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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Centeno diz o impensável num governo de esquerda

Compensa colocar o ladrão a guardar a cadeia .

O Governo "está obcecado em garantir a estabilidade da trajetória financeira e orçamental portuguesa".

Este governo tem esta virtude . As suas políticas são a continuação das políticas do governo anterior e seguem a par e passo as directivas de Bruxelas.

Bem podem, PCP e BE, rasgar as vestes mas o que Centeno nos disse e a forma como nos disse não deixa dúvidas. Contas públicas equilibradas. Diminuir o défice e a dívida.

E a degradação da qualidade dos serviços públicos diz o resto. O país não produz o suficiente . Andamos durante décadas a viver acima das nossas possibilidades

O resto são narrativas .

Ah, sim, 2016 foi um ano de sucesso ?

Rui Mendes Ferreira :

Pensamento do dia:
As contas públicas da governação socialista, explicadas de forma tão simples, que até um socialista as conseguirá entender. Ou não!

De forma muito simples, para que seja bem fácil de entender, eis o resultado económico que a governação do actual governo, produziu para o país e o povo português, no ano 2016:

O PIB cresceu 1,4%. Considerando o PIB em mais ou menos 175 mil milhões de euros, basicamente a produção de riqueza interna, pelo nosso país, aumentou 2,4 mil milhões de euros.

Mas a dívida pública, ou seja o endividamento do nosso país, feito pelo actual governo, em nome do Estado, ou seja, em nome do contribuintes, aumentou 9,2 mil milhões de euros.

Ou seja, para aumentarmos a riqueza em 2,4 mil milhões, o nosso Estado, através do governo, gastou muito para além do que tinha, e ainda teve que ir pedir emprestado a outros países, mais 9,2 mil milhões de euros.

Mas, enquanto o tal acréscimo 2,4 mil milhões da criação e geração de riqueza, foi quase toda ela produzida pelo sector privado, já a totalidade do aumento do endividamento da nação, foi todo gerado pelo Estado, para sustentar a despesa do sector público.

Por mais que o sector privado, empresas, e trabalhadores, tenham trabalhado e produzido, em 2016, a mais que em 2015, o nosso Estado, não só comeu tudo isso, como ainda foi pedir emprestado a outros países, para poder sustentar o apetite voraz do dos gastos públicos.

Subtraindo 2,4 mil milhões a 9,2 mil milhões, a situação real, foi um empobrecimento líquido do país em mais 6,8 mil milhões de euros. Não só ficámos mais pobres, como ainda continuamos a fazer dívidas e a deixar facturas para os nossos filhos, netos, e bisnetos pagarem, aquilo que o Estado, e os gastos públicos, andam a consumir hoje.

E apesar destes resultados miseráveis, dizem as nossas esquerdas, que 2016 foi um sucesso.

Por mais riqueza que um qualquer país produza, se continuar a desbaratar muito mais que o que produz, como é o nosso caso há 43 ano consecutivos, irá continuar a ser sempre um país miserável, mal governado e a escravizar perante o Estado, os seus cidadãos.

Perceberam, os custo das "governações de sucesso" ou é necessário um desenho? Como dizia há uns anos atrás, o camarada Guterres: "é só fazer as contas"

O mínimo é António Costa dar um exemplo de um buraco nas contas públicas

Maria Luís Albuquerque veio hoje em comunicado refutar as insinuações que António Costa deixou no ar na entrevista à TVI. Que havia buracos nas contas públicas, grandes e preocupantes. Insistentemente o jornalista pediu-lhe um exemplo. Costa armado em estadista sério recusou. Por se tratar de coisas muito preocupantes para o país não podia revelar. Na devida altura o país saberá.

Agora com este comunicado da ministra das finanças deixou de haver razões de reserva. Costa deve dar exemplos dos tais buracos sob pena de mais uma vez estarmos perante uma efabulação de alguém que se nega a ver a realidade. Julga Costa que depois da facada no camarada Seguro e na transformação da derrota eleitoral em vitória alguém, no seu juízo, acredita na sua narrativa ?

Mostre que é sério e não se acobarde atrás de uma pretensa reserva de estado que no caso só lhe serve a si mesmo.

 

Défice das contas nacionais abaixo dos 3% em 2015

Instituições financeiras internacionais e nacionais prevêem que o défice das contas nacionais fique abaixo dos 3% meta, a partir da qual, se sai dos chamados défices excessivos. Os partidos da oposição dizem que não. Quem é que acha que está a mentir ?

Após o acto eleitoral, não são esperadas alterações de maior na direcção das grandes medidas fiscais ou económicas, ainda que o taco-a-taco que as sondagens assinalam faça a agência antever que vários cenários políticos são possíveis, havendo portanto incerteza sobre a capacidade de formar um Governo com rapidez. E, após tomada de posse, a potencial dificuldade de coesão e estabilidade também merecem nota.

A agência estima também que a dívida pública desça para 127,9% do PIB no final de 2015, contra um pico de 130,2% no final de 2014. 

Incluindo as mais de 260 instituições públicas que estavam escondidas

Escondidas debaixo do tapete, entram pela primeira vez nas contas públicas. Apesar de mais este rombo o saldo das contas nacionais é positivo e melhorou em relação ao mesmo período do ano passado.

O Executivo prevê que este ano o défice em contabilidade pública fique em 5.093 milhões de euros, o equivalente a 2,8% do PIB. Em contabilidade nacional - o critério que interessa para Bruxelas - a meta é de 2,7% do PIB. 

O défice para o conjunto do ano reflecte as contas de todas as entidades, incluindo as mais de 260 que entraram pela primeira vez nas contas públicas este ano.

Sem estas entidades, o défice ficava em 3.783 milhões de euros, o que corresponde a uma melhoria de 392 milhões de euros face ao ano anterior.

Quem engana quem ?

Brilharete nas contas públicas diz o PS

Um brilharete à custa dos portugueses. Então haveria de ser à custa de quem? Dos alemães ? Já foi o 3º resgate, depois a espiral recessiva, agora o "brilharete" é à custa na despesa. 2/3 na despesa e 1/3 na receita. Mas não era para ser assim? A nova narrativa do PS é que é possível equilibrar as contas públicas sem sacrifícios. Não está mal ainda agora a Grécia conseguiu isso .

Números da execução orçamental de 2014, revelados hoje pelo Ministério das Finanças. O ano passado foi fechado com um défice 655 milhões de euros abaixo da meta fixada.

A execução orçamental foi alcançada em "dois terços pela redução de despesa e em um terço através do aumento de receitas. O défice caiu 2.700 milhões, e 700 milhões recorrem de mais receita".

"Os portugueses pagaram mais impostos porque há mais emprego, mais contribuintes, mais actividade económica. O Governo fez a sua parte, conteve a despesa pública. São resultados bons para os portugueses".

 

 

Défice de 3,7% em 2014

Abaixo dos previstos 4%. Com 3,7% em 2014 vai ser mais fácil chegar aos 2,7% em 2015. Até porque no próximo ano o PIB vai crescer 1,5% contra os 1% do presente ano .

Para alcançar esta meta, o Executivo vai ter a grande ajuda dos fundos comunitário. Marques Mendes anunciou também que, na próxima sexta feira a comissária europeia para a Política Regional, Corina Cretu, vem a Portugal formalizar a aprovação do Portugal 2020, que ditará a injecção de quatro mil milhões de euros na economia nacional no próximo ano, e os gestores dos vários Programas Operacionais tomarão posse também nesse dia, disse Mendes. As candidaturas arrancam formalmente em Janeiro" .

O comportamento da economia e, principalmente do desemprego, vai ser a chave das eleições no próximo Outubro.

 

A convergência das pensões é incontornável

 “O país não se pode dar ao luxo de tentar sair do programa sem ter clarificado de uma forma perfeitamente nítida a auto-sustentabilidade das contas públicas e dos sistemas de Segurança Social.”.

o objectivo do Governo é "antecipar o autofinanciamento" da ADSE que inicialmente estava previsto no memorando de entendimento para 2016. Com estas medidas, o Executivo pretende tapar um 'buraco' de 390 milhões de euros que foi aberto pelo chumbo do TC. Afastado ficou o aumento dos impostos, pois poderia colocar em causa a recuperação da economia.

Não é possível pagar pensões que não correspondem a descontos efectivos e que são bastante superiores às dos restantes trabalhadores que, em última análise, as pagam .