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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O PS salvou a pele mas perdeu o país

Com a situação a que chegou novamente o país pela mão do PS aquele discurso de que não tem culpa nenhuma não serve mais.

Os últimos 20 anos foram preenchidos por governos PS e António Costa esteve em todos eles.O PSD esteve no governo no tempo da Troika chamada por Sócrates com o país em bancarrota. Face ao aparecimento de novos partidos não vale a pena ensaiar desculpas.

A culpa é dos problemas que não se resolvem. Os polícias sentem-se humilhados.O SNS bateu no fundo e já há as vozes de Carlos César e Ana Catarina Mendes a exigirem solução para os serviços que fecham e para a falta de médicos e enfermeiros. Claro que estas vozes vindas do aparelho do PS é só para doentes em listas de espera verem.

As previsões de Bruxelas apertam com o optimismo de Centeno que é o primeiro a sentir-se atacado pelas vozes vindas do interior do partido. O primeiro ministro prepara-se para deixar cair o seu ministro das finanças como, aliás, já começou a fazer na hierarquia do governo. Costa fará a Centeno o que for preciso como sempre fez ao longo da sua carreira.

Se António Costa não colocar o crescimento da economia como o objectivo principal ( e para isso tem que fazer reformas que vão ao arrepio do PCP e do BE) e encarar de frente o endividamento crescente do país, não resolverá nenhum dos problemas.

Só o crescimento da economia dará margem para resolver problemas que se devem exclusivamente à falta de dinheiro apesar da elevada carga fiscal que os contribuintes suportam.

Não há margem para aumentar impostos nem para mais endividamento e descer a dívida o PS nunca o fez e não o fará agora.

António Costa voltou à Quadratura do Círculo.

O condicionamento industrial de Salazar

As vozes que se fazem ouvir contra o turismo, o alojamento local e os "tuk tuk " são a cultura do condicionamento industrial de Salazar que perdura 40 após o 25 de Abril. Amordaçar, acorrentar a liberdade de iniciativa da sociedade civil que só os que têm muito dinheiro e poder conseguem contornar.

Ora, se há alguma certeza é que Portugal nunca sairá da sua apagada e vil tristeza enquanto perdurar este ódio feito bandeira "pública" aos empreendedores. Já não serve dizer que a culpa é do Euro ou dos mercados porque os outros países com os mesmos " constrangimentos e chantagens , no típico linguarejar do PCP e BE, crescem, criam postos de trabalho, e até absorvem a mão de obra portuguesa que aqui não encontra trabalho.

Por outro lado os patrões portugueses, na sua maioria, têm como objectivo enriquecer depressa deixando para segunda preocupação o investimento em novos equipamentos, na inovação e na formação dos seus trabalhadores.

O crescimento da economia é a chave para a resolução de todos os problemas macro-económicos nacionais. Portugal nunca foi capaz de produzir o suficiente para que o seu povo tivesse uma vida digna e é por isso, e não por ser um povo aventureiro, que procurou novos mundos e que continua a emigrar às centenas de milhar.

E, a verdade, é que mais uma vez a economia não cresce , a emigração continua, o SNS soçobra e a educação continua nas mãos de quem a cobriu, ano após ano, de um manto de mediocridade.

Bem pode a extrema esquerda lançar poeira para os olhos e não perder oportunidade de manifestar o seu ódio a quem cria riqueza e postos de trabalho . E o "Babush ", feito primeiro ministro, lá anda pela longínqua Índia a atrair investimento que não consegue captar aqui no ocidente. Como se as condições que Portugal oferece para atrair investimento e empresários fossem más para os ocidentais mas boas para os orientais.

A China anda por cá a comprar empresas públicas "rentistas " que não encontra em mais país nenhum. Ou acham mesmo que os chineses andam por cá por terem "os olhos em bico "?

PS :

Esta lei foi publicada em 1931 pelo decreto lei nº 19354, define que compete ao Ministro do Comércio e Comunicações depois de consultado o Conselho Superior Técnico das Industrias autorizar:

 

A instalação de novos estabelecimentos industriais e a reabertura no caso de paragens por tempo igual ou superior a dois anos.

                                  

A montagem ou substituição de tecnologia nas empresas de que resulte aumento de produção;

A transferência de licenças de exploração, arrendamento ou alienação de estabelecimentos a estrangeiros ou a empresas estrangeiras                              

              

            A lei do Condicionamento Industrial serviu para eliminar a concorrência interna das empresas já existentes em cada ramo , mas ao mesmo tempo , contribuiu para a estagnação tecnológica, a criação de monopólios e a fraca qualidade dos bens e serviços comercializados.

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Começa cedo o passa culpas

A culpa fosse qual fosse era do Passos Coelho agora passa a ser do comportamento da economia mundial.

Mas durante quatro anos não andamos todos a avisar António Costa que a sua governação era "poucochinho", que o PIB não crescia o suficiente, que estamos na cauda dos mais pobres (PIB/per capita)? Passadas as eleições e ainda a formar governo aí está a primeira barragem de fogo.

Afinal a economia está mesmo a arrefecer e o diabo está a caminho. 

“Da Assembleia a eleger sairá um Governo que, tal como a própria AR, terá desafios de peso pela frente.” Exemplos: “Apostar em mais crescimento, mais emprego, combate à pobreza e às desigualdades, também entre litoral e interior, melhor educação e saúde, segurança social garantida para um futuro mais longo...”

Mas não está tudo bem ?

 

 

 

 

 

Isto está tudo preso por arames

Como é evidente para quem quer ver este texto não deixa dúvidas. E o pior é que nem sequer está nas mãos do governo evitar o que aí vem. Não é "se" é "quando".

Quando a inflação chegar aos 2% ( horizonte que o Banco Central Europeu procura com a política de taxas de juro) as taxas de juro também subirão para pelo menos 2% e a hecatombe é inevitável.

Seis por cento do PIB só para juros.

Entretanto  PCP e BE ideologicamente cegos pressionam para que o excedente nas contas seja aplicado em mais despesa pública. Mais despesa, mais impostos e aí estamos no circulo infernal.

Não é por birra nem para ter as mãos livres para fazer asneiras que António Costa quer a maioria absoluta e assim ver-se livre dos partidos extremistas. É que o que aí vem vai exigir rigor que é coisa que a extrema esquerda não tem nem quer.

Sem dinheiro para investir e com uma dívida que não pode crescer o Estado não consegue responder às necessidades de investimento e, como aqueles partidos não querem o investimento privado, a economia não cresce o suficiente.

Mas que seja o PS a arrostar com as dificuldades que se adivinham para os próximos dois anos se calhar até é justo que volte a ser governo.

A economia vai crescer até às eleições depois decresce

O governo tem a previsão mais optimista. As instituições nacionais e internacionais prevêm que a economia cresça menos. Curiosamente cá dentro andam a dizer-nos que a economia vai crescer no limite superior do intervalo da previsão. Nada mais conveniente.

Claro que depois das eleições a economia começará a decrescer até chegar às previsões mais pessimistas.

Portugal precisa de crescer economicamente muito mais do que cresce e isso só se faz libertando a criatividade e iniciativa privadas, contra a esquerda da actual maioria, cuja estratégia é distribuir cada vez mais o que há, mesmo que daí resulte que o que há para distribuir seja cada vez menos.

"

O INE com “paninhos quentes”.

Os técnicos do INE fizeram, hoje, uma coisa feia, muito feia: a economia está a afundar, mas usam a margem discricionária que possuem para manter o PIB ao ritmo do primeiro trimestre.
Tudo para não afrontar Costa a menos de dois meses das eleições. “Quem se mete com o PS...”
Lá mais para adiante, claro, fazem uma “revisão em baixa” dos valores do PIB. Uma vergonha.

Consegue isto e, ao mesmo tempo, o INE diz o seguinte: a economia no segundo trimestre cresceu apenas porque as importações desaceleraram mais que as exportações...!
Isso, leu bem.
De resto, diz o INE, há forte desaceleração da procura interna (consumo das famílias) principalmente, realça, na componente do investimento empresarial...

Gastar na máquina do Estado ou reduzir impostos ?

São dois cenários claros que os portugueses têm nas próximas eleições legislativas .

Esse é o ponto central da nossa análise económica - as nossas medidas são desenhadas para aumentar a competitividade da economia portuguesa. Elas são baseadas em três drivers fundamentais: aumento do investimento, por um lado público, mas sobretudo privado; aumento das exportações; poupança. Recalculámos o cenário-base do Conselho de Finanças Públicas e chegámos a taxas de crescimento que vão em crescendo, mas que, face àquilo que é o Programa de Estabilidade do governo, tem uma diferença do ponto de vista nominal de cerca de 0,5%.

O PSD entende que as empresas são o ponto central para a criação de riqueza e para a criação de emprego. Só a criação de riqueza é que permite depois aumentar os salários por um lado e, por outro lado, cobrar impostos que depois permitam políticas redistributivas, seja em sede de IRS seja em sede das prestações sociais em dinheiro e em espécie ou seja, o Serviço Nacional de Saúde, o sistema de educação, etc. As empresas estão no centro dessa opção de política económica. Mas isto não invalida que não haja de facto um problema de salários baixos.

Eu acho que isto é um exercício de transparência para os portugueses, penso que a mensagem não podia ser mais simples e mais clara, se houver crescimento económico nos próximos quatro anos, há duas opções completamente diferentes: o Governo quer gastar na máquina do Estado, nós queremos reduzir impostos. Portanto a escolha dos portugueses é muito simples e eu acho que o debate político só ganha em ter mensagens simples e que possam permitir escolhas às pessoas. Tal como disse antes, o Governo prevê o crescimento nominal de 3,5%, nós prevemos de 4%, não há uma diferença tão significativa, a composição será seguramente diferente daquilo que nós queremos fazer com esse dividendo orçamental que é dado pelo crescimento nominal. O que o Governo fez nos últimos quatro anos, e pretende fazer nos próximos quatro atendendo à informação que temos, que o programa do PS ainda não foi revelado, é continuar a aumentar a despesa corrente primária, o que nós defendemos é que essa margem deve ser sobretudo canalizada para a redução e impostos e também para a recuperação de infraestruturas.

Rui Rio para ter uma economia mais forte quer baixar a maior carga fiscal de sempre

Baixar a maior carga fiscal de sempre às empresas e aos cidadãos é o objectivo de Rui Rio.

Sem uma economia mais forte tudo é poucocinho como estes quatro anos mostraram à saciedade. Já estamos numa trajectória de redução do crescimento do PIB, a dívida não diminui e os serviços públicos é o que se sabe.

Baixar a carga fiscal de 34,9% para 33% sobre o PIB.

- Redução gradual da taxa de IRC em 4 pontos percentuais na legislatura. Custo de 1.600 milhões de euros

- Outras medidas em sede de IRC, como incentivos fiscais a investimentos no interior. Custo de 300 milhões de euros  

- Redução de 23% para 6% da taxa de IVA do gás e eletricidade para uso doméstico. Custo de 500 milhões de euros

- Redução de taxas nos escalões intermédios de IRS; Aumento das deduções das despesas com educação e Forte incentivo fiscal à poupança das famílias. Custo de 1.200 milhões de euros

- Redução da taxa mínima do IMI para 0,25% e eliminação do adicional ao IMI (imposto "Mortágua"). Custo de 100 milhões de euros

O líder do PSD garante que não há perda de receita, a origem da mesma é que difere da atual política, indicou Rio. “Ninguém está a dizer que a receita fiscal vai descer. Vai crescer por via do crescimento da economia e que os portugueses pagariam caso o PS” ganhe as eleições, tratando-se de “uma opção política.”

 

O investimento público é o mais baixo de todas as economias avançadas

Como é que a economia pode crescer e o desemprego diminuir se não há investimento ? Não pode e mais tarde ou mais cedo Mário Centeno vai pagar a factura .

O ‘mistério da retoma sem investimento’ que tem caracterizado a economia portuguesa nos últimos anos e que se deve ao facto da muito forte criação de emprego (uma excelente notícia) ter estado nos últimos anos muito concentrada em sectores de baixa produtividade, fazendo-se acompanhar por escasso ou inexistente investimento (uma má notícia). É também isso o que explica que a produtividade em Portugal esteja em queda desde 2014, questão a que me referi aqui há algumas semanas: quando o emprego cresce mais do que o produto, a produtividade, que corresponde ao rácio entre essas duas variáveis, diminui.

É por isso especialmente preocupante que os níveis de investimento da economia portuguesa estejam tão em baixo.

O Euro, a modernização do país e a dívida

Portugal modernizou-se com a entrada no Euro. Cento e trinta mil milhões de Euros entraram no país em condições de que nunca o país beneficiaria fora do Euro.

Com excessos resultantes de decisões políticas erradas a dívida cresceu demasiado mas a culpa não é do Euro. Mesmo assim a dívida ( de que resultou a modernização do país) é paga em condições extraordinariamente favoráveis graças a juros baixíssimos e ao programa de compra de dívida do BCE.

A alternativa, com moeda própria, seria um país atrasado, sem as estruturas necessárias a uma economia sólida e sem a qualidade de vida que o povo tem hoje como nunca teve antes.

O actual governo cortou como nunca no investimento favorecendo a despesa com pessoal. Espera-se o quê na economia nos próximos anos ? Que tenha um crescimento forte sem investimento ?

Diz-se que há países com cujas economias nos comparamos que crescem muito mais do que nós estando no Euro e outros fora do Euro.  Porque não crescemos nós se o Euro não impede o crescimento nesses países também eles integrados no Euro ? Más decisões de investimento e esse espírito anti-empreendedorismo que desgraçam o país.

É, claro, que há vantagens e desvantagens em pertencer ao Euro em conjunto com economias em situações de desenvolvimento muito diferentes. Mas ter moeda própria para a desvalorizar empobrecendo o país como aconteceu desde sempre não parece ser uma alternativa inteligente.

Um governo a viver à conta do fiado

O que o INE nos diz da economia? Estamos numa enorme alhada.
Imaginem, por breves instantes, que todas as empresas do país são, apenas, uma só. Pois, no ano passado, esta grande empresa, para sobreviver, pagar salários e investir, teve de pedir emprestado às famílias e ao resto da economia mais de 4 mil milhões de euros, 2% do PIB... e, ainda assim, a produtividade caiu!
Agora, não imaginem, é real; a poupança e os excedentes das famílias, voltaram a cair e todos sabemos o que é isto: sem poupanças não há investimento. Não há futuro.

Utilizar poupanças externas para pôr a economia a mexer? Bem, isso são empréstimos dos estrangeiros. Mas tem um problema. É que os bancos estrangeiros "farejaram" que estamos no limiar do défice externo (outra vez; em 2018 um frágil provisório excedente nas contas com o estrangeiro de apenas 0,2% do PIB) e começam a esganar crédito aos bancos deste sítio...

Esta é a razão porque o País está nos seis/cinco países que menos crescem entre os 28 da UE. Este é o motivo porque Costa e família condenam o País a crescimentos anémicos, abaixo de 1,5%, para os próximos anos... a começar já em 2019.

A coisa é muito pior. O défice do fanfarrão Centeno é tudo menos virtuoso. O pior nível de investimento público (em % do PIB), desde há dezenas de anos, levou a uma perda de mais de 1,5 mil milhões de euros nos bens do Estado (os economistas chamam a esta coisada de "consumo de capital fixo") seja em desgaste nas rodo-ferrovias ou no simples raio X do hospital da vila. Ou seja: Costa, em 2018, aumentou a carga fiscal para "record da democracia" e ainda vive à custa dos impostos pagos no passado (que pagou o raio X do hospital) e dos futuros impostos (alguém no futuro vai pagar a reparação da máquina ou da estrada).

Esta família socialista vive à conta. Do fiado.
É isto que o INE nos diz.