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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E as crianças, Senhor ?

Alunos no ensino superior sem propinas depois de todo o secundário sem propinas. Mas as crianças até aos seis anos não têm creches gratuitas e mesmo a pagar são poucas e más. Será porque não votam ?

Quem puder pagar deve pagar até porque ninguém é obrigado a ir para o ensino superior e porque a licenciatura dá acesso a carreiras profissionais melhor remuneradas.

Bem melhor seria ajudar as famílias com residências, cantinas e livros. No Orçamento de Estado não há verbas para residências e acção social, muito dependente de fundos comunitários, não aumenta .

Eliminar as propinas é pedir aos pobres para financiarem os estudos dos mais ricos . Não é possível governar com dogmas ideológicos .

Quem é que escolhe as leituras para as minhas netas ?

Rabetas, lésbicas e meninas e meninos fracturantes. O estado, por iniciativa do ministério da educação ( tudo com letra pequena) não pergunta nada aos pais nem aos avós . É pelo cu que entram as coisas ? Aí vai, escolhido para ser lido a crianças de sete anos ou menos. Diz que é cultura e progressista.

Também é progressista e culto respeitar as crianças e as famílias o que esta paneleiragem nunca tem em mente. Toda a merda em que se afundam querem partilhar com quem pensa de outra forma. Mal da Igreja quando defende a inocência das nossas crianças e a tranquilidade das famílias. Fogueiras lentas, santa inquisição .

A Educação é importante demais para estar nas mãos destes doentes .É preciso defender as crianças e os jovens que têm o direito de serem respeitadas e de poderem livremente escolher o seu caminho . O vitor da mãe tem a obrigação de colocar uma bola vermelha nos seus livros pornográficos, sujos e vulgares.

O que mais incomoda é que este livro "escolhido" foi-o por ser sujo e vulgar, pois o autor tem livros que podem e devem ser lidos. Eu não aceito que o estado, este estado, tal como faz na economia queira que todos sejam medíocres, vulgares e pobres, também na Educação.

São uns filhos da mãe para não dizer que são uns filhos da puta. Agora digam que eles são cultos e progressistas e eu sou de direita e reaccionário.

 

 

O importante na Educação são as crianças, os jovens e as famílias

Diz Marcelo Rebelo de Sousa e diz bem. A estabilidade educativa das crianças dos jovens das famílias e das estruturas escolares é o fundamental. Tudo o resto é ideologia, monopólio, tentação pelo poder.

Os sindicatos o PCP e o BE falam na educação como se não tivessem interesses próprios à margem do interesse dos alunos. E inventam e mentem, em relação aos custos, aos rankings, às razões de escolas públicas estarem vazias e as privadas cheias. São uns cordeirinhos...

Pessoalmente, pago a frequência das minhas netas num colégio privado e pago impostos que por sua vez pagam a escola pública. Eu sim, estou a pagar em duplicado mas não me queixo. Não quero é que as más escolas públicas estejam cheias de alunos pobres e sem oportunidade de frequentarem uma boa escola, seja ela pública ou privada. Não quero subsídios nem vantagem nenhuma. O mesmo não se passa com os nogueiras deste mundo e com actrizes convertidas em maus políticos.

 

Os serviços do Estado são responsáveis pela morte das duas crianças

O resultado de ser grande, de estar em toda a parte, de não lhe serem imputadas responsabilidades, de haver sempre dinheiro, está todo nesta notícia. O Estado, ou melhor, os serviços do Estado deixaram morrer estas duas crianças. Todos sabiam mas ninguém teve coragem e bondade para resolver esta questão. Porque estas questões resolvem-se com amor e carinho, duas virtudes que o Estado nunca terá. E os gabinetes com ar condicionado lá continuarão o "faz de conta". Ainda se fossem chamados à responsabilidade...

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Quantas "crianças sinalizadas" já morreram ?

Estão "sinalizadas" pelos serviços do estado mas morrem na mesma. Quantas ? Procedimentos que sinalizam crianças e famílias em ruptura e que, mesmo assim, as deixam morrer não deveriam ser revistos ?

Por exemplo, os serviços do estado serão capazes de se aproximarem fisicamente das vitimas no sentido de captar indícios de agravamento da situação? Parece que não. É também o que se passa com os idosos "sinalizados" que morrem sozinhos.  Quem vive perto, sejam amigos ou familiares, são quem primeiro dá o alarme. As vítimas deixam de ser vistos no dia a dia, há rotinas quebradas, há sinais de violência. Não basta estar perto, é certo, é preciso ter olhos e alma para ver. Mas é bem mais difícil para quem está longe, prisioneiro de gabinetes e burocracia. Não vê, não ouve e não ajuda mas sinaliza.

Pobres crianças. Pobres velhos.

As crianças começam a ter razões para nascer

Nasceram mais crianças em Portugal no ano passado. Desde 2008 que o número de partos vinha a cair facto atribuído à falta de confiança dos jovens casais. Adivinhavam um futuro pouco promissor. Agora que a tendência se inverteu é porque a confiança num futuro melhor voltou. Há mais emprego.

Lembram-se daquela discussão sobre o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa ? O director do agrupamento hospitalar do médio Tejo ( Abrantes - Tomar - Torres Novas) explica :

O gestor lembrou ainda que, para além da anestesia epidural, a actividade cirúrgica da especialidade de ginecologia do CHMT passou este mês a ser assegurada pelos meios clínicos existentes na maternidade da Unidade Hospitalar de Abrantes.

A concentração da actividade cirúrgica de uma mesma especialidade, apontou, vai contribuir para "um melhor serviço às cidadãs, acrescentando eficiência na prestação de cuidados" de ginecologia/obstetrícia.

"A medida traz ganhos evidentes, não só em termos de eficiência, como também de segurança para as utentes".

Os hospitais centrais de Lisboa também deviam funcionar em regime complementar de valências até que sejam encerrados e derem lugar a um novo e moderno hospital. Há mesmo quem defenda que os velhos hospitais ( S. José-Santa Marta- Maternidade Alfredo da Costa- Curry Cabral- Capuchos e provavelmente D. Estefânea) não precisam de ser substituídos por um novo hospital face à muito elevada oferta hospitalar existente em Lisboa

Há quem queira ter crianças mas o estado não deixa

Hoje conheci um jovem casal que anda há dois anos a correr para a Maternidade Alfredo da Costa . Querem filhos mas a jovem não consegue engravidar. Já foi operada no Hospital Pediátrico de D. Estefânia . Agora consta de uma lista de jovens mulheres que como ela não conseguem ser mães. O problema é que a lista é tão longa que lhe disseram que só daqui a dois anos será chamada para o tratamento que, apesar do estado comparticipar, custa 900 euros. À cabeça.

O tratamento é a chamada "inseminação artificial". A jovem tem trinta e três anos, daqui a dois anos o prazo começa a escassear . Vi-a ansiosa e revoltada. Se quisesse fazer um aborto era na hora ( mal ela sabe que há mulheres que abortam duas e três vezes no mesmo hospital público. Grátis). Não soube o que lhe dizer mas a verdade é que esta situação resulta das políticas públicas de saúde.

Os que privilegiam o aborto em detrimento dos nascimentos são os mesmos que andam preocupados com a queda da natalidade. E na fiscalidade aplicada às famílias nunca os filhos foram considerados. E não há creches suficientes nem escolas que os pais deviam poder escolher conforme as necessidades das famílias e não por serem públicas ou privadas.

De uma vez por todas, é necessário que a prioridade seja dada às famílias e não ao estado. Enquanto não for assim não venham culpar a falta de investimento público. É que sem a iniciativa dos privados, nesta e noutras áreas, não saímos desta apagada e vil tristeza.

 

Como se não fosse nos hospitais onde morre mais gente

No tempo em que era ministro Correia de Campos nasciam todos os dias crianças em ambulâncias. Logo que o ministro foi substituído   nunca mais nasceram crianças em ambulâncias. E, no entanto, poucos terão feito tanto e tão bem pela sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde como Correia de campos. Agora dia sim dia não morrem pessoas por falta de vagas nos cuidados intensivos. E por falta de medicamentos inovadores.

Para além do "sistema" que vai fazendo o "trabalhinho" junto da comunicação social, tudo isto resulta da insustentabilidade do actual SNS.

Apostou-se num esforço muito grande em adequar os recursos às necessidades efectivas, o que significou mudanças na distribuição das cargas horárias, na racionalização da utilização do tempo dos profissionais, no combate ao desperdício em horas extraordinárias que começou no São João muito antes de se falar em termos públicos. Além da definição de políticas de consumo que permitem adquirir produtos equivalente por menor custo, quer na área do medicamento quer na área dos dispositivos médicos e material de consumo clínico.

Tudo isto, sem o que o SNS é insustentável, é apresentado como a causa de casos menos felizes. Como se não fosse nos hospitais onde morre mais gente.

AS MINHAS MEMÓRIAS: NETOS

 

http://www.youtube.com/watch?v=7EdEvokTerE

 

Tchaikowski Album for the young Cello Quartet

 

....para a minha neta mais nova, May Malen, que, nestes minutos, voa de volta para sua casa… acompanho-a com a escrita

 

 

Tenho a sensação que nós, adultos maiores, desejamos uma descendência, como tenho escrito noutros ensaios do nosso blogue, divertida, carinhosa, sem temor, que saiba rir e nos traga felicidade.

 

Certo está quem escreve, existir uma geração nova, entre os netos e nós, os avós. Essa geração é a que sabe como tratar os seus pequenos, não grita, acompanha-os nas viagens por sítios perigosos, se não estivermos, as duas gerações, de forma silenciosa, a medir essas aventuras. De forma escondida, a observar, não por felonia ou protecção, mas para quem experimenta se se pode sentir seguro das suas aventuras. Aventuras que têm algum perigo para quem, ainda, nem tem uma racionalidade alternativa e não pode optar, perigo por ainda não ter aprendido como andar pelos terraços sem resguardo material ou emotivo das duas gerações, a do meio, os pais, e a mais velha, os pais dos pais, ou avós. Um pequeno desvario: em língua portuguesa, o plural de dois sexos diferentes, é masculino, donde devia ser avô, mas nesta relação a definição converte-se em feminina. Não como no plural de pai e mãe, sempre masculino, a isso não é certamente alheio o facto de, até há pouco tempo, quem trabalhava para o sustento ser o pai, enquanto a mãe criava. Factos que têm mudado e para os explicar, é preciso saber semiologia ou gramática, que é como quem diz, a história das palavras. Penso que a história é assim:

 

Se nos referirmos a um elemento do sexo masculino e a um do sexo feminino, o plural será avós, ou figura de retórica que consiste no emprego de uma palavra por outra com a qual se liga por uma relação lógica ou de proximidade. Os estudos metonímicos, dão uma grande volta para explicar a origem da forma feminina de um casal de pais: Quando se trata exclusivamente de pessoas do sexo masculino (o pai do pai ou o pai da mãe), o plural é avôs.

 

Assim, para designar o plural dos indivíduos de ambos os sexos, manteve-se a forma avós. Para o plural feminino, manteve-se, como seria lógico, a forma avós.
Houve, portanto, uma convergência do masculino e do feminino na palavra
avós.
Para que o plural constituído apenas por indivíduos do sexo masculino se distinguisse, foi criada a forma
avôs, que vai ajudando a reduzir a ambiguidade existente em avós.

 

Uma cumprida explicação racionalista ou cartesiana para explicar um sentimento.

 

Parece-me que emoções e sentimentos, têm formas de definição, mas após o estudo do consciente e o inconsciente da pessoa. Ou de entender que nas formas culturais e costumeira os sentimentos têm apenas uma explicação por imitação, como diriam Freud, Klein e Miller.

 

O interessante é procurar uma grande volta para fugir da tristeza da neta que não está comigo. Qualquer forma de fugir da ausência de uma imagem sempre presente nos meus anseios de carinho, é uma sintaxe que permite desenhar essas formas adoradas, amadas, queridas, que tratamos com doçura, porque a doçura vem de volta na corrida aos braços do pai e da mãe, e essa domesticação da ferazinha domada, como aconteceu com May Malen e este Avô que é mesmo Avô e não Avó, por não existir uma mulher ao pé desse velho senhor.

 

May Malen corria, fugia de mim, até ao dia em que não olhei mais para ela, nem lhe falei nem ri. A sua curiosidade passou a ser uma intriga: se este senhor não me largava, porque é que agora nem fala comigo?

 

Foi a maneira de a seduzir e pô-la atrás de mim, à minha procura e a colaborar comigo nos meus trabalhos, a ser a menina do avô. Descobri a forma de me amar: nunca lhe tocar. É muito britânica para trocar carícias de corpo, excepto se for por brincadeira como os seus pais fazem.

 

Finalmente, aprendi a ter netos, netas e a ser avô. Carinho material e brincadeira.

 

A geração do medo sabe como se comportar. A geração mais velha, com a morte à porta, quer beijos e carinhos. Especialmente se é latina…

 

Ganhei uma neta! E a seguir, um neto! Um ano mais novo, Javier Salvador Raul

 

Raúl Iturra

 

Parede, 26 de Abril de 2011, enquanto o avião aterra em Heatrhrow, Londres, no mesmo sítio e altura em que conheci a sua mãe, a minha adorada filha, nascida longe de mim, a vagabundear pelo mundo, como um pobre exilado….

 

May Malen, tu és, tu existes, lembraste de mim, excepto se faço carícias…

 

É este o facto de ser avô …

 

 

 

Raul Iturra

 

23-1-14

 

lautaro@netcabo.pt

 

Nota: tenho estado a escrever um livro, O saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade, escrito em 2009, publicado por Estrolabio, pelo  meu amigo Carlos Loures mas o refiz e levou-me um ano para entregar a minha Editora. Eis porque nada tenho publicado em Banda Larga. Mas, cá voltamos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade – 38 – por Raúl Iturra*

 

  • Capítulo final do meu livro titulado como o exerto que apresento neste texto, publicado de forma completa, 160 pp, pelo Editor Carlos Loures no seu A viagem dos Argonautas. Tenho licença do antigo amigo para publicar este excerto.

 

É-me impossível fechar o texto sem tornar a esse começo afetivo de Boris Cyrulnik. Não duvido que a teoria de Freud, Klein, Bion, e Miller, sejam teorias de importância capital, especialmente as de Alice Miller, para quem procura penetrar o saber da mente cultural da criança. Bem como me é impossível, após estudar tanta criança, analisar as suas aventuras e desventuras, deixar de referir que, se Freud fosse vivo, deveria rever e modificar a sua definição do Complexo de Édipo e a ideia da figura paterna ser um castrador ao mandar e impor ordem dentro da casa ou lar. Hoje em dia, são os pais – eles e elas –, esta péssima língua portuguesa machista tem palavras iguais para ações diferentes, que sofrem o denominado complexo de Édipo com a saída dos seus descendentes de casa, muito novos. Não casam, vivem juntos em amancebamento ou concubinato, ou seja, não assinam contratos nem se juntam publicamente em cerimónia ritual, e se estão satisfeitos um com o outro, casam depois e trabalham em conjunto desde o primeiro dia em que começam a viver em concubinato, este é o seu experimento pré nupcial que, hoje em dia, a maior parte das pessoas faz, especialmente no Alentejo (Portugal), na Andaluzia (Espanha) ou nos meios burgueses, situação que se verifica pela inexistência contratual ou pela existência, como está definido no Código Civil Português, de impedimentos dirimentes. Antigamente, na minha infância, o Natal era como nas aldeias portuguesas, galegas, polacas, húngaras e em várias da América Latina que o comemoram. Nem todos o fazem, porque na América Latina têm sobrevivido cultos ancestrais que os invasores portugueses, britânicos, franceses e espanhóis não conseguiram tirar. O melhor modelo para entender a vida e o saber das crianças, é o escritor Quíchua- obrigatoriamente peruano por lei – , Ciro Alegría e o seu encantador livro El Mundo Es Ancho y Ajeno . O Gabriel Garcia Márquez e os seus Cien Años de Soledad, ou ainda, de entre a sua vasta obra, Isabel Allende, especialmente com o seu livro Mi País Inventado.

 

É evidente que um saber para curar de maus-tratos infantis, definidos por Cyrulnik, acaba por nos dizer: senhores, sim, a mente humana é um labirinto de paixões, como diz Garcia Márquez no seu melhor livro: El General en su Laberinto ou na obra El Amor en los tiempos del cólera. Se assim não for, deveríamos lembrar Gabo ou Isabel Allende em La Casa de los Espíritus. Também explica essa mente, o livro mais esquecido de todos, que herdei do meu pai, esse maravilhoso romance Gran Señor y Rajadiablos. Texto que nos facilita entrar numa mente cultural muito desconhecida. Mente cultural, que luta por saber, liberdade e desamamenta os pais mais cedo ensinando-lhes a serem adultos.

 

O saber das crianças, nas suas três vias, acarinha a sua sexualidade e emotividade como Simón Bolívar no seu Laberinto, como a procura do indigenismo primevo de Ciro Alegría, como a nostalgia do que foi e já não é, no País Inventado. O saber das crianças precisa de psicanálise para entender esse precoce desejo, mas dos seus adultos, porque este texto é para os adultos entenderem as crianças e saberem que a liberdade delas conta desde o primeiro dia, como referi na minha obra Yo, María de Botalcura. Texto que advoga pelo saber livre dos mais novos, sem serem impedidos ou travados pelos seus adultos. A psicanálise do saber e da sexualidade das crianças, é para os adultos saberem por onde andam como adultos maiores com descendência liberta pelo neoliberalismo, que Blair e Giddens não souberam encontrar como terceira via para a liberdade desses adultos. Talvez Obama hoje…

 

NOTAS:

 

Estado de quem vive amancebado ou em concubinato, de acordo com o Código Civil Português no artigo 1871, página1545 do Código reformado em 2001 e 2006 que define a presunção de pai, se não houver matrimónio, e o direito da mãe a pedir pensão de alimentos do pai das suas crianças ou concubino, e 2020, que define o amancebamento ou concubinato, como união de facto, página 1602. Diz-se da situação em que duas pessoas vivem maritalmente sem serem casadas. ARTIGO 2020º (União de facto) 1. Aquele que, no momento da morte de pessoa não casada ou separada judicialmente de pessoas e bens, viva com ela há mais de dois anos em condições análogas às dos cônjuges, tem direito a exigir alimentos da herança do falecido, se os não puder obter nos termos das alíneas a) a d) do artigo 2009º. 2. O direito a que se refere o número precedente caduca se não for exercido nos dois anos subsequentes à data da morte do autor da sucessão. 3. É aplicável ao caso previsto neste artigo, com as necessárias adaptações, o disposto no artigo anterior. Texto completo em: http://www.portolegal.com/CodigoCivil.html. Artigo 1600: Têm capacidade para contrair casamento, todos aqueles em quem se não verifique algum dos impedimentos matrimoniais previstos na lei… Em suporte de papel, página 1358. Livro IV, Direito de família, Título II: Do Casamento: Artigo 1601 ARTIGO 1601º (Impedimentos dirimentes absolutos) São impedimentos dirimentes absolutos, obstando ao casamento da pessoa a quem respeitam com qualquer outra: a) A idade inferior a dezasseis anos; b) A demência notória, mesmo durante os intervalos lúcidos, e a interdição ou inabilitação por anomalia psíquica; c) O casamento anterior não dissolvido, católico ou civil, ainda que o respetivo assento não tenha sido lavrado no registo do estado civil (pg. 1358, em suporte de papel). Artigo 1602: Impedimentos dirimentes relativos: (Impedimentos dirimentes relativos) São também dirimentes, obstando ao casamento entre si das pessoas a quem respeitam, os impedimentos seguintes: a) O parentesco em linha reta; b) O parentesco em segundo grau da linha colateral; c) A afinidade em linha reta; d) A condenação anterior de um dos nubentes, como autor ou cúmplice, por homicídio doloso, ainda que não consumado, contra o cônjuge do outro (formato de papel, pp 1354 e seguintes). Alegría, Ciro, 1963, El mundo es ancho y ajeno, Aliança Editorial, Madrid, é uma novela do escritor peruano Ciro Alegría, considerada como uma das obras mais destacadas da novela indigenista e a principal do autor.1 Mário Vargas Llosa afirma que El mundo es ancho y ajeno constituye el punto de partida de la literatura narrativa moderna peruana y su autor nuestro primer novelista clásico. 2 Esta novela conta com inúmeras edições em español e é a novela de Ciro Alegría mais traduzida. Garcia Márquez, Gabriel, 1967: Cien Años de Soledad, Editorial Sudamericana, Buenos Aires. Allende, Isabel, 2003: Mi País Inventado, Editora Sudamericana, Buenos Aires, México y Madrid. García Márquez, Gabriel, 1989: El General en su Laberinto, Mondadori, Madrid. García Márquez, Gabriel, 1985: El Amor en los tiempos del cólera, Bruguera, Barcelona. Allende, Isabel, 1982: La Casa de los Espíritus, Plaza e Janes, Barcelona. Barrios, Eduardo, 1967: Gran Señor y Rajadiablos, Editorial Nacimiento, Santiago de Chile. Iturra, Raúl-2008-Iturra, Blanca, 2009: Yo, María de Botalcura. Ensayo de Etnopsicologia de la Infancia, Universidad Autónoma de Chile, antiguo Instituto del Valle Central, Talca, Chile.

 

Raúl Iturra, 10 de Janeiro de 2014, dia da modificação e reescrita do texto e do por dentro do acordo ortográfico.

Nota pôs- scriptum: Este livro foi comprado pela Editora Psico-Soma de Viseu, com a condição de eu comprar 200 exemplares. Condição impossível para mim, pelo que foi retirado da Editora de Viseu. Faltou confiança nos editores e após alagar-me de ser uma figura incontornável no saber do ensino, passam a desconfiar de mim. Retirei o livro. Carlos Loures, com santa paciência, o publicou completo.

Pode ser lido em: http://aviagemdosargonautas.net/2011/11/17/o-saber-das-criancas-e-a-psicanalise-da-sua-sexualidade-38-por-raul-iturra/