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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O CAMPUS mais moderno da Europa financiado pela sociedade civil

Vai abrir em Setembro próximo o Campus universitário mais moderno do país inteiramente financiado por antigos alunos, empresas  e milhares de pessoas anónimas. A Câmara de Oeiras ofereceu o terreno ali em frente da praia de Carcavelos.

Como contribuir

Podem fazer-se donativos a partir de 50 €. No caso de se querer doar uma quantia de valor mínimo de 1.000,00€, esta pode ser dividida em 5 anos.

● Para dar apenas um exemplo, 1.000,00 € são reconhecidos numa das pedras do Walk of Founders e 2,500,00 € colocam o seu nome — ou da sua família, turma, ou grupo de amigos – num dos bancos no jardim.

● A Faculdade quer, acima de tudo, ser aberta a todos e que todos possam participar, conhecer e envolver-se.

● Para decidir melhor, marque uma visita ou comece por aceder a Nova Campaign para saber toda a informação, incluindo os contactos do Alumni Relations que certamente estarão prontos para o receber.

É uma enorme oportunidade o Estado não ter dinheiro

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A estatização do ensino

Conselheiro Nacional da Educação : "O país tem bem presente que o actual governo – liderado pelo Partido Socialista, com o apoio do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista, e a cumplicidade da CGTP e da FENPROF – é directamente responsável pelo maior despedimento colectivo de sempre no país e pela maior destruição de valor educativo de que há memória: o fim dos contratos de associação representam o encerramento imediato, e a prazo, de dezenas de escolas, o fim de mais de dois mil postos de trabalho, entre docentes e não docentes, e o fim, já neste ano lectivo, de 656 turmas em início de ciclo que foram cortadas tendo esta medida forçado cerca de dez mil alunos a interromperem os seus percursos na escola que escolheram."

Não é esta a ideologia do PS mas do PCP e do BE não podemos esperar mais. Estatizar e renunciar ao direito de escolha. O alucinado Nogueira agradece.

O PS entrega a Educação aos sindicatos comunistas

Para garantir o apoio parlamentar do PCP o governo entregou o ministro da educação a Mário Nogueira. O velho sonho comunista de estatizar todo o ensino, eliminando o ensino privado, está em marcha.

Embora longe de serem uma solução ideal em termos de liberdade de educação, os contratos de associação sempre foram profundamente incómodos para os defensores da completa estatização do ensino. O próprio argumento de que urge exterminar os contratos de associação para evitar que as escolas estatais mais próximas percam alunos é profundamente embaraçoso para os seus defensores, que se vêm forçados a reconhecer que, quando têm essa possibilidade em condições de igualdade, as famílias optam esmagadoramente por escolas não estatais.

Professores, pais e alunos confrontaram hoje a secretária de estado, na visita a uma escola, com a intenção de o governo eliminar os contratos de associação. Chegou o momento de a comunidade democrática ocupar a 5 de Outubro em protesto por Mário Nogueira ser o verdadeiro ministro da educação.

Os problemas do ensino são ideológicos

Formatar ideologicamente os alunos é o objectivoDoidos, sem-vergonha, irresponsáveis. Os deputados que, em euforia intempestiva de quem voltou a “mandar nisto tudo”, puseram fim aos exames nacionais a Português e Matemática no quarto ano de escolaridade. Numa penada, de ânimo leve, sem vacilar, sem engulhos de consciência. Ilustração mais-que-perfeita da génese da desregulação do sistema de ensino nas últimas décadas: a sua instrumentalização pelo jogo político-partidário-ideológico.

Não obstante a doutrinação marxista-leninista que há décadas corre em rédea solta nas salas de aula formatando a maioria sociológica de esquerda – evidentes em programas e manuais de história do 9º e 12º anos - há quem duvide que os problemas do ensino são essencialmente ideológicos. E gerados pela ideologia tipo Frente Popular que regressou estridente ao poder em 2015. Para nossa desgraça.

Tudo formatado a partir de um ministério irmão gémeo dos sindicatos comunistas .

Coligação propõe uma profunda reforma no ensino

Há poucas diferenças entre os programas apresentados pelo PS e pela coligação. Mas há algumas diferenças bem importantes. No ensino a diferença é essencial . A coligação defende a liberdade de escolha pelas famílias, maior autonomia, mais apoio financeiro às famílias que escolham escolas independentes e colégios privados.

...a criação de escolas independentes. Este modelo permite que a gestão das escolas seja feita directamente por professores ou consórcios que integrem encarregados de educação, municípios ou IPSS. A sua implementação seria feita “com base em concursos públicos e mediante a celebração de contratos-programa”, segundo o programa eleitoral.

O programa advoga uma “efectiva liberdade na escolha do projecto educativo” por partes das famílias, uma expressão sublinhada várias vezes ao longo do documento. Nesse sentido, PSD e CDS são favoráveis ao “alargamento da elegibilidade dos contratos simples de apoio à família” a mais escolas e agregados familiares. Este tipo de contratos prevê um financiamento directo do Estado às famílias que queiram colocar os seus filhos numa escola do sector privado ou cooperativo, ainda que a verba seja transferida  para os colégios - e retirada, caso os estudantes regressem ao sistema público.

Não tira nada a ninguém, não prejudica o orçamento, é só o exercício de um direito - a liberdade de escolha. Os privados podem ter lucro? Olha que bom. Bem melhor que os prejuízos da escola pública. ( mau ensino, elevado grau de abandonos )

OS SINTOMAS E A DOENÇA

Por não conhecer suficientemente o problema, não tenho opinião formada acerca desta tão falada “Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades”

 

É fácil dizer que os professores não podem exonerar-se daquilo que é exigido à generalidade dos profissionais – sujeitarem-se a avaliações. É difícil, também, não concordar.

 

A coisa torna-se mais complicada quando se questiona qual a forma ou o método que permitam uma avaliação eficaz e objectiva, tanto quanto objectivo se possa ser quando está em causa uma actividade cujas tarefas são desenvolvidas em circunstâncias completamente diferentes consoante a zona do país, as condições sociais e económicas dos alunos, o seu enquadramento familiar ou o seu passado académico.

 

Ainda não ouvi a ninguém qual essa forma ou método, sendo certo que não o é, seguramente, o elaborar de relatórios ou preenchimento de papeladas.

 

É evidente que não é admissível que um professor cometa vinte erros ortográficos numa frase, por muito extensa que seja, como é inaceitável que alguém proclame “tenho, muito orgulho em ser professor à dez anos”. Seguramente que quem o escreve não sabe, em bom rigor, no que diz ter orgulho.

 

Mas esta prova está inquinada de um vício básico - o considerar-se que, para além das habilitações académicas e uma vez estas adquiridas, os candidatos a professores devem demonstrar que sabem escrever correctamente.

 

Na verdade, de qualquer licenciado, seja qual for a sua área, deve esperar-se o bom domínio da língua portuguesa, cujo conhecimento deve ser ministrado bem cedo, no ensino básico, e cuja inaptidão deveria ser determinante da exclusão de acesso a graus superiores.

 

É grave um professor não saber escrever? Claro que é. Como é igualmente grave que o não saiba um jurista, um médico, um jornalista ou qualquer elemento de classe profissional que confira ascendente social ou acesso a meios de comunicação pública.

 

Ainda hoje ouvi na rádio um licenciado, creio até que doutorado, titular de um importante cargo público, dizer repetidamente “tem que”, quando deveria ter dito “tem de”. Um preposição ou a sua contracção com um artigo não são o mesmo nem exercem a mesma função que um pronome. Isso é básico.

 

Portanto, o problema não está em que há professores que não sabem o básico. O problema está em que há licenciados, de todas as áreas, que não sabem o básico. Esse problema não se resolve com provas de acesso, mas com um ensino exigente e exames de avaliação sérios.

 

Quem não sabe escrever nem no ensino secundário deveria poder ingressar.

 

O que urge é acabar com a leviandade e o negócio em que o regime de Abril transformou o ensino.

 

Claro que dói. O antibiótico e o analgésico curam a dor de dentes. Mas só a broca e o alicate resolvem o problema.

A liberdade foi banida do sistema de ensino

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Não tendo visto - sequer reparado - que o Mundo lá fora se alterava rapidamente, em Portugal os governos democráticos foram sucessivamente adiando a reforma e mantendo os paradigmas velhos de outros tempos. A liberdade, entendida como uma forma perigosa de fomentar a consciência própria, foi literalmente banida do sistema e as famílias, tal como acontecia durante o Estado Novo, foram impedidas de escolher livremente o percurso educativo dos seus filhos. Também contrariando o que se passava na generalidade dos Países Europeus, a liberdade de criar escolas, de gerir a autonomia dentro delas, e até a gestão corrente de currículos e conteúdos que tão importante se afigura para recriar essa adaptabilidade que é essencial aos novos tempos, foi adiada ao longo dos anos, fazendo com que cheguemos à actualidade com um sistema educativo que não integra os valores da liberdade, que não educa para a liberdade e, sobretudo, que não aceita que a liberdade seja o principal motor modernizador do próprio sistema...

Leia AQUI a versão integral deste texto de Fernando Adão da Fonseca

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

www.fle.pt

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SABER EDUCAR NAS CLASSES S0CIAIS SOBERANAS - prof Raul Iturra

 Para o seu bloguista Ricardo Santos, com prazer e em memória do sempre vivo José Paulo Serralheiro, tal como esse outro que não me esperou, Paulo Freire, o meu íntimo fraterno amigo.

Educar não é difícil. Com um pouco de paciência, nós, docentes de qualquer grau, dizemos, reiteramos, tornamos a reiterar o já explicado. Procuramos alternativas, especialmente para as denominadas Ciências Duras, que de duras apenas têm o nome e a eventual falta de memória. Não pode ser dura uma ciência que tem fórmulas, algarismos, teoremas, geometria. Por outras palavras, um mapa que orienta o pensamento. Nunca abandonei o debate com o meu amigo e salvador da minha vida, José Mariano Gago, que acaba por entende as ciências sociais por motivos familiares. Livro que lhe ofereço, livro que não lê: não tem um mapa de estrada para andar pelos labirintos do que é pensar no ar. As ciências duras, são essas que, eventualmente, obrigam a usar estatísticas, facto que não devia acontecer na Antropologia, Sociologia, Filosofia, História. Ciências de factos, de dados que se aprendem, enquanto se entende, através do que eu designo de mente cultural, conceito criado e provado por mim nos anos 90 do Século XX.
Mente cultural resultante das formas de agir, dos costumes, da história oral, do imaginário que tem uma prova: a economia. Quem sabe economia, mas a economia do povo que calcula em tempos de crise, ao fim do mês há um ordenado à espera: baixo e pouco, não a doutoral que vivemos na academia e não corre perigo. Educar não é difícil. Difícil e muito complexo é saber educar. É preciso encantar a criança como as fadas madrinhas e os Peter Pan, para seduzir a sua atenção, sentar-se não no banco do professor, mas andar quilómetros entre eles, olhar nos olhos, saber brincar no meio de uma frase de forma amável e carinhosa para tornar outra vez à frase cortada por causa da brincadeira. Isso é reiterar, com comentários simpáticos sobre a família, gastar dez minutos para comparar Dom Sebastião com as almas em pena, dizer que a República é do povo, pelo povo e para o povo, enquanto a monarquia é para as famílias que tudo têm e nem precisam aprender. Por acaso, tive como discente um filho de Isabel Windsor II do Reino Unido e do seu marido o nosso Reitor, Filipe Mountbatten, que estudou comigo ciência política, bem como ensinei o seu primo Constantino Saxo-Coburgo, da Grécia, meu colega de Faculdade e de sala de estar e de almoço que aprendeu comigo trabalho de campo para conhecer o povo. Tarde demais, tinha sido substituído pelos coronéis gregos que colocaram o PASOK-Partido Socialista Grego- no poder. Saber ensinar estes descendentes de famílias com posse de bens e força de trabalho e larga genealogia, pode parecer um problema se nos lembrarmos dos seus outros trabalhos: Rainha, Príncipe Consorte, Monarca, Conde de Wessex. Eles têm apenas um problema: saber governar ou não. Não sabiam e procuraram na universidade na que eu ensinava, um saber que se retira da prática e de leituras persistentes e ensaios e teses sobre a polis como o Mestre Aristotéis definia e ensinava.
O nosso povo tem outro problema, além de possuir apenas força de trabalho, obedecer os seus patrões que eram patronos, como em qualquer outro sítio do mundo: trabalhar para estudar de noite. Os Mountbatten, o Azevedo, os Saxo-Coburgo-Gota, os Espírito Santo, os Hohenzollern, nomeados antes, os Leite, os Vasconcelos, os Porta, os Espírito Santo, os Azevedo, os Bragança, custa-lhes estudar. Importam-se mais com a gestão dos seus bens que da ciência. Mas, quem lhes ensina, podem-se ver dentro de uma salada russa: estão a domesticar um poder soberano, que deve, é e será do povo. Apenas se esquecem e não sabem, que as dificuldades de aprendizagem dos descosidos portugueses nascem do facto de terem que encher a barriga antes da cabeça. Quando a cabeça fica cheia é com letras e livros que não alimentam nem têm mapas para indicar o caminho das letras.
Saber ensinar é transferir a história quotidiana de trabalho, dar dicas como tornar mais leves essas horas desde as sete de manhã até as cinco da tarde, com meia hora para comer um prato de sopa e beber uma cerveja. Desde a mais tenra puberdade. Saber ensinar é conhecer as relações familiares, de amigos e vizinhos para desenhar um conjunto de conceitos que não aparecem nos livros, ficando-se apto para enveredar pela perca do medo da vida e da submissão dos acima nomeados.
Para saber ensinar, o docente deve conhecer primeiro a vida do bairro da escola ou liceu e traduzir os livros Mountbatten, Bragança, para os Coelho, Pires, Pimentel, Redondo e fazer deles cidadãos de bem. Não por respeito à Constituição, mas por respeito a si próprio e à família. Como esse David Machado que criou os seus irmãos, cozinhando para eles sopa de cabaço e batatas, sendo hoje em dia, um excelente pai de família que transmite aos seus filhos a mente cultural, como bom policia que é. Saber ensinar é nunca dizer pega no livro e vai para o teu quarto. O que o David aprendeu comigo.
A herança do que eu denomino ensino – aprendizagem é apenas a educação cívica e que nós saibamos que os resultados são da nossa parte e não de um país fatimizado, como é o nosso. Herança que faz do descosido um bom cidadão, sem pretensões, sem guardar dinheiro que se investe se beber os poucos cêntimos e nunca, mas nunca, pedir aos docentes que punam os filhos porque a letra com sangue entra na Herança dos ministros com nomes gregos que procuram apoio entre os que não sabem que reuniões a fio e relatórios quotidianos, vão lentamente matando os que devem estar sempre frescos para transferir o saber. A herança que deixa o nosso governo atual é para os Vasconcelos, Mounbatten, Espírito Santo e não para o povo que é o proprietário da soberania que apenas a delega entre os que não sabem que em escolas frias e distantes, as crianças fogem. Não do saber, mas sim da miséria em que hoje estamos, herdada desde que um português governa a União Europeia e uma engenheira pretende ensinar a ensinar.
Sou português, amo o meu país, dou aulas na rua ou no mercado, para ver a matéria viva que transfiro e experimento fugir dos fatimizados ou que eles fujam das ideias portuguesas dos irmãos Grimm. Dos Judas Iscariotes. Como os Saxo Coburgo tiveram de fazer porque o povo apoderou-se da sua soberania em repúblicas e votos diretos ou sufrágio universal. Ainda assim, em professores, escolas ou livros, sem começar a sua aprendizagem dois meses após da abertura do ano leitivo, o que os Saxo Coburgo nunca sofreram: pagavam os seus docentes privados com bom dinheiro e governavam. O povo é representado um governo e para não acordar os seus apetites, começam tarde, sem docentes ou escolas por perto; trata-se que não saibam da existência do Estado Social….que a canalha faça como entenda, enquanto os Passos Coelhos, Cratos, Portas, usufruem da mais esmerada educação. O governo nem sabe nem quer saber ensinar…

Raúl Iturra
Catedrático de Enopsicologia do ISCTE-IUL
Membro Activo de Amnistia Internacional, de Human Rights Watch e do
Projecto de Alice Miller sobre a Criança Natural.
Escritor da Sociedade Portuguesa de autores, SPA, Lisboa, Unesco Paris, CUP, Cambridge, etc.
Escrito em 9 do 9 de 2009
Revisto a atualizado a
18 de outubro de 2014.
lautaro@netcabo.pt

 

 

 

Projecto privado previne o abandono e insucesso escolar

Todos são poucos para melhorar o ensino e dar mais e melhores oportunidade aos alunos. Este projecto resulta seja na escola dita pública seja na privada. Torna as escolas boas que é a única coisa que interessa às famílias e alunos. Projecto lançado pela Associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social, criado em 2006 para prevenir o abandono e insucesso escolar.

Agora é preciso estender o projecto a todo o país com ajuda do Ministério da Educação, dos Municípios e das associações de pais. As boas ideias com sucesso não são públicas nem privadas. São boas. O projecto dispõe hoje de 84 mediadores. Esse número vai duplicar no próximo ano, para cobrir 10% do território nacional, actualmente apenas coberto em 6%. Dos 84 mediadores em funções até agora, 18 foram alocados pelo Ministério da Educação que se comprometeu a disponibilizar mais 50 mediadores no próximo ano.

Situação de grande desigualdade

Com o alargamento da capacidade de oferta das instituições de ensino públicas conjuntamente com a redução da procura por haver menos jovens, são os privados que mais sofrem. Essa desigualdade gera um desequilíbrio na capacidade das instituições serem competitivas. O privado continua a ter que se financiar directamente só com as propinas dos seus alunos sem que daí resulte qualquer beneficio fiscal para os mesmos , enquanto o estado financia as suas instituições com os impostos que pais e alunos do privado pagam.

O aumento de vagas no sector público passou de 30 000 para mais de 50 000. Necessariamente tinha que diminuir no privado. Com graves consequências na concorrência que beneficia totalmente o ensino público. ( Expresso)