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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As vacas gordas, as vacas magras e as vacas que riem

António Costa já veio dizer que o tempo das vacas magras chegou depois de um tempo de vacas gordas. Mas o Bloco de Esquerda não reconhece o tempo das vacas gordas, só reconhece o tempo das vacas que riem.

Com uma queda brutal no PIB e consequente redução das receitas fiscais, com um aumento brutal de desempregados cujo apoio é fundamental, com milhares de empresas que é preciso apoiar para não falirem, aonde é que a doce Catarina e a não menos doce Mariana vão buscar dinheiro para o programa de investimento público que transformará o país de vacas magras - que Costa assegura que temos - em o país de vacas que riem ? ( serão as vacas açoreanas de Cavaco ?)

Porque vacas gordas já todos eles perceberam que não há, acabaram, se é que existiram. A Catarina diz que não que nunca houve.

Como é que se prepara o país em vacas que riem se as vacas magras estão a morrer de fome ? Já hoje, agora, não no futuro ?

As doces saberão ?

O Bloco de Esquerda não aceita solidariedade interna

Para isto nos remete a conversa da treta do Bloco de Esquerda. Há solidariedade da União Europeia mas quanto há solidariedade entre os que manterão salários (funcionários públicos ) e as pensões e os que perderão rendimentos e salários aí já fia mais fino . Só se não houver austeridade, leia-se corte nos rendimentos .

Conversa populista do piorio. Como é que o Estado com a quebra da receita dos impostos aguenta 150 000 desempregados que são quantos já estão inscritos no Fundo de Desemprego ? A solidariedade é só Europeia ? Para um partido anti- Europa é quase comovente esta posição política.

Com uma sombra no optimismo ( espero não ter sombras no pulmão) a verdade é que o melhor mesmo é estarmos preparados para sofrermos a austeridade que se impõe para haver a solidariedade interna que se exige.

O Bloco de Esquerda diz tudo o que for preciso para enganar os pobres coitados que não sabem mais.

"Não há dinheiro" qual destas palavras o Bloco de Esquerda não entende ?

A austeridade não será uma escolha. Será um facto. Cada euro a menos de PIB ( e serão muitos) será um euro a menos de rendimento. ( Daniel Bessa - Expresso )

O terceiro maior partido português quer ser levado a sério com posições destas ? O BE sabe o que é austeridade ? Significa rigor e qualidade ou, em economia, contenção de gastos. Não é nada estranho quando  falta dinheiro. ( Henrique Monteiro - Expresso)

A verdadeira natureza do Bloco de Esquerda

"Tenho assistido com alguma incredulidade ao que muitos analistas consideram um erro do BE, da Mariana Mortágua e do tal assessor senegalês de boca suja.

Dizem que foi um tiro no pé!

Não podiam estar mais errados!

Não foi nada disso.

Foi apenas uma manifestação mais precipitada daquilo que são as reais motivações deste partido político extremista.

Foi uma manifestação mais óbvia do contínuo objetivo de subverter e minar a autoridade do regime vigente e do Estado.

Tecnicamente a palavra é subversão.

O BE é um movimento subversivo institucionalizado do atual Estado de Direito Democrático.

A sua única verdadeira motivação é a desconstrução do regime vigente e a conquista do poder.

Para isso disfarçaram-se. São o lobo sob pele de cordeiro.

Escolheram pessoas com ar agradável, aparentemente urbano, de voz melíflua, treinados para debitar os sound bytes certos para uma população urbana portuguesa em busca de alternativa à realidade mais dura que se nos apresenta.

Com esse espaço inteligentemente preparado pelo PM, carinhosamente apelidado de geringonça, têm infiltrado estruturas do Estado e outros setores a uma velocidade estonteante. Emprego, Segurança Social, Ambiente, justiça (até as magistraturas nos seus escalões mais baixos), comunicação social são os setores mais visados.

É um partido que tem os defeitos do PCP sem as qualidades que o mesmo tem e os defeitos do PS, também, sem as qualidades. O problema do PS é que tem no seu seio alguns infiltrados do Bloco.

O BE, em especial os líderes escolhidos, não faz ideia o que são verdadeiramente as classes trabalhadoras porque, em primeiro lugar, nenhum deles algumas vez fez o que quer que fosse que se parecesse minimamente com trabalho. Segundo, porque o povo simples na realidade incomoda-os, porque trabalha, não leu os livros certos, não frequenta as tertúlias certas e muitos gostam de música pimba. Excepciono aqui a sua líder porque dizem-me que era atriz...profissão que muito respeito. Ignorância minha certamente porque nunca vi nada com ela ou dela.

No entanto, quem ouviu ontem o discurso que fez aos jornalistas, tentando atenuar os efeitos incendiários que a intervenção da jovem Moortágua provocou, não pode deixar de ficar impressionado com o tom de voz adoptado, cheio de açúcar e aparente sensatez. Uma verdadeira artista...digo, atriz.

Não estejamos atentos a esta rapaziada, olhemos apenas para os populismo acéfalos que vão surgindo, e depois não poderemos dizer que não nos apercebemos."

Por Jorge Silva Carvalho

Cá na Suécia queremos que todos sejam ricos

O saudoso primeiro ministro da Suécia, vilmente assassinado em plena rua sem que alguma vez se tenha descoberto o assassínio,( o que mostra bem o poder da organização mafiosa que levou a cabo a operação para tirar a vida a um eminente social-democrata) em conversa com o nosso Otelo Saraiva de Carvalho ter-lhe-á dito : vocês lá em Portugal andam a ver se todos são pobres para serem iguais, nós cá na Suécia queremos que todos sejam ricos para que todos sejam iguais.

Mais uma vez o Bloco de Esquerda apresentou uma proposta para pisar os Cartões Verde que procuram trazer para Portugal investimento nos sectores económicos ecológicos. Tal como já procuraram pisar os Cartões Gold na tentativa de impedir em Portugal os milionários que trazem investimento no sector imobiliário.

Razões ? Trata-se de dinheiro sujo e é uma injustiça porque assim os ricos entram em Portugal mas não os pobres.

O mesmo BE que quer o país e a UE de fronteiras abertas para os migrantes esquecendo que o país não tem capacidade de os sustentar . No fundo é juntar mais uns pobres aos muitos pobres que Portugal nunca conseguiu tirar da miséria mesmo aqueles que trabalham e que não ganham o suficiente para terem uma vida digna.

Sabemos todos que é muito difícil tirar uma pessoa que seja da miséria mas é muito simples fazer propostas populistas nunca testadas e rapidamente esquecidas.

O BE tem dois padrões de propostas. Se alguma actividade económica mexe, pisa ( veja-se a habitação e o alojamento local) e procuram tirar o dinheiro de onde ele está. Como não incitam a iniciativa individual só há uma forma de atingir os objectivos : sermos todos pobres .

Como bons trotkistas que são.