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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Chegou o tempo das ideias liberais

Que o estado não os impeça de obterem o melhor para si e para as suas famílias

"Portugal nunca foi verdadeiramente liberal, nunca colocou a confiança na capacidade e maturidade dos portugueses no centro da política. Nunca promoveu a liberdade individual, com a correspondente responsabilidade, acima de todas as outras", escreveu em agosto num artigo de opinião no Público, intitulado "Chegou o tempo das ideias liberais". "Um liberal aceita o papel do Estado, emanado da vontade dos indivíduos e não como impositor-mor. Um Estado que seja o garante das liberdades individuais, a começar na liberdade de escolher o tipo de vida privada ou pública que entende ser a melhor para si e para os seus mais próximos."

Como escreveu quando anunciou a sua candidatura: [os portugueses] "Só precisam que os deixem ser livres e autónomos; que o Estado não lhes tolha os passos; que os poderes políticos e todos os outros não os impeçam de procurar o melhor para si e para as suas famílias".

Para o poder socialista que nos governa, os portugueses são alternadamente crianças que não sabem escolher por si próprias, meliantes cuja iniciativa deve ser previamente controlada ou porquinhos mealheiros que aguentam sucessivos recordes de carga fiscal sem protestar.

O Estado é o maior grupo empresarial de Portugal

Cento e oitenta e oito empresas públicas que apresentam muitos milhões de dívida. Se juntarmos a este universo as mais de 200 empresas municipais, mais os inúmeros institutos públicos teremos o retrato do "caminho para o socialismo" .

Um enorme sorvedouro de dinheiros públicos um monstro ineficiente e também uma máquina de poder e de distribuição de poder.

Somos um país pobre com uma economia sem capacidade de pagar salários decentes.

PS : Luis Marques - Expresso

A Alemanha compra casas a privados para aliviar as rendas

Era bom que os partidos que fazem de conta que estão preocupados com as rendas altas da habitação olhassem para quem sabe. Aumentar a oferta de casas no mercado da habitação é a melhor e mais rápida forma de baixar as rendas.

Por cá o Estado e as câmaras são grandes proprietários de casas e de espaços que não estão habitadas e que deviam ser reabilitadas e colocadas ao dispor da população. Mas os nossos decisores políticos sabem mais do que isso.Embrulham-se em processos ideológicos que de tão complexos não resolvem problemas a ninguém.

"Isto serve o propósito de manter as rendas estáveis e oferecer segurança aos arrendatários, disse o presidente da Câmara de Berlim, Michael Mueller. "Ao mesmo tempo, continuaremos a construir novos apartamentos e a tornar o congelamento de rendas legalmente seguro."

"Esta medida chega na sequência de várias outras que têm sido implementadas nesta área. Em Berlim, de forma a controlar a especulação imobiliária numa cidade onde cerca de 85% da população arrenda casa. Em junho, Berlim aprovou o congelamento das rendas por um prazo de cinco anos, a partir de 2020."

O cidadão esmagado pelo estado

Ricardo Arroja :

A minha recente incursão na política elevou em mim a convicção de que a verdadeira mudança de regime será cultural e não necessariamente política. Consistirá numa nova relação entre os cidadãos e o Estado, em que os cidadãos passem a estar no topo das considerações políticas e o Estado ao serviço daqueles. Mais do que uma nova relação, será uma nova atitude, caracterizada por uma cidadania de proximidade, mas não de afronta, beneficiando das ferramentas que a tecnologia, hoje e amanhã, disponibilizará.

A mudança ocorrerá quando as pessoas passarem a exigir ao Estado, numa relação de reciprocidade, o mesmo que aquele lhes exige a elas, em defesa das pessoas que autorizam a coerção estatal. Na realidade, quando discutimos criticamente os meios e os fins da acção estatal, é disto que falamos: da defesa do cidadão comum, aquele que legitima tudo o resto, da defesa da regra e não da excepção.

 

O Estado está a criar um Big Brother para toda a sociedade

Na ânsia de tudo controlar o Estado “Através das bases de dados de contabilidade de empresas, empresários em nome individual e, em princípio, também dos bancos e das seguradoras, o Estado vai ter toda, toda, toda a informação financeira de todos nós. E até muito das nossas relações económicas e sociais”, diz à Renascença Vítor Vicente, presidente da Associação Nacional de Contabilistas. “Se o Estado ficar com estas bases de dados todas, passará a ter acesso a toda a movimentação bancária de todas as pessoas e todos os movimentos neste país.”

De mansinho o Estado gerido pela geringonça vai deitando-se na cama connosco mesmo sem ser convidado.

Um Estado centralista que se mete em tudo mas não sabe de nada

Bom seria que o Estado grande e anafado deixasse da mão o que não sabe e não pode fazer e fizesse bem o que só ele pode fazer.

O que se passou na estrada de Borba é, de facto, um problema do Estado e das suas múltiplas incapacidades. Um Estado que dá emprego a imensos “especialistas em coisa nenhuma” mas não tem nos seus quadros quem garanta a segurança das populações ou não meta na gaveta os alertas que lhes vão chegando.

Os incêndios do ano passado acordaram os portugueses para a realidade de o seu país estar dividido em dois. A tragédia de Borba — que só por acaso não teve mais vítimas — vem mais uma vez provar a imensa incapacidade do país centralista, que abandonou o interior à sua sorte, que se autoglorifica na Web Summit com um enorme desprezo (a palavra é “desprezo”, não há outra) para o terceiro-mundismo que ainda marca Portugal.

Ao contrário do que diz o primeiro-ministro, as evidências da responsabilidade do Estado na tragédia de Borba são demasiado claras e chocantes.