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BandaLarga

as autoestradas da informação

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António Costa prepara-nos para mais quatro anos de governação circular

A governação de Costa serve para se manter no poder quatro anos e acautelar os seguintes. Para o efeito serve-se de todos os meios. No fim da legislatura estamos onde começamos. Défice controlado à custa da degradação dos serviços públicos.

Perdeu as eleições e logo se abriu à sua esquerda para se agarrar ao poder. Salvou a pele. Agora afastou a extrema esquerda porque já não lhe pode oferecer nada e vira-se para o PAN, o LIVRE e o PSD Madeira. Estes são bastante mais baratos.

O investimento público que cortou como nunca será substituído pelas Parcerias-Público-Privadas (PPP) que tanto diabolizou . Não vão à despesa, assim ajudando ao défice e não aumentam a dívida. Uma farturinha.

A reforma da Administração Pública é a mesma de sempre. Descongelar carreiras que vão custar cerca de 2,9% (500 milhões). Aumentar a despesa pública rígida. Não dá para mais nem para financiar o SNS nem para baixar o IVA na energia.

A dívida não baixa porque é necessário injectar dinheiro na banca e nas empresas públicas. Com esta dívida, quando a taxa de juro crescer um ponto percentual que seja, levamos com um aumento da carga de juros de +- 3 mil milhões e lá vamos novamente para os braços do BCE.

Já fomos ultrapassados pelos países ex- URSS com excepção da Bulgária. Éramos pobres e continuamos pobres apesar de todas as vitórias cantadas. Somos como o burro vendado à volta do poço .

Circulo vicioso de reformas empatadas, baixo crescimento e dívida sufocante

Aproxima-se o dia 21 e o nervosismo está instalado. Os avisos da DBRS começam a ser entendidos como a preparação de uma revisão em baixa, embora talvez não o suficiente para atirar o país para o "lixo". Seria uma catástrofe.

Reformas nem uma, bem ao contrário, há reversões. A economia era para crescer 1,8 % ( começou em 2,4%) e vai crescer metade. A dívida não para de crescer e os juros sobem todos os dias. E este cenário é para se manter pelo menos até 2020.

A agência de notação financeira alertou que Portugal está preso num “círculo vicioso” de reformas empatadas, crescimento baixo e dívida sufocante, o que foi visto pelos investidores como um sinal de que pode vir aí, pelo menos, uma despromoção da chamada perspetiva do rating, atualmente em estável, para negativa.