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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A família socialista a preparar a festa

A indignação é geral entre engenheiros, arquitectos e empresários que mais de perto trabalham com o governo nos concursos públicos.

O governo quer facilitar a adjudicação das obras públicas saltando fases dos procedimentos habituais, deixando o caminho facilitado para as "negociações" entre familiares.

António Costa tenta travar o entusiasmo ignorando o dinheiro de Bruxelas sob a forma de empréstimos. Ele sabe o que aconteceu ao dinheiro que há 20 anos jorra diariamente de Bruxelas. A economia não cresce e a dívida aumenta.

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António Costa admite que a dívida não desceu

António Costa vai usar apenas o dinheiro europeu a fundo perdido e não utilizar os empréstimos europeus. A razão é óbvia. As subvenções não vão à dívida que está demasiado elevada e que não pode ser aumentada sob pena de a frágil situação financeira se deteriorar ainda mais.

Aquela discussão de a dívida estar a descer está terminada. Para passar a mensagem o governo falava em percentagem que beneficiava do denominador estar a crescer ligeiramente ( dívida/ PIB ).

O que nos vale é que os juros estão historicamente baixos graças à compra de dívida do BCE. Estamos a pagar juros /ano que são menos de metade do que pagaríamos em circunstâncias normais.

A verdade chegou tarde mas antes tarde que nunca.

A TAP é o que é e não o que o Estado quer que seja

O accionista americano da TAP controla duas empresas de transporte aéreo que no seu conjunto têm 400 aviões, (uma nos USA e outra no Brasil) quatro vezes mais que a TAP que tem uma frota de 101 aviões. A TAP é e será uma pequena/média empresa de transporte aéreo entalada entre as companhias low cost e as grandes companhias .

A TAP (empresa de bandeira) ainda que vá a muito lado não irá a lado nenhum sem um accionista privado que acrescente dimensão . Canalizar os passageiros europeus para as companhias sul e norte americanas e vice versa, (passageiros americanos para a TAP) é uma estratégia que dá dimensão à TAP em todas as suas vertentes.

O Estado vai intervir como todos os estados europeus estão a intervir nas suas companhias aéreas. Sem gritos nem ameaças.

Esta intervenção, detalhou, será feita “na forma de empréstimo público (de Tesouro)”, contudo, Pedro Nuno Santos sublinhou que “não está excluída a possibilidade de, em fases posteriores, e por acordo, haver uma injeção com empréstimo privado garantido pelo Estado”. E essa ajuda financeira acontecerá em duas fases: “num primeiro momento que pressupõe a garantia de liquidez e num segundo momento que garante as mudanças necessárias para que a TAP ofereça as melhores possibilidades e viabilidade a longo prazo, que no fundo é o principal objetivo do Estado”.

E a reestruturação da TAP vai ser feita com redução de aviões, rotas e funcionários se assim for necessário como o ministro admitiu. Isto é, tudo no essencial o que o accionista privado tinha convocado o Estado para fazer.

Tudo o resto é ideologia barata, bravatas e ignorância.

O Bloco de Esquerda quer milhões empresta(dados)

Esta é a reestruturação da dívida que o BE sempre defendeu. Pedir emprestado mas não pagar. Seria um fartar vilanagem no aumento da despesa pública que não iria ao défice nem à dívida. Uma farturinha.

A criação de um fundo de recuperação, financiado com dívida perpétua, no valor de 1,5 biliões de euros, sendo que as fatias seriam entregues aos países em necessidade como transferências e não como dívida pública (como acontece no Mecanismo Europeu de Estabilidade).

Ou seja, no entender do BE, o MEE funciona apenas para os países terem acesso a dinheiro agora, endividando-se junto das instituições europeias, e tendo de pagar depois, “daqui a um ano ou dois”, “sendo forçados a medidas de austeridade com o pretexto da consolidação orçamental”. Esse caminho o BE não quer seguir.

Todos queremos, evidentemente, receber dinheiro aos montes sem qualquer restrição. Esta gente não acredita no trabalho e na responsabilidade e, depois, chama nomes feios aos holandeses e aos alemães que têm de prestar contas aos seus contribuintes.

Assim também eu .

A CGD pode fazer chegar liquidez à economia a custo zero

A Banca prepara-se para emprestar dinheiro a 3% quando o dinheiro lhe chega a -0,75%. O problema é que quem precisa de liquidez já está endividado. Nem a empresa quer endividar-se mais nem os bancos querem emprestar dinheiro a quem já está (muito) endividado. Que fazer ?

Os USA emitem moeda, mas a UE não pode ( e não quer ) fazer o mesmo. O BCE faz o seu papel comprando dívida e assim mantendo as taxas de juro baixas que é uma forma de aumentar a liquidez. Caímos no círculo negativo do parágrafo anterior.

Mas o governo sendo dono da CGD pode ordenar à instituição que empreste dinheiro a custo zero, rapidamente e sem burocracias. Única forma de salvar as empresas que são de salvar e conter o aumento avassalador do desemprego.

Salvar as empresas e as famílias e assim salvar a economia no seu todo.

O Governo dispõe de mecanismos de regulação económica para criar um quadro institucional capaz de assegurar que a liquidez chega à economia a custo zero. É o que propomos neste texto, dividido em duas partes.

Um governo a viver à conta do fiado

O que o INE nos diz da economia? Estamos numa enorme alhada.
Imaginem, por breves instantes, que todas as empresas do país são, apenas, uma só. Pois, no ano passado, esta grande empresa, para sobreviver, pagar salários e investir, teve de pedir emprestado às famílias e ao resto da economia mais de 4 mil milhões de euros, 2% do PIB... e, ainda assim, a produtividade caiu!
Agora, não imaginem, é real; a poupança e os excedentes das famílias, voltaram a cair e todos sabemos o que é isto: sem poupanças não há investimento. Não há futuro.

Utilizar poupanças externas para pôr a economia a mexer? Bem, isso são empréstimos dos estrangeiros. Mas tem um problema. É que os bancos estrangeiros "farejaram" que estamos no limiar do défice externo (outra vez; em 2018 um frágil provisório excedente nas contas com o estrangeiro de apenas 0,2% do PIB) e começam a esganar crédito aos bancos deste sítio...

Esta é a razão porque o País está nos seis/cinco países que menos crescem entre os 28 da UE. Este é o motivo porque Costa e família condenam o País a crescimentos anémicos, abaixo de 1,5%, para os próximos anos... a começar já em 2019.

A coisa é muito pior. O défice do fanfarrão Centeno é tudo menos virtuoso. O pior nível de investimento público (em % do PIB), desde há dezenas de anos, levou a uma perda de mais de 1,5 mil milhões de euros nos bens do Estado (os economistas chamam a esta coisada de "consumo de capital fixo") seja em desgaste nas rodo-ferrovias ou no simples raio X do hospital da vila. Ou seja: Costa, em 2018, aumentou a carga fiscal para "record da democracia" e ainda vive à custa dos impostos pagos no passado (que pagou o raio X do hospital) e dos futuros impostos (alguém no futuro vai pagar a reparação da máquina ou da estrada).

Esta família socialista vive à conta. Do fiado.
É isto que o INE nos diz.

Pinho também tem um amigo que lhe transferia dinheiro

Nada a dizer, não é o primeiro nem será o último . Os montantes é que sendo muito elevados fazem alguma confusão mas isso é para gente remediada . Para viver no centro de Paris ou  em Nova York é preciso ter um amigo milionário e generoso e quem não percebe isto ou é invejoso ou é  remediado. Pecados mortais.

Não venham dizer que a narrativa serve a um e não serve a outro. Isso é vergonhoso e injusto. E, não, a Justiça não tem a ver com essa dualidade de critérios.

Olha, como se o problema fosse o empréstimo

Estes socialistas para defenderem o indefensável dizem as maiores atrocidades. Como se fosse o empréstimo entre amigos que está em causa e não os montantes milionários, as contas escondidas e a vida de luxo. Como se o amigo não tenha estado em situação profissional de ter beneficiado com as decisões do ex-primeiro ministro.

Estes senhores não percebem que só deitam mais terra para cima do caixão ?

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Mas ela, a dívida, vai aumentando

Tornou a subir em Janeiro. É fácil compreender porque sobe. Não é o país que cria riqueza, são os novos empréstimos contraídos que pagam a dívida vencida e, pelo caminho, baixam os juros à conta do BCE. 

O Banco de Portugal anunciou esta quinta-feira, 1 de Março, que a dívida pública atingiu 243,6 mil milhões de euros em Janeiro, o que traduz um aumento de mil milhões de euros face ao nível registado no final de 2017.

Este aumento, segundo o banco central, traduz o acréscimo dos títulos de dívida pública em 2,2 mil milhões de euros, que foi "parcialmente compensado pelo reembolso antecipado de aproximadamente 800 milhões de euros de empréstimos concedidos pelo Fundo Monetário Internacional.

Os juros dos empréstimos das famílias iniciaram a subida

Quando se começa a falar de subidas de juros é fatal como o destino , Vão subir mesmo. As primeiras vítimas são as famílias que contrairam empréstimos para comprar habitação. Já vimos isto há bem pouco tempo.

O início do ciclo de subidas das taxas Euribor pode afetar mais as famílias portuguesas do que as europeias. "De um modo geral, as famílias portuguesas encontram-se muito mais vulneráveis a alterações das taxas de juro de curto prazo do que as congéneres do conjunto da área, dado que uma parte mais significativa dos empréstimos que contraíram no passado foi a taxa variável (isto é, indexada à Euribor)", avisou o Banco de Portugal no último Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado em dezembro.

O Banco de Portugal relembra que metade dos orçamentos de famílias endividadas com rendimentos baixos vai para o serviço de dívida. E conclui: "Estas famílias estarão numa situação especialmente vulnerável" quando as taxas de juro começarem a aumentar.

Problemas velhos que se mantêm e que nos levam a destinos conhecidos e nada recomendáveis. Mas mesmo em tempos de vacas voadoras não aprendemos.

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