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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os rankings são um entre vários indicadores

Os rankings são um entre vários indicadores que permitem aferir o nível de ensino das escolas.

Os rankings, como todos sabemos, permitem seriar as melhores escolas estatais e privadas do ensino básico e secundário, tendo em conta os resultados alcançados pelos alunos nos exames nacionais e provas finais.

Os rankings, como é evidente, são um de entre vários indicadores que permitem aferir o nível das escolas. Os bons resultados obtidos pelos alunos pressupõem que a escola trabalhou bem e que houve qualidade no ensino ministrado.

Um outro indicador importante são os "Percursos Diretos de Sucesso", que ordenam as escolas atendendo à percentagem de alunos que acabam o 3º ciclo e o Ensino Secundário sem retenções e com classificações positivas nos exames terminais desse mesmo ciclo.

Ambos os indicadores permitem extrair dados relevantes para avaliar o desempenho dos estabelecimentos de ensino, sendo que para acompanhar os percursos diretos de sucesso são necessárias informações reais sobre os nossos alunos.

Informação a que pais, professores e dirigentes têm direito.

Está alguém no Ministério da Educação ?

Há bons exemplos que Portugal não segue. Como a Dinamarca onde as escolas reabriram. Um país feliz.

A comparação entre Portugal e a Dinamarca no que respeita ao ensino não-superior é particularmente surpreendente porque os dois países tiveram um posicionamento muito parecido no combate à pandemia e até uma evolução da curva epidemiológica semelhante. Aliás, ambos os países receberam justos elogios pela forma como geriram a fase inicial crise.

Infelizmente, a partir de 15 de Abril as ações dos respetivos ministérios da educação passaram a ser totalmente diferentes. Se os países já apresentavam à partida níveis educacionais diferentes, é fácil antecipar que a desigualdade vai aumentar prejudicando principalmente os mais pobres, com claro prejuízo para Portugal, comprometendo o futuro dos milhares de jovens e crianças que frequentam os 10 anos de escolaridade e estão há 6 meses em casa. Infelizmente, parece ser assim que Tiago Brandão Rodrigues ficará na história.

Abrir as escolas com regras simples, escola a escola

Abrir as escolas com regras simples e adaptadas a cada uma delas. faz-se escola a escola  pelos respectivos directores e professores e não centralmente no ministério da Educação ou na DGS.

Como sabem, a minha preocupação maior é com as escolas. Caso estas regras inviabilizem o funcionamento das escolas como as conhecemos, o que é improvável dado o acumular de provas de que as crianças não são um problema nesta doença, então muitas medidas podem ser pensadas. Por exemplo, diminuir o tamanho das turmas e criar horários desencontrados — com uns alunos a terem aulas à hora certa, outros ao quarto de hora, outros à meia e outros aos três quartos —, reduzindo para um quarto as concentrações de alunos nos intervalos. Nos atuais curricula escolares, podem-se eliminar algumas disciplinas que não sejam essenciais. Pode-se trabalhar com as câmaras municipais e outras entidades para encontrar espaços alternativos; o que não faltam por este país são pavilhões desportivos com pouco uso, bibliotecas feitas pelas câmaras que estão às moscas, monumentos públicos que poderão ser adaptados para receber alguns alunos, igrejas, etc. Numa frase: criem um plano que permita aos alunos voltar à escola e um outro plano extra para recuperar as dezenas ou centenas de milhares de alunos que ficaram para trás.

O alucinado Nogueira quer aliviar a mola na Educação

O Estado e a RTP acordaram num programa de aulas para os alunos que permanecem em casa em quarentena. Com início já dia 9 depois das férias da Páscoa. Parece ser uma boa medida que parte do principio que ainda é muito cedo para reabrir as escolas. E o sindicato dos médicos está contra a abertura.

Quem não está pelos ajustes é o alucinado sindicalista que manda na Educação desde há pelo menos 30 anos. É que sem escolas abertas não há exigências, reivindicações nem greves e o Nogueira não goza nada. Há pois que mandar os alunos para o meio do vírus, professores, outro pessoal e famílias.

O que é que são umas infecçõesitas comparadas com o perigo de a nação educativa perceber que dispensa a indignação permanente do alucinado?

Com aulas presenciais só para os últimos 3 anos a concentração de alunos e outro pessoal nas escolas é muito menor e pode constituir uma primeira aproximação à retoma da normalidade.

O partido mais conservador de Portugal

Descentralizar ? Nem pensar ! Municipalizar as escolas ? Credo, cruzes, canhoto. Proximidade com os alunos, entregar as escolas aos seus dirigentes e forças vivas locais é o "adamastor que rodou três vezes/ imundo e grosso."

O que é preciso, segundo a Fenprof , é deixar estar as coisas como estão, o Ministério a mandar nas escolas e os sindicatos a mandarem no ministro . E é preciso mais dinheiro, mais professores e mais pessoal.

Tudo muda menos a mudança, mas os sindicatos ligados ao PCP ficaram lá atrás, imóveis, agarrados às grandes conquistas vertidas na Constituição. O mundo não rodou, não avançou, se mexe, pisa.

“O problema das escolas não é não saberem gerir os seus bens, não saberem gerir o seu pessoal, o problema das escolas é não terem nem bens, nem pessoal, nem recursos, e, portanto, dêem às escolas recursos que as escolas precisam”.

A gestão que deixa as escolas à mercê das greves do sr. Nogueira e amigos. Que importam os alunos, os pais, os professores e os municípios democraticamente eleitos se tudo está nas mãos do senhor ?

Descentralizar é, como diz António Costa, a reforma das reformas não só na Educação mas também na Saúde, na Justiça, na segurança...

Para que não arda tudo em cada verão e não morram pessoas inocentes. Também é um problema de centralização.

As escolas estão encerradas nos respectivos territórios

Um elefante no meio da sala da Educação que não se remove por falta de vontade política. Porque interessa a muitos e que promove a desigualdade de oportunidades.

"Como muito bem apontou Maria de Lurdes Rodrigues, no DN: “A associação entre residência e acesso à escola oferece-se como um princípio simples de organização do serviço de educação. Porém, quando a desigualdade social e económica se traduz em segregação residencial este princípio transforma-se numa armadilha. As escolas ficam encerradas nos respetivos territórios, tornando praticamente impossível a concretização da igualdade de oportunidades. A associação rígida entre residência e acesso à escola tem efeitos perversos, podendo contribuir para o aumento tanto das desigualdades escolares com das desigualdades sociais

Reforço da autonomia nas escolas - um sapo gordo para o PCP engolir

Há quanto tempo se fala no reforço da autonomia na escola ? Portugal é dos países onde é mais diminuta a autonomia escolar. Reforçar a descentralização e a proximidade com os alunos e com as particularidades de cada escola.

O progresso demora sempre tempo mas chega sempre sejam quais forem as forças que se lhe opõem. A Frenprof já anda a ameaçar com manifestações pois a autonomia escolar e a descentralização enfraquecem o seu poder junto do ministério centralizador.

Tal como na reforma curricular finlandesa, o Ministério da Educação pretende que os professores portugueses se organizem entre si e, por alguns períodos do ano lectivo, leccionem as suas matérias em conjunto sob forma de temas multidisciplinares. Por exemplo, passará a ser possível aprender matérias relacionadas com física, matemática, português, geografia, cidadania e história a partir do tema “Aquecimento Global”, cuja abordagem permite tal multidisciplinaridade.

Ainda como aconteceu no sistema educativo finlandês, apostou-se na inovação pedagógica e na atribuição de autonomia às escolas para tomar decisões, em função dos alunos matriculados e das suas necessidades. Isto tudo com a óbvia distinção de a Finlândia ter já um sistema educativo bastante descentralizado e, no caso português, este aumento de autonomia representar uma (boa) novidade.

Tanto na Finlândia como em Portugal, estes processos de flexibilização pedagógica e curricular iniciaram-se com a identificação das competências e do conhecimento que mais falta farão aos alunos na sua vida adulta. E, em ambos os casos, foram apresentados debaixo desse objectivo. Mesmo que, do que se conhece, esse processo tenha sido mais exaustivo e completo na Finlândia, onde incluiu vários “estudos de antecipação”, a partir dos quais as autoridades finlandesas tentaram compreender o que o futuro lhes reserva em cada área.

 

Uma vergonha, Catarina Martins

Camilo Lourenço

O artigo de hoje: A dra. Catarina Martins anda numa fona a visitar escolas e outras instituições afetadas pelos cortes na despesa pública (perdão, cativações). E a pedir ao governo para explicar os planos que tem para evitar vergonhas como a do encerramento da Escola Alexandre Herculano, no Porto.
A sério? Então a dra. Catarina e o seu Bloco de Esquerda acordaram agora? Quando os analistas e a comunicação social andavam a denunciar as referidas cativações, não percebeu que havia escolas a cair, médicos a dar consultas protegidos por guarda-chuva e crianças a tiritarem de frio nas escolas? Chega de hipocrisia, meninos do Bloco de Esquerda. Que vergonha!

Acabe-se com os rankings os privados estão sempre no topo

Percebe-se bem a luta de anos que os sindicatos moveram aos rankings e às avaliações .É, que, no topo dos rankings estão sempre as escolas privadas e, agora, nos hospitais também são os que têm gestão privada que estão no topo da classificação. Ora, isto está contra a teoria.

Quem avalia são Comissões independentes, uma para as escolas outra para os hospitais . Se os estatistas tivessem força para isso acabariam com os rankings como fecharam boas escolas com contratos em associação mantendo abertas más escolas públicas.

Enquanto isso, e ao contrário do Ministro da Educação, o ministro da Saúde decidiu abrir novo concurso para a gestão privada de hospitais públicos. É, que, aos hospitais vão todos, pobres e ricos , é mais dificil afivelar o eterno argumento do ambiente sócio-económico das escolas.

O ministro da Saúde não cede ao BE e ao PCP que só confiam na gestão tipo soviética.

Alunos sem aulas sabem tanto como os que são ensinados ?

Deve ser por medo da chuva que os sindicatos na Educação ainda não mostraram a sua indignação em manifestações de rua. Há escolas fechadas por falta de pessoal. A redução do horário para 35 horas tem consequências e não só financeiras.

Quem acredita na tal escola pública monopolista tem aqui uma demostração do que pode vir a ser. Nos últimos vinte anos vimos os sindicatos apearem ministro após ministro fosse ele socialista ou social-democrata até conseguirem abocanhar o ministério. O pobre rapaz que está ministro julgava que bastava baixar-se para  resolver os problemas de uma escola pertença dos comunistas.

Sem apego, sem avaliação do mérito, as faltas e as baixas são o pão nosso de cada dia. O interesse dos alunos não entra na equação . Entretanto, nas escolas privadas reina o trabalho, a disciplina e o interesse dos alunos.

Depois, lá para o fim do ano, com as notas dos exames , em que as escolas privadas aparecem sempre colocadas nos lugares cimeiros, começa a ópera bufa da explicação para o mau desempenho da escola pública.

Basta, se outras razões não houvesse, não haver aulas nas escolas do estado. Quem acredita que os alunos que não têm aulas podem estar tão bem preparados como os que são ensinados ?

E eu é que sou burro ?