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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os professores querem tudo e não deixam nada

E os outros ? Quando os professores agora reclamam que devem ser repostos automaticamente os nove anos em que a progressão das carreiras esteve suspensa, que pensarão os que tiveram de sofrer o desemprego? Os que quando retomaram a atividade viram os seus salários baixar muito em relação ao que tinham no passado? Que dirão as centenas de milhares que tiveram de emigrar? A pretensão de recuperar o que se perdeu com a crise é legítima, mas não só é irrealista e irresponsável em termos do equilíbrio das finanças públicas como é profundamente injusta em termos sociais. 

Os professores foram congelados mas os trabalhadores privados foram para o desemprego

Se os professores se acham no direito de recuperar o tempo em que as suas carreiras estiveram congeladas que dizer dos cerca de 400 000 trabalhadores do privado que foram despedidos ?

É que os professores viram as suas carreiras congeladas pelas mesmas razões que os trabalhadores que foram para o desemprego .Estes perderam o salário, as carreiras, os descontos para a Segurança Social . Então onde é que está a tal justiça social tão querida dos partidos da extrema esquerda ?

E dinheiro, há ? Claro que não, contas feitas a reposição das carreiras aos cerca de 150 000 professores é incomportável orçamentalmente, sem prejuízo de maior défice e maior dívida.

O governo já o disse pela boca do primeiro ministro e ministro das finanças. Chantagem, como afirmam os sindicatos ? Estamos conversados .

Na Zona Euro há menos 1,5 milhões de desempregados

A economia cresce na Zona Euro o que é uma bênção para Portugal . Há menos 1,5 milhões de desempregados e como esses países são o destino principal das nossas exportações (principalmente turismo), é sopa no mel . E apesar do Brexit o Algarve está cheio de ingleses e no verão continuará cheio de ingleses. Razões que explicam a queda do desemprego por cá.

Portugal está a beneficiar ( melhor : continua a beneficiar) por pertencer à Zona Euro . Além dos turistas estão a caminho os subsídios para o investimento . Mas como o investimento na base dos subsídios europeus exige uma comparticipação de 20/25% nacional, vai continuar a ser cortado ou sujeito a chico-espertices. Nada pior para uma economia que corre para os níveis de 2004.

Apesar destas boas notícias e do PCP e do BE se terem convertido no que diz respeito à disciplina orçamental europeia, as agências de rating não se deixam convencer . E a pergunta é : o que se passa em Portugal é sustentável ? As dúvidas são muitas. 

Com o fortalecimento da economia da Zona Euro abre-se uma nova oportunidade para Portugal deixar para trás de vez a situação de patinho feio . E da Alemanha, pela voz de Merkel, chegam-nos fortes indícios que é com os países europeus que conta como parceiros na cena mundial. E já percebeu que se abrir os cordões à bolsa ( aumentar o poder de compra dos alemães) todos os países europeus beneficiarão, o seu excedente comercial externo é mais que suficiente.

Assim Portugal esteja à altura das imensas oportunidades que se formam no horizonte.

Salário para os desempregados

Na Finlandia entrou-se num teste que vai durar dois anos e que envolve 9 000 pessoas desempregadas. Como é que os envolvidos vão reagir recebendo 560 Euros sem trabalhar ?

Finlândia tornou-se o primeiro país da Europa a pagar aos seus desempregados um rendimento básico mensal, no montante de 560 euros, uma experiência social inédita que pretende cortar a burocracia, reduzir a pobreza e fomentar o emprego.

Vai ser muito interessante observar como as pessoas se vão comportar”. “Vai levá-los a experimentarem diferentes tipos de empregos? Ou, como alguns críticos acusam, vai torná-las preguiçosas, depois de saberem que vão receber um rendimento básico sem fazerem nada?”.

Se não há trabalho para todos o melhor mesmo é deixar as pessoas optar por diferentes formas de estar . É bem melhor do que ter um exército de funcionários públicos a trabalhar a tempo inteiro a controlar , que é uma forma de não fazer nada com custos acrescidos.

Portugal é um bom exemplo, basta contactar por uma vez os serviços de emprego.

Os trabalhadores pobres na China são a razão do desemprego no Ocidente

Compramos jeans a 5 euros porque na China há trabalhadores que trabalhando em condições horríveis ganham miseravelmente. E esta é a razão primeira do desemprego nos US e na UE. 

Foram estes trabalhadores americanos desempregados ou "em perda" que deram a vitória a Trump. Estados tradicionalmente democráticos deram agora a vitória aos republicanos e, não por acaso, constituem a "cintura industrial do lixo " na América.

Entretanto, em cada seis chineses há um milionário , como bem se vê pelas compras milionárias que a China e os chineses fazem por essa europa fora e nos US.

Com o politicamente correcto na agenda fomentamos a globalização, não pelas razões certas mas pelas razões erradas. Cresceram os pobres e os ricos de ambos os lados à custa dos avanços sociais que a classe média dava como adquiridos.

Por cá, pelo quadrado, vemos a classe média ser depenada para encher os bolsos ( antes fosse) de quem tem trabalho certo e seguro . Há cada vez mais excluídos e isso tem consequências mais tarde ou mais cedo. Tudo tendo como pano de fundo uma economia que não cresce, que não cria riqueza. O mesmo dinheiro só muda de mãos. Entre muros e inter-nações.

Sem uma economia capaz de pagar salários decentes e sustentar o estado social o contágio será inevitável na Europa. O populismo à esquerda e à direita fará o resto pouco que falta.

Merkel, a cara da má direita, segundo os progressistas, lidera as soluções para acolher os milhões de migrantes que nos procuram . Passou de besta a bestial .

 

António Costa a apelar à emigração de professores ?

Caiu o Carmo e a Trindade quando Passos Coelho lembrou que a emigração é uma boa saída para quem não consegue emprego. Sempre foi assim em Portugal  E, hoje, a emigração é esclarecida, não vai à sorte nem à aventura, a maioria sai daqui com contrato de trabalho e com apartamento para os primeiros tempos. Acrescem os conterrâneos que já lá estão .

Quem fica muito incomodado são os acomodados, os que têm trabalho certo e que não fazem nada para ajudar quem passa por um momento difícil. E, convenhamos, passar os melhores anos da vida no desemprego ou em empregos medíocres não é coisa que se recomende.

Tanto é assim que é agora António Costa a lembrar aos professores desempregados que o ensino do português em França é uma boa oportunidade para encontrar emprego. Oportunidade sim, sem dramas.

Isto é obviamente muito importante para a difusão da nossa língua. É também uma oportunidade de trabalho para muitos professores de português que, por via das alterações demográficas, hoje não têm trabalho em Portugal e que podem encontrar aqui, mas é também um grande desafio para a nossa tecnologia e para a capacidade de fomentar o ensino à distância”, considerou.

Um em cada quatro desempregados voltou a trabalhar em 2015

Um em cada quatro portugueses que estavam desempregados no primeiro trimestre de 2015 conseguiu voltar ao mercado de trabalho no trimestre seguinte. Em Portugal, 25% das pessoas que estavam desempregadas no início de 2015 conseguiram transitar para uma situação de emprego, uma percentagem superior à média de 18,6% da União Europeia. As restantes 58,6% permaneceram desempregadas e 16,3% passaram do desemprego para a inactividade.

Globalmente, a situação portuguesa é melhor do que na média dos 28 países da União Europeia.

O comportamento da criação de emprego é um dos factores que melhor explica o resultado das recentes eleições. Se a situação fosse de calamidade social como por aí se aventa nem por sombras a Coligação no governo teria ganho . 

Menos 100 000 desempregados relativamente a Abril de 2014

Cresce a economia desce o desemprego. É positivo e natural. O número de desempregados registados nos centros de emprego desceu 2,9% em abril, em relação a março, e 14,2% face a abril de 2014, totalizando 573.382, divulgou na sexta-feira o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
De acordo com os dados mensais do desemprego divulgados pelo IEFP, o número de desempregados em abril baixou 17.223 relativamente ao mês anterior e caiu 94.641 relativamente ao mesmo mês do ano anterior.
A diminuição homóloga de desempregados inscritos nos centros de emprego ocorreu em todas as regiões do país, mas com maior incidência no Algarve (menos 17,3%).

Agora que se mata em nome de Alá e não de Marx

São os desempregados e não integrados que são terroristas. Fantástico, os portugueses devem estar todos empregados e integrados pois deles, não se tem conhecimento de actos terroristas.

São sempre os ocidentais que têm culpa mesmo quando são as vítimas na sua própria terra.

Nós, europeus, temos um problema sério. Não com os terroristas que por mais chocante que seja escrevê-lo nestes dias não é a nós, ocidentais, que causam maior dor: enquanto na Europa se repetia “Todos somos Charlie”, na Nigéria o Boko Haram matava 2000 pessoas, na sua maioria mulheres, crianças e velhos sem que alguém se indignasse ou sequer admirasse. Não há semana em que na Nigéria, no Paquistão ou no Quénia o terrorismo islâmico não faça atentados. Meninas de dez anos são transformadas em bombistas suicidas. Das vítimas ninguém sabe nada, nem a idade, nem o nome nem o que faziam.