Não está fácil conseguir maiorias para apoiar os vários candidatos aos lugares de chefia na UE. A maioria que sempre funcionou de socialistas e PPE já não faz maioria. Há que juntar outras forças.
A questão é que o essencial não é a separação entre esquerda/direita mas a separação entre grupos pró UE e grupos anti UE. E isso muda tudo no que diz respeito a alianças.
Cada vez mais as eleições nacionais têm que ser condicionadas com o que vão resultar em termos europeus. A extrema direita e a extrema esquerda vão ter que escolher sob pena de caminharem para a perda de influência a nível europeu. Essa não é uma questão da Democracia é uma questão dos eleitores.
Em todo o caso, Timmermans não fecha a porta a acordos com o PPE. A única coligação que exclui é com a extrema-direita. E aqui está em sintonia com Weber, que deixou a mesma garantia este domingo. “Não há hipótese de qualquer cooperação com os extremistas da esquerda e da direita”, disse em Bruxelas.
PS : Timmermans é apoiado por Costa e Macron. Weber é apoiado por Merkel
Agora é a Associação dos directores das escolas que consideram que os sindicatos estão a ir longe de mais. Os sindicatos já estão a levar isto longe de mais", critica Adalmiro da Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP). "Tenho sempre dúvidas se os sindicatos estão mesmo a defender os interesses dos professores ou se estão a defender interesses partidários", acrescenta ainda Adalmiro da Fonseca.
Há vários directores de escolas que, mesmo antes do ministério instruir nesse sentido, estão a convocar todos os professores para o dia 17.
Não estou a prejudicar a greve, estou a ser justo. Por que é que havia de convocar os 30 docentes estritamente necessários? E por quê aqueles 30 e não outros 30? Se os 180 estiverem em greve os exames não se realizam”, disse Adelino Calado, que assegura não ter recebido qualquer indicação do Governo para agir desta forma.
O dirigente da ANDAEP diz estar certo de que não está a cometer qualquer ilegalidade, já que “cabe o director distribuir o trabalho pelos professores, quando não há aulas”. “Não falta trabalho para fazer, haverá tarefas para todos os que não estiverem em greve”, disse.
Em Coimbra, em Carcavelos e em Lisboa há directores de escola a convocar professores para que os exames se realizem. Há professores que não querem prejudicar os alunos. Só uma escola centralizada e sindicalizada é que trata professores responsáveis ao mesmo nível dos que estão permanentemente travestidos de políticos.
Fui dos poucos que esteve em Alvalade ver um jogo a feijões. Mas o que se passou nas bancadas não foi a feijões . Foi feio e mostra claramente que há quem queira piorar a situação. O Sporting marcou um belo golo e apareceram logo grupos organizados em situação estratégica a invectivar Godinho Lopes. O Sporting ganhou e bem.
A experiência de Jesualdo vai rapidamente colocar a equipa a jogar muito melhor. Para o problema actual, sair da péssima situação, chega e sobra, outro tanto não se peça para voos mais largos. Não há bons jogadores em posições fundamentais.
Compraram-se jogadores que até fisicamente são semelhantes, leves e sem potência muscular.( sim, mas esse é o Messi...). Não há um jogador para segurar a bola e fazer a ligação ataque/linha média, que jogue nas costas e próximo do desamparado holandês.
Entrou um jovem da equipa "B", um tal Zézinho que se fartou de jogar a bola, se calhar há mais...
O pior de tudo é não deixarem os mandatos irem até ao fim do prazo para que foram eleitos os directores. Estes jovens que gritam agora são os mesmos que mandaram embora o Domingos. O resultado está aí à vista.