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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Catarina Martins quer deslegitimar os países ocidentais .

Mas só esses. Nada disto é novo .

Enquanto o presidente da república, em Boston, declarava Portugal capaz, como nenhum outro país, de “compreender, de dialogar, de aproximar pessoas”, por cá, Catarina Martins revoltava-se, muito indignada por os “discursos oficiais” não terem “reconhecido a enorme violência da expansão portuguesa, a nossa história esclavagista”. Que dizer? O 10 de Junho deveria ser um dia de vergonha e de penitência nacional – não o dia de Portugal, mas o dia contra Portugal?

Quando os portugueses chegaram a África encontraram um paraíso com os passarinhos a chilrear e sem escravatura nenhuma. Era um país comunista mesmo antes de o comunismo aparecer e de assassinar milhões de pessoas .

Claro que para esta traidora a escravatura nunca existiu há mais de 4 000 anos muito antes, portanto, de os portugueses iniciarem as viagens marítimas.

 

No dia de Portugal caiu-lhes a máscara

  • Rui Cepêda 10 Jun 2014

    O insulto à Pátria protagonizado pela canalha sindicalista da CGTP provocou-me indignação e vergonha. A passividade dos mais altos representantes do Estado, civis e militares, foi qualquer coisa de surrealista e lamentável. Salvou-se o CEMGFA, o primeiro a ajudar o Presidente e que se visse, o único a pedir respeito pela cerimónia e pelos militares, ainda que tarde.
    Só que a gente que toma atitudes destas não se deve pedir, mas exigir o mínimo de respeito a que todos os Portugueses decentes se obrigam. Independentemente da pena que deveriam sofrer, não é admissível permitir-se aquele espectáculo repulsivo.
    A ofensa aos verdadeiros Portugueses a que infelizmente assistimos não tem nada que ver com a democracia e liberdade de expressão. É pura bandalheira insultuosa. Basta!!!

  • Fernando Alves 10 Jun 2014

    Como professor, lamento profundamente o triste espectaculo dado por alguns dos meus colegas, refens e marionetas dos sindicatos, que demonstraram um enorme falta de respeito pelo país com aqueles protestos. Será por atitudes como esta, cada vez mais frequentes, que o povo respeita cada vez menos os professores.

O pulha

Mário Nogueira, "o alucinado" sindicalista, o empregado do PCP a exercer funções na CGTP mas pago por todos nós. Co-governa a Educação há trinta anos. Faz sempre de conta que está indignado e que não tem culpa nenhuma na situação a que chegou a Educação. Boas escolas privadas cheias de alunos ricos. Boas escolas públicas cheias de alunos remediados. Más escolas públicas cheias de alunos pobres. Mas " o pulha" não quer mudar este estado de coisas. Luta contra o direito da liberdade de escolha da escola pelas famílias.

É este carácter que os professores elegeram como seu chefe de fila. Rebola-se a rir quando vê alguém em dificuldades e mete o rabinho nas pernas quando vê a reacção entusiástica do povo a que diz pertencer. Ria compulsivamente entre os arruaceiros. Ele é o chefe. Há muitos professores que o adoram. É cada vez mais o fiel retrato de uma profissão. Um trabalhador que como tantos outros nunca trabalhou.

Neonazis não respeitam o dia de Portugal

Não respeitam nada nem ninguém. Se estivessem num dos paraísos em que acreditam borravam-se de medo e não piavam. Abusam da generosidade da democracia para pisar a liberdade do povo que quer prestar homenagem às Forças Armadas. Há quarenta anos que o povo os rejeita em eleições sucessivas mas, isso, é porque o povo não está preparado. O mesmo argumento dos fascistas que nos aprisionaram durante cinquenta anos.

É preciso dizer a estes neonazis que não toleramos as "grândoladas" e as manifestações que têm como objectivo destruir a liberdade. Por mais "espontâneas" que sejam.