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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O cluster aeronáutico português

De vento em poupa, o cluster aeronáutico avança com 56% de incorporação de engenharia portuguesa.

Envolveu mais de 350 pontos de trabalho "altamente qualificados", nomeadamente engenheiros, de várias companhias como a Embraer, OGMA e Centro de Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA). E contou com o envolvimento de diversas universidades portuguesas: Universidade do Minho (UM), Instituto Superior Técnico (IST-UTL), Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP-UP) e Universidade da Beira Interior (UBI).

Trata-se, segundo o Governo, do primeiro programa de aeronáutica com engenharia nacional e é também o maior em termos de participação da indústria portuguesa.

 

 

O cluster aeronáutico de Évora continua a crescer

É deste investimento privado tecnologicamente avançado que o país precisa. Tudo ou quase tudo o que produz é para exportação .

Com a instalação de duas empresas francesas no Parque aeronáutico de Évora, a Mecachrome e a Lauak, o sector aeronáutico está a promover a criação de 700 novos empregos. Vagas destinam-se a profissionais para o fabrico de componentes metálicos para aeronaves e produção de peças.

A estes investimentos vêm, ainda, juntar-se dois novos projectos da Embraer em Évora, anunciados pelo Governo no início de Abril e que resultam de um investimento total de 93,5 milhões de euros e a criação de 262 postos de trabalho.

E a seguir tal como aconteceu com a AutoEuropa ( no parque de Palmela há 70 empresas fornecedoras ) crescerão as médias empresas fornecedoras.

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Cluster aeronáutico em formação no Alentejo

O triângulo aeronáutico do Alentejo com os vértices em Évora, Sines e Beja deu hoje mais um passo na sua consolidação. A licença de ocupação para a construção e a exploração da unidade foi hoje assinada, no aeroporto de Beja, entre a empresa ANA – Aeroportos de Portugal, que gere a infraestrutura aeronáutica alentejana, e a AeroNeo, que tem sede em Portugal e é participada pela suíça GreenParts Holding.

“A AeroNeo, promovendo o seu conceito de valorização de ativos aeronáuticos e juntando numa única plataforma de excelência as atividades de manutenção, desmantelamento, gestão de peças e formação aeromecânica, ambiciona ser um ator principal na consolidação do ´cluster` aeronáutico” em formação no Alentejo” e “no fecho do triângulo industrial aeronáutico Beja-Évora-Sevilha”, disse.

O objetivo da unidade “é a revalorização de componentes aeronáuticos extraídos em aviões em fim de vida”, através de um processo que “parece muito mais uma clínica do que uma indústria de sucata”, explicou Dominique Verhaegen.

Num primeiro momento, a AeroNeo prevê transferir as operações pesadas para Sines, “onde já há um embrião de indústria de reciclagem”, disse, referindo, a título de exemplo, que as 16 toneladas de alumínio que serão extraídas de um Airbus 319 irão ser tratadas em Sines.

O aeroporto de Beja "continua a ter transporte de passageiros, mas não é um transporte regular de passageiros", o qual "vai chegar um dia", admitiu, estimando que a conclusão da A26 e o desenvolvimento do turismo em Troia "poderá criar fluxos" de turistas "mais permanentes" para o Alentejo.

É disto que Portugal precisa, minha gente. Investimento, transferência de tecnologia, criação de emprego

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A terceira maior construtora aeronáutica do mundo investe em Évora

A Embraer que labora desde 2012 em Évora, no cluster da construção da aviação, está a aumentar as fábricas em 1 600 m2. Está envolvida na construção de várias estruturas para vários tipos de aviões militares e civis. Juntamente com as OGMA em Alverca e as oficinas da TAP no aeroporto em Lisboa, Portugal começa a ter algum significado nesta actividade de tecnologia de ponta.

As duas fábricas da Embraer, a terceira maior construtora aeronáutica do mundo, começaram a laborar em Julho de 2012 e foram inauguradas a 21 de Setembro, reforçando com o actual investimento a sua presença em Portugal . Com este tipo de investimento cresce a economia, aumentam as exportações e cria-se emprego qualificado ( com o estado a arrecadar IRS, IVA, e descontos para a Segurança Social, além do IRC)  descendo os subsídios de desemprego.