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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Centeno anuncia máximos Jerónimo anuncia constrangimentos

Afinal quem tem razão ? Centeno anuncia o maior crescimento da economia de há décadas, o mais baixo défice, as mais baixas taxas, o menor desemprego, o maior trambulhão da dívida.

Já Jerónimo mantém o discurso de sempre contra o Euro. Os famosos constrangimentos que não deixam a economia crescer, o défice permanecer controlado ( embora por vezes diga que um défice descontrolado é coisa boa) e o emprego crescer. Que é preciso negociar a dívida ( leia-se não a pagar).

O presente ciclo positivo da economia que ocorre na União Europeia não dá razão a Jerónimo nem a Catarina. Porque ela, a Zona Euro, está melhor, saiu da crise e arrasta a economia portuguesa.

Agora que culpa tem a zona euro que Portugal cresça poucochinho, menos que todos os outros, abaixo da média e que em 2020 se preveja que estará mais pobre em relação à média europeia ? Se são Jerónimo e Catarina que se opõem às reformas que os outros já fizeram ou estão a fazer e que relançaram as economias ?

As contradições acentuam-se no seio da geringonça e mostram que a solução conjunta encontrada não é sustentável nem repetível. Serviu para António Costa salvar a pele e a Jerónimo e a Catarina cheirar o poder.

Entretanto, esgotadas as devoluções, passaram a pasta à CGTP que já anunciou pela boca desse estalinista poucochinho a agitação nas empresas e as greves.

E com isso esperam - PCP e BE - que a economia deixe de crescer e que o investimento se encaminhe para os lugares onde é desejado. Os CTT e a AutoEuropa estão aí para quem ainda acreditava na bondade das propostas dos comunistas. 

E, prejudicando a economia do país e os trabalhadores, esperam dar razão aos constrangimentos de Jerónimo e Catarina.

 

 

Devem ser estes os tais constrangimentos de que fala a extrema esquerda

BCE mantém a taxa de juro em 0% e o programa de compra de dívida até ao fim do ano ou mesmo para além desse limite se tal for necessário. Claro que os mercados reagiram positivamente com a taxa de referência a 10 anos a recuar para mínimos e as expectativas económicas a melhorarem. Tudo isto ao contrário do que dizem os que querem sair da União Europeia e da Zona Euro.

Os constrangimentos de pertencermos à Zona Euro de que falam o PCP e o BE devem ser estes. A União Europeia empresta o dinheiro, manda para cá 353 mil milhões em subsídios não reembolsáveis, segura os credores e os mercados e ajuda à consolidação das contas públicas.

A inflação ainda não está na medida certa (2%)  mas é um objectivo que o BCE prossegue . Para já está afastada a deflação um buraco negro que nos atormentou mas que o BCE afastou. Tudo constrangimentos europeus impostos a este país onde as manhãs cantariam . Assim vamos melhorando à boleia do crescimento dos países europeus para onde exportamos.

“É verdade que o crescimento está a melhorar, que as coisas estão a ficar melhor”, afirmou o presidente do BCE perante os jornalistas esta quinta-feira. E acrescentou: “Em 2016 estávamos a falar de uma recuperação frágil e desigual. Agora é sólida e abrangente“.

Já esta quinta-feira, o INE divulgou dados que mostram que a confiança dos consumidores portugueses avançou em Abril pelo oitavo mês seguido para o valor mais alto em quase 20 anos. Também na Zona Euro os dados são positivos, tendo a Comissão Europeia, também esta manhã, revelado que a confiança de consumidores e empresários no bloco do euro cresceu em Abril para máximos de quase 10 anos.

Tudo constrangimentos, bom, bom, era estarmos fora da UE e juntarmo-nos aos BRIC como defende o João Oliveira, chefe da bancada do PCP na AR.

Diz Jerónimo " se o PS deixar de ser PS "

Constrangimentos . Leia-se , dificuldades que a União Europeia levanta para travar o comunismo.

"Estas exigências, esta pressão, esta chantagem da União Europeia (UE). Na semana passada foi o presidente do Eurogrupo a querer dar lições e a impor soluções porque não gostam desta solução política. Obviamente, se não vencermos estes constrangimentos que, quotidianamente, nos são impostos - uma vez é défice, outras vezes é a dívida, outras vezes é o euro, outras vezes são os mecanismos e os tratados da UE - não poderemos determinar o futuro", sublinhou.

E o futuro é o que o PCP defende, por isso, não tem que mudar nada. Basta o PS deixar de ser o PS e passar a ser o PC. Pouca coisa como bem se entende.