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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os privados sabem do negócio dos estaleiros navais

Os estaleiros navais de Viana do Castelo até já tiveram um funeral quando estavam nas mãos do Estado. Felizmente que o ventilador chegou a tempo e hoje  respiram livremente e cheios de oxigénio.

Este ano vai ser o melhor ano de sempre dos estaleiros, quer na construção, quer na reparação naval. Vamos ficar com um valor de vendas na casa dos 100 milhões de euros”, afirmou esta quarta-feira Carlos Martins.

Na reparação, a carteira está plena até meados de 2021. É um desafio que nos vem sendo colocado todos os dias e que estamos a responder de forma positiva. Relativamente à carteira de encomendas, estamos a construir quatro navios polares, em simultâneo,

Este ano, trabalham, em média, nos estaleiros, por dia, mais de 1.200 trabalhadores. E façam contas ao trabalho a montante que entrega a dezenas de empresas industriais.

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Os outrora moribundos estaleiros de Viana do Castelo fervilham de vida

Empregam 1 300 trabalhadores, enchem a cidade de vida, esgotam a habitação disponível. E pensarmos nós que há bem poucos anos estavam moribundos, sem trabalho, sem salários e com a demagogia dos que os mantinham públicos.

Assistimos a romarias de políticos e sindicalistas e o presidente da càmara até fez um cenário de funeral. Logo que foi possível a iniciativa privada fazer o que sabe apareceu trabalho. Para os trabalhadores e para a cidade. E vai continuar por muitos anos e bons.

Muito se falou "no passado dos trabalhadores que iam ficar sem emprego", mas "a construção naval está ao rubro e continuará assim por muitos anos".

Ao impulso que apontou no setor da construção naval, Mário Ferreira juntou o "conhecimento" adquirido com os "desafios" que se colocaram com o projeto do primeiro paquete e aos quais os estaleiros "souberam responder".

A tecnologia "inovadora" implicou "a procura de parceiros que ajudassem a desenvolver um produto complexo, com regras ambientais muito apertadas", frisou.

É preciso conhecer o negócio factor que o estado não assegura . Carlos Martins realçou que desde 2014, ano em que o grupo Martifer assumiu a subconcessão daqueles estaleiros navais, “já foram reparados mais de 200 navios, construídos 16, estando outros seis em construção”.

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Há trabalho nos estaleiros de Viana do Castelo

O presidente do grupo Martifer revelou que a West Sea está a construir seis navios e emprega diariamente mais de mil trabalhadores, acrescentando que a empresa "conta atualmente com 345 trabalhadores, dos quais 155 dos extintos ENVC".

"Há a registar uma média diária de cerca de 700 trabalhadores indiretos de subempreiteiros adstritos à atividade de construção, manutenção e reparação naval, fazendo dos estaleiros de Viana do Castelo uma das mais importantes unidades do setor na Península Ibérica", adiantou.

 

Carlos Martins referiu ainda que estão em construção naqueles estaleiros "uma draga, a entregar este mês, o navio oceânico World Explorer, que estará concluído no final do ano, o NOP Setúbal, que também deverá estar pronto no final deste ano, e três navios-hotel para o Douro, com conclusão no primeiro trimestre de 2019". E revelou também que, em três anos, foram "reparados ou reconvertidos 158 navios".

José Pedro Aguiar Branco
há cerca de 4 meses

Hoje, do socialista autarca de Viana do Castelo ao primeiro-ministro e a sua mulher, passando pelo neo socialista Ministro da Defesa, vão estar todos a aplaudir o que tanto criticaram, nos últimos anos! Por Portugal, valeu a pena, “contra tudo e contra todos estes” lutar pela solução que acreditei ser a melhor para o país e para a região. Palavra dada palavra honrada não foi, ao contrário do que hoje tantas vezes assistimos, um jogo floral. Não há melhor sensação do que a da consciência tranquila e do dever cumprido.

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