalai Lama diz que a "Europa é para os europeus e que deve acolher os refugiados mas só até poderem voltar para os seus países."

"Todas as nações europeias devem ajudar e educar os refugiados e assegurar que têm uma boa qualidade de vida. Mas eles devem voltar para os seus países e ajudar a reconstruí-los."

"A Europa, por exemplo a Alemanha, não pode tornar-se um país árabe. A Alemanha é a Alemanha. Há tantos árabes que na prática se torna complicado,"

Esta opinião não é de esquerda nem de direita é a opinião razoável. Porque não é materialmente possível à Europa acolher todos os imigrantes e, também, porque muitos deles querem manter a sua cultura e modo de viver não se convertendo ao modo de viver do país que os acolhe.

Muitos deles declaram explicitamente que o seu objectivo é conquistar a Europa. Os Europeus têm o dever e o direito de se defenderem.

Mais Europa, não menos Europa

Nada de conversas euro cépticas, pelo contrário, mais Europa .

Na sessão desta sexta-feira participaram, além de Marcelo Rebelo de Sousa e do Presidente do país anfitrião, Raimonds Vejonis, do Partido Verde Letão, os chefes de Estado da Alemanha, Áustria, Bulgária, Croácia, Estónia, Finlândia, Grécia, Itália, Letónia, Malta e Polónia.

Segundo o chefe de Estado português, na discussão "não se encontrou nada de eurocético no sentido de que isto é um projeto ultrapassado, cada um de nós pega nas suas malas e vai para a sua casa, vai para a sua moeda, vai para a sua visão nacional, pelo contrário".

"É uma coisa muito curiosa, porque eram países muito diferentes, países do norte, países do sul, países do leste, países ocidentais, e houve esse ponto comum: ninguém falou em sair da União, ninguém falou em dividir a União, ninguém falou em voltar para trás, pelo contrário", realçou.

Sim, os europeus são mais felizes

Todos ou quase todos querem rumar à Europa e a razão é simples.

É difícil vender a ideia de Europa na própria Europa. Isto é a mais pura das verdades, apesar de não existir melhor lugar para se ter nascido nos últimos 50 anos. Ainda que seja necessário trabalhar muito para distribuir equitativamente aquilo que a prosperidade já nos trouxe, os europeus contam com a melhor educação, estão mais bem protegidos das grandes empresas e possuem uma vida melhor, mais longa e saudável, além de gozarem da felicidade como ninguém noutra parte do mundo. Sim, são mais felizes. Estas coisas já se medem.

O estado come tudo e não deixa nada

Para onde vão as verbas do Programa Portugal 2020 ? Para o estado ora essa. Em vinte programas 16 são do estado e 4 dos privados. Como habitualmente.

É só uma forma de compensar a falta de investimento do orçamento . Mais programas de formação como habitualmente. Depois o pessoal formado não tem emprego e emigra . Como habitualmente.

“26 dos maiores financiamentos foram para o Estado e só quatro para empresas.” Ou seja, 87% dos recursos de topo foram canalizados para financiar projectos estatais, e apenas uns insignificantes 13% puderam ser aproveitados por empresas privadas. O Portugal 2020 é um orçamento de Estado paralelo."

Os 26 mil milhões de euros que o programa tem vindo a distribuir desde 2014 são demasiado preciosos para que o Estado não lhes meta o dente, com a voracidade própria de quem tem pouco dinheiro no bolso e muitas bocas para alimentar.

 

 

Portugal está mal classificado no défice e na dívida no panorama europeu

Quando comparamos o défice e a dívida com o panorama europeu percebemos que estamos mal .

Segundo o Eurostat, 12 Estados-membros da União Europeia registaram no ano passado um excedente orçamental. O valor mais elevado foi o de Malta, que teve um superavit de 3,9%. A Alemanha registou um excedente de 1,3% do PIB e a Grécia também já tem as contas no positivo, com um superavit orçamental de 0,8%.

No que diz respeito à dívida pública, apesar da descida registada em 2017, Portugal permanece entre os países mais endividados da Europa, surgindo no terceiro lugar da tabela e por isso também a vermelho no mapa. 

A Grécia é o país mais endividado, com 178,6% e Itália é o segundo, com uma dívida pública de 131,8% do PIB. De entre os 28 Estados-membros, 15 apresentaram em 2017 rácios de dívida superiores ao limite de 60% do PIB, imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Se a crise chegar ( e vai chegar) estamos mal preparados para a enfrentar . Mais uma vez .