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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Louçã diz que vem aí uma campanha eleitoral suja

Francisco Louçã terá medo de uma campanha cheia de casos Robles ?

Mas há um elefante na sala e tudo indica que os dirigentes do Bloco de Esquerda decidiram lidar com ele da pior forma possível. O caso Robles foi uma faca espetada no coração do Bloco de Esquerda e é muito bem possível que daqui a um ano, quando estiverem a votar para as legislativas, os eleitores recordem com nitidez o caso do partido que tinha um dirigente que actuava na sua vida privada de forma contrária aos valores que defendia publicamente. Ora, ao que parece, o Bloco decidiu copiar neste caso os partidos tradicionais, de que o caso Sócrates dentro do PS, quase até ao fim, foi um exemplo. Quando Francisco Louçã avisa que o Bloco está a ser, e ainda vai ser, alvo de uma “campanha suja”, está a reagir como se as notícias que deram conta de que o ex-vereador do BE detém um prédio numa zona propensa à especulação imobiliária, que comprou por pouco e pôs à venda por muito (ainda que a venda não tenha sido concretizada), fossem falsas.

O PSD/CDS em campanha

É uma ideia genial, ainda para mais sendo executada por militantes do PS. Como sei que isto anda tudo ligado o António Costa é que já deve estar a congeminar uma explicação. São os "seguristas" ou mesmo "os Sampaio da Nóvoa". A Maria de Belém não é mulher para ter um lampejo destes e o Henrique Neto é um homem sério. Resta quem ? Francisco de Assis ? Álvaro Beleza ? Não creio. Costa tem mesmo que deixar Sócrates entrar na campanha.

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Os "cata - ventos" políticos

O Tribunal Constitucional gera enormes dificuldades ao governo com interpretações rigorosas ? Faz o seu dever. Não tem que olhar à situação do país, não senhor. Mas olhe que assim vai ser tudo muito mais difícil. Sim, mas é a lei!

A Comissão Nacional de Eleições, com o seu rigor, está a favorecer os maiores partidos. Não se fala em assuntos importantíssimos, é um absurdo a lei ser levada assim á letra...

São os mesmos. Mudam como os cata-ventos no cimo das torres das igrejas. No caso das inconstitucionalidades não é preciso chegar-se a soluções razoáveis, mas já nas autárquicas tem que mudar senão tudo quase tudo. Estes políticos armados em analistas científicos...