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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Portugal está mal classificado no défice e na dívida no panorama europeu

Quando comparamos o défice e a dívida com o panorama europeu percebemos que estamos mal .

Segundo o Eurostat, 12 Estados-membros da União Europeia registaram no ano passado um excedente orçamental. O valor mais elevado foi o de Malta, que teve um superavit de 3,9%. A Alemanha registou um excedente de 1,3% do PIB e a Grécia também já tem as contas no positivo, com um superavit orçamental de 0,8%.

No que diz respeito à dívida pública, apesar da descida registada em 2017, Portugal permanece entre os países mais endividados da Europa, surgindo no terceiro lugar da tabela e por isso também a vermelho no mapa. 

A Grécia é o país mais endividado, com 178,6% e Itália é o segundo, com uma dívida pública de 131,8% do PIB. De entre os 28 Estados-membros, 15 apresentaram em 2017 rácios de dívida superiores ao limite de 60% do PIB, imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento.

Se a crise chegar ( e vai chegar) estamos mal preparados para a enfrentar . Mais uma vez .

A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa

Mas só é possível mantê-los se a democracia políticamente os garantir e a economia os sustentar. 

Os alertas que foi deixando, para a falta de competitividade fiscal da Europa, mas também para os riscos de um modelo político assente no conceito de direitos sociais adquiridos, são igualmente extensíveis a Portugal. E, para Paulo Portas, os factos são indesmentíveis: numa Europa incapaz de lidar com o défice demográfico e com a concorrência dos grandes blocos económicos, a rigidez do modelo social só vai acentuar essas diferenças.

A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa. Os direitos adquiridos só existem quando há condições para os pagar, de os financiar. Na China e nos Estados Unidos não existe essa cultura. Deixemos de olhar para o umbigo e passemos olhar para o mundo como ele é“, defendeu Paulo Portas, que participou esta terça-feira numa conferência informal sobre “Geoestratégia do Mundo em 2018”, organizada pela Câmara de Comércio.

Nunca houve um tão drástico corte do investimento em Portugal como actualmente .

Em 2020 estaremos abaixo da média europeia

O INE publicou na semana passada. Em 2020 estaremos mais pobres e mais afastados da média europeia. Reparem, não é em relação aos países mais poderosos e mais ricos, é em relação à média, incluindo portanto os que crescem menos .

Mas o que ouvimos nós dos membros do governo ? Crescemos como nunca . Crescemos mais do que estávamos à espera acabei de ouvir Centeno. E então ? Traçam uma meta poucochinha, o ambiente externo comporta-se melhor do que o esperado e arrasta a economia interna e, mesmo assim, estamos a crescer como se os problemas da nossa economia tivessem sido resolvidos ?

Há uma vaga de greves - CTT, AutoEuropa, Minas de Moncorvo - mas o governo usa a táctica de António Costa. Quando há problemas desaparece.

A ideia é que estamos ricos . Menor défice do ano ( com cativações) ; o SNS geme com falta de pagamentos aos fornecedores e as listas de espera cada vez maiores. O Tribunal Constitucional obriga a devolver uma das taxas cobradas ilegalmente . A família socialista vê-se envolvida em casos.

Ontem apareceu Arménio Carlos à porta da AutoEuropa com toda a prosápia a ameaçar, depois de exigir ao governo português que negoceie a estratégia da fábrica de Palmela para Sua Excelência continuar com as greves sem medo de a fábrica se ir embora para paragens onde seja desejada.

Para salvar o Montepio onde ninguém quis meter o guito o governo- sem dinheiro - lança mão baixa na Santa Casa .

Os pobres vão enfim ter um banco mesmo que para isso sejam assaltados. PCP e BE já nem sequer disfarçam o ataque ao governo. Mas eles dizem que estamos como nunca.

Acredito. ""A obra da Santa Casa não é remendar os desvarios de quem liderou o Montepio. Mas nada como uma maioria de esquerda para o silêncio cair sobre uma operação em que se tira aos pobres para dar aos bancos".

O Robin dos Bosques moderno.

 

Saldo comercial externo melhora na Europa mas piora em Portugal

Cá estamos nós a divergir da Europa .E, no caso, um indicador preciso que nos indica que estamos a empobrecer. Andamos a pagar os salários dos trabalhadores estrangeiros.

O mesmo acontece no crescimento da economia que cresce menos que a média europeia. A divergir, portanto. 

uma análise aos primeiros nove meses do ano mostra que, em Portugal, as importações cresceram 13% enquanto as exportações cresceram 11%. O défice comercial piorou de oito mil milhões de euros, no mesmo período do ano passado, para dez mil milhões de euros de janeiro a setembro de 2017.

É preciso que os subsídios europeus e as remessas dos emigrantes equilibrem as coisas.

Apesar das maiores vitórias do século, repetidamente anunciadas pelo primeiro ministro, é disto que se trata. Empobrecer .

 

 

A economia de Portugal a afundar - 2

O crescimento do primeiro semestre de 2017 mostra que os 2,8% que Portugal cresceu em termos homólogos, só ganham em comparação do país com o seu próprio passado. A marca portuguesa só consegue bater a grega na liga dos países menos desenvolvidos, onde o PIB cresce entre 3,1% e 5,7%.

O crescimento do primeiro trimestre de 2017  mostra que só Portugal, Bulgária, Eslovénia, Croácia e Grécia não cresceram acima de 1%.

O crescimento do 2º trimestre de 2017 mostra que Portugal não  aproveitou a aceleração europeia desta primavera : foi o país que menos cresceu na sua liga e o segundo país que menos cresceu em toda a UE. Só o Reino Unido a braços com o brexit conseguiu pior.

PS - Expresso

 

O governo não está a aproveitar os ventos favoráveis

A curto prazo os indicadores são positivos mas a médio prazo pairam sombras negras no horizonte.

O PIB tem que crescer mais que 3%, o investimento tem que ser reforçado, há que resolver o mal parado na banca. E tem que ser agora para aproveitar os ventos favoráveis que sopram da Europa que tem a economia a crescer e o BCE a comprar dívida o que mantém os juros baixos.

E é por isso que o desafio continua a ser quebrar aquele “ciclo vicioso entre bancos fracos, malparado elevado e fraco investimento,” garante o documento. Os peritos explicam que enquanto os bancos estiverem limitados na sua capacidade de financiamento, não poderão ajudar a economia a crescer, financiando o investimento produtivo.

Ou seja, o que é preciso é “tirar partido das atuais condições macroeconómicas benignas para continuar a melhorar a resiliência do setor financeiro, assegurar a consolidação orçamental duradoura e aumentar o crescimento potencial,” remata a avaliação do board do FMI, na discussão do relatório produzido pela equipa de peritos.

Falta o mais importante e o mais dificil

 

 

 

Portugal tem o pior registo da economia europeia

Mas andamos num alvoroço com as vitórias. O défice externo continua a crescer o que é um sinal muito preocupante e mostra que o crescimento da economia é mais uma pantominice . Aliás, o arrefecimento já é previsto pelo próprio governo para os próximos anos .

Este crescimento em cadeia é metade da média da zona euro (0,6%), e menos ainda face à média dos 28 Estados-membros (0,7%). A liderar as subidas em cadeia estiveram a República Checa (2,5%), a Suécia (1,7%), a Roménia (1,6%) e a Holanda (1,5%). Em contraste, Portugal e Reino Unido fixaram-se ambos em 0,3%.

 

Schauble : A UE é a melhor ideia que tivemos no último século

"Unimor-nos numa comunidade permite-nos viver em prosperidade e legar o modelo social europeu aos nossos filhos e netos. E, em geral, a situação actual da Europa até é positiva.

Todos os estados membros da zona euro estão a crescer e a zona euro, como um todo, assiste a um crescimento ininterrupto há 16 trimestres. Tudo isto mostra que as reformas estruturais e uma política orçamental responsável têm os resultados desejados. Portugal é o melhor exemplo disso."

A "velha raposa" abandonou recentemente a linha da Europa federalista que apadrinhou ao longo de décadas . Sempre defendendo a Europa, assumiu em Junho último, à saída de uma reunião em Bruxelas, que as alterações da "União" são neste momento praticamente impossíveis.

Agora, diz, é a altura para fazer uma maior integração a partir de uma base intergovernamental .

PS : Entrevista - Expresso

Quem vive na Europa tem que viver como um europeu

Não se confundam as coisas : "Esta incompatibilidade cultural e civilizacional só pode combater-se através de uma rápida clarificação de regras e de uma enérgica afirmação da identidade europeia e ocidental. Se queremos salvar o nosso modo de vida, teremos obrigatoriamente de ser intransigentes na sua afirmação. Se queremos continuar a acolher o diferente, teremos de lhe explicar muito claramente as regras sob as quais se vive aqui. Não podemos continuar a confundir tolerância com relativismo, respeito cultural com submissão, acolhimento com permissividade. No Ocidente terá de se passar a viver segundo o padrão da civilização ocidental. A Europa terá de repensar rapidamente o seu regresso às raízes fundacionais da sua cultura e do seu modo de vida: a matriz judaico-cristã deverá regressar ao fundamento da nossa postura perante o mundo.

A Europa é o melhor sítio do mundo para se viver

Viver na Europa é ganhar a lotaria. Não é por acaso que é para cá que se deslocam todos os que querem melhorar a sua qualidade de vida.

Descrevendo a Europa como uma "força global positiva", o presidente da Comissão Europeia defendeu mesmo que é "o melhor sítio do mundo" para se viver.

"Nascer na Europa do pós-guerra e depois da queda da Cortina de Ferro é ganhar a lotaria de uma vida", elogiou Juncker. "O que é importante é que todos caminhamos na mesma direcção, mesmo que não vamos à mesma velocidade. Diferentes velocidades é melhor do que ficar parado".

Só não percebe isto os que por razões ideológicas procuram outros objectivos que não o bem estar das pessoas .