Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Os maquinistas da CP em greve

 

Há sempre os fura greves que mesmo os piquetes não conseguem controlar. Se estas imagens são o que parecem então, não há dúvida que a CP está mesmo entregue aos maquinistas e às suas greves, aos seus subsídios e às suas reivindicações. Quanto a nós também estamos entregues mas é à bicharada.

Às greves juntam o corte de circulação dos comboios

A "família ferroviária" no paternal dizer do presidente do sindicato agora passou ao corte da circulação dos comboios. A esta família pouco lhe interessa a família de quem procura chegar a casa ou ao emprego a tempo e horas. Fizeram 295 dias de greve em 2012, isto é, conseguiram trabalhar 70 dias num ano. Mas querem mais ! Querem, para além do salário e dos dezoito subsídios fixos e variáveis, continuar a viajar gratuitamente, eles e as famílias. E, no caso, também não estão nada interessados na família dos que ganham muito menos que eles. É que os seus  vencimentos são pagos com os impostos de quem trabalha, visto que a empresa tem prejuízos acumulados de muitos milhões. Se fosse uma empresa privada já tinha ido à falência!

Assim, " a família" vai continuar em greve até que a privatização lhe faça ver que quem paga também tem família...

Na CP em cada três dias dois foram dias de greve - 295 dias

São as contas para 2012. Em cada três dias dois são dias de greve o que dá para aí 295 dias de greve num só ano. Isto é respeitar o direito à greve?

Mas a contestação laboral na empresa não se limita às greves de 24 horas. No ano passado, e segundo os dados dos pré-avisos de greve, terá havido algum tipo de greve – total, parcial e às horas extraordinárias – em 295 dias. Ou seja, em cada três dias de 2012, em dois dias houve alguma paralisação na operadora ferroviária.

Outros números já divulgados pela CP revelam que no ano passado foram suprimidos, devido a greves, mais de 30 mil comboios, o que representa cerca de 7% do número de comboios programados. O maior número de supressões ocorreu nos serviços regionais e nas linhas suburbanas de Lisboa. Em termos relativos, o maior impacto das greves foi sentido nas ligações regionais com mais de 10,6% de comboios suprimidos em relação às viagens programadas. O longo curso foi o serviço menos afectado.

Nas linhas suburbanas de Lisboa, a percentagem foi de 6,2% (5% no Porto). Estes serviços estão na linha da frente para a concessão a operadores privados. A operação está prevista para este ano, mas ainda não existem calendário e modelo.