Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Pinho também tem um amigo que lhe transferia dinheiro

Nada a dizer, não é o primeiro nem será o último . Os montantes é que sendo muito elevados fazem alguma confusão mas isso é para gente remediada . Para viver no centro de Paris ou  em Nova York é preciso ter um amigo milionário e generoso e quem não percebe isto ou é invejoso ou é  remediado. Pecados mortais.

Não venham dizer que a narrativa serve a um e não serve a outro. Isso é vergonhoso e injusto. E, não, a Justiça não tem a ver com essa dualidade de critérios.

Olha, como se o problema fosse o empréstimo

Estes socialistas para defenderem o indefensável dizem as maiores atrocidades. Como se fosse o empréstimo entre amigos que está em causa e não os montantes milionários, as contas escondidas e a vida de luxo. Como se o amigo não tenha estado em situação profissional de ter beneficiado com as decisões do ex-primeiro ministro.

Estes senhores não percebem que só deitam mais terra para cima do caixão ?

capa_jornal_i_27_04_2018.jpg

 

 

Mas ela, a dívida, vai aumentando

Tornou a subir em Janeiro. É fácil compreender porque sobe. Não é o país que cria riqueza, são os novos empréstimos contraídos que pagam a dívida vencida e, pelo caminho, baixam os juros à conta do BCE. 

O Banco de Portugal anunciou esta quinta-feira, 1 de Março, que a dívida pública atingiu 243,6 mil milhões de euros em Janeiro, o que traduz um aumento de mil milhões de euros face ao nível registado no final de 2017.

Este aumento, segundo o banco central, traduz o acréscimo dos títulos de dívida pública em 2,2 mil milhões de euros, que foi "parcialmente compensado pelo reembolso antecipado de aproximadamente 800 milhões de euros de empréstimos concedidos pelo Fundo Monetário Internacional.

Os juros dos empréstimos das famílias iniciaram a subida

Quando se começa a falar de subidas de juros é fatal como o destino , Vão subir mesmo. As primeiras vítimas são as famílias que contrairam empréstimos para comprar habitação. Já vimos isto há bem pouco tempo.

O início do ciclo de subidas das taxas Euribor pode afetar mais as famílias portuguesas do que as europeias. "De um modo geral, as famílias portuguesas encontram-se muito mais vulneráveis a alterações das taxas de juro de curto prazo do que as congéneres do conjunto da área, dado que uma parte mais significativa dos empréstimos que contraíram no passado foi a taxa variável (isto é, indexada à Euribor)", avisou o Banco de Portugal no último Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado em dezembro.

O Banco de Portugal relembra que metade dos orçamentos de famílias endividadas com rendimentos baixos vai para o serviço de dívida. E conclui: "Estas famílias estarão numa situação especialmente vulnerável" quando as taxas de juro começarem a aumentar.

Problemas velhos que se mantêm e que nos levam a destinos conhecidos e nada recomendáveis. Mas mesmo em tempos de vacas voadoras não aprendemos.

jurosh.jpg

 

A dívida é o somatório de todos os défices

E os défices resultam da despesa ser maior que a receita. Mas os que querem mais despesa são os que querem renegociar a dívida para ficar com mais margem para gastar , o que aumenta a dívida...

A dívida é a memória do comportamento da execução orçamental ao longo de muitos anos, ao contrário do défice que resulta do exercício de um só ano. Os portugueses deviam ter medo de uma dívida monstra que não para de crescer .

A dívida é o sinal mais importante do comportamento da economia e não se paga sem uma execução orçamental sustentada e sem crescimento da economia. E não, não há credores dispostos a emprestar mais dinheiro a quem anda de mão estendida a pedir e não faz o trabalho de casa.

"A divida pública é um problema grande. Nós temos mesmo que fazer diminuir a divida porque essa é que demonstra o nosso comportamento constante ao longo do tempo e os problemas estruturais que o país tem e que fez com que a divida acumulada tivesse crescido tanto", afirmou a vice-presidente do PSD.

O Banco de Portugal (BdP) divulgou hoje que a dívida pública aumentou em Março para 243,5 mil milhões de euros, crescendo 23 milhões de euros face a Fevereiro e cerca 10 mil milhões face ao mês homólogo do ano passado."

Catarina Martins já veio dizer que lançando mão da almofada financeira do Banco de Portugal podemos de imediato gastar mais.

Aumentar despesa e conter o défice implica aumentar impostos e/ou fazer fazer crescer a dívida. E ela cresce...

 

Caso Sócrates se salve o amigo está tramado

Se o Tribunal aceitar a tese de Sócrates que o dinheiro não é dele então as suspeitas cairão todas sobre Carlos Santos Silva . E este é tão amigo que além dos empréstimos não se importará de arcar com todas as responsabilidades inclusivé ir parar à cadeia ?

Se as contas bancárias forem mesmo de Sócrates, percebe-se que delas tenham saído os pagamentos de férias que ele fez com namoradas em sítios luxuosos.

Mas se o dinheiro for de Carlos Santos Silva, já se percebe menos bem por que razão serviu para pagar essas extravagâncias. 

E a que título é que Carlos Santos Silva recebeu milionárias quantias se nada o ligava a esses negócios e não estava em posição de os facilitar a não ser por ser amigo do ex primeiro ministro ?

Poderia continuar a dar exemplos, mas estes chegam para mostrar que, se o dinheiro for de Sócrates, tudo faz sentido; mas se for de Santos Silva, nada se compreende.

A CAIXA não precisa de mais mentiras

Vamos, agora , que já se percebeu que "palavra dada não é palavra honrada" falar na CAIXA ? É que com todo este folhetim vamos esquecendo o que nos interessa verdadeiramente. Que eles passam a vida a dizer meias verdades já sabíamos.

"O Presidente tem razão e os deputados da direita que hoje vão interrogar o ministro podem aproveitar para lhe perguntar sobre aquilo que verdadeiramente interessa. Como está a recapitalização da Caixa? Onde está o plano ao abrigo do qual os contribuintes foram novamente chamados? De quem são os créditos malparados que levaram o banco público a chegar onde chegou (o Banco de Portugal e a CMVM não querem dizer)? Como vai a auditoria forense à Caixa que está parada no banco central? Que regime vai ser aplicado para indemnizar os trabalhadores a dispensar no processo de reestruturação do banco? Como e quando será feita a colocação da dívida da Caixa em privados, e a que preço? "

Quem tem medo da verdade na CAIXA ?