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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O BE queria ir buscar o dinheiro onde ele está

Começou por apresentar uma proposta de entendimento ao PS onde exigia a nacionalização de várias empresas ( Costa chamou-lhe a atenção que custavam 30 mil milhões de euros, 15% do PIB)para aceitar formar governo com o PS.

Rapidamente, quando percebeu que a votação era tudo menos positiva, baixou as exigências para o que faltava cumprir do acordo da geringonça. O sonho esfumava-se.

Agora temos aí os estadistas bloquistas a chorar lágrimas e ranho. O PS não quer, o PS nunca quis.Os bloquistas estavam prontos a deixar cair o que fosse preciso para irem para o governo convencidos, coitados, que o tal "muro" da governação tinha mesmo caído.Não só não caiu como em seu lugar se construiu outro que vai demorar muitos anos a mover-se.

António Costa, europeísta, olhou para o que se passa com os partidos irmãos do BE.Levar para o governo um partido comunista extremista não lembra a ninguém, mesmo que se diga social democrata.

"Ir buscar o dinheiro onde ele está" é em tudo igual a ir para para as administrações dos bancos. É a melhor forma de os assaltar.

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O BE perdeu 60 000 votos e tem agora um adversário directo no IL

O BE é libertário nos costumes mas comunista na política. Os cidadãos podem escolher o aborto e a eutanásia mas não podem escolher a escola dos filhos nem o hospital em que são tratados. O IL é libertário nos costumes e na política.Os cidadãos podem fazer as suas opções de vida tanto nos costumes como na política.

O IL é muito mais "cool" que o BE. Mas o BE ainda não percebeu o desastre.Dos 60 000 votos que perdeu uma boa parte perdeu-os para o IL.

A força eleitoral do Bloco esteve sempre na modernidade ou pós-modernidade “cool” e libertária no campo dos costumes, aborto, droga, eutanásia, barrigas de aluguer, etc., etc. O que nos leva a uma enorme contradição. O Bloco é libertário nos costumes, mas é comunista na governação; as pessoas podem mudar de sexo, mas não podem escolher a escola dos filhos. A Iniciativa Liberal expõe esta enorme contradição do Bloco, porque é mais coerente: é libertário nos costumes e na governação. A meu ver, a Iniciativa Liberal pode entrar no mercado eleitoral junto dos mais novos e ansiosos por estarem ao lado da ‘coolness’

 

As propostas anti-Europa do BE e do PCP

É preciso saber o que votamos.

Em matéria europeia, o PCP preconiza a linha “catrapum”, pretendendo “o desmantelamento da União Económica e Monetária e a necessária libertação do país da submissão ao Euro”, assim como a “revogação do Tratado Orçamental e da União Bancária, do Programa de Estabilidade, da «Governação Económica» e do «Semestre Europeu».” É para ir tudo a eito.

Já o BE anuncia uma linha mais à moda de um Brexit aos bochechos e por parcelas. Exige a “desvinculação do país do Tratado Orçamental”, engrossa a voz contra “um ultimato das instituições europeias” para apontar à “desvinculação da União Monetária” – leia-se, saída do euro – e proclama a “insubmissão à União Europeia dos tratados e das regras do euro”, seja lá isto o que for.

São estes partidos que o PS levou para a área da governação e de que necessita agora para governar. Ninguém diga que vai ao engano.

Para o BE maioria absoluta do PS é corrupção absoluta

É isto o que o BE pensa do PS e de uma possível ( embora cada vez menos provável)maioria absoluta : isso é sinónimo de “arbítrio absoluto, abuso absoluto, compadrio absoluto, nepotismo absoluto e corrupção absoluta”. Ganhou fôlego e concluiu: “Não queremos repetir uma maioria absoluta”.

Isto é, o BE quer ir para o governo para controlar um PS corrupto, eis a opinião que tem do até agora companheiro de viagem parlamentar. É como meter ladrão e polícia na mesma cela da prisão, isto se o BE quiser mesmo fazer o papel de polícia. É difícil ser mais explícito.

Mas a geringonça é isto mesmo, não tem como prioridade somar vontades para salvar o país, trata-se de um jogo de sombras até que um deles morra às mãos do suposto parceiro. É essa a visão do BE , só vive se tirar votos ao PS.

É certo que o PS quer tudo menos dar vantagens a quem é seu inimigo declarado. O BE só crescerá à conta dos votos que conseguir retirar aos socialistas.

E há gente escondida no Cavalo de Tróia que há muito entrou no reduto do PS. César, Costa e Alegre já o denunciaram.     

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Os votos que o PS está a perder estão a voltar ao BE e ao PCP ?

António Costa terá razão em não querer a companhia dos seus camaradas bloquistas e comunistas.Ao afastar-se do BE tencionava que os votos úteis para alcançar a maioria absoluta se concentrassem no PS. À imagem do que já tinha acontecido ao PC.

Acontece que após ser mais ou menos óbvio que o PS não alcançará a maioria absoluta os votos úteis estão a voltar aos partidos da extrema esquerda.

O caso das "golas" também estará a minar o eleitorado do PS e o caso de Tancos está aí a rebentar. Um e outro não são bonitos de se verem.

António Costa perde popularidade e em compensação Mário Centeno é apresentado como o "mago" das finanças. Há nervosismo no PS.

 

 

O BE aponta ao PS contas erradas

Tão amigos que nós éramos. O BE não gostou que António Costa desmontasse aquele programa singular do BE que pretende investir e nacionalizar várias empresas. E fê-lo de forma que dói. Tudo somado dá 30 mil milhões de euros, 15% do PIB. Inviável, caricato, mentiroso.

O PM disse e bem que se tivesse aquele dinheiro ou perto disso investia no SNS, na Educação, nos serviços públicos tão degradados.Foi humilhante para Catarina Martins que de números percebe népia.

Louçã já tinha escrito no Expresso que o programa para a habitação apresentado pelo PS é falso faltam 900 milhões. A Mariana diz que o programa do PS não dá a bota com a perdigota. Querem ver que aquela de haver despesa escondida é mesmo verdadeira?

O que Centeno disponibiliza não chega para metade do que Costa promete aos eleitores”, conclui o agora conselheiro de Estado, num artigo publicado esta terça-feira no Expresso Diário, antes de explicar que se o preço médio de cada nova habitação for o que Costa disse no debate com Catarina, “então faltam-lhe 2300 milhões”.

Um género de cumplicidade bloquista

Miguel Alçada Baptista
21 h
SIC Notícias

O CÚMPLICE

Em teoria, Catarina até poderia ter razão.

Só que o Bloco falhou redondamente o papel de consciência crítica do PS.
Do caso Raríssimas ao colapso dos serviços do Estado, passando pelo nepotismo e pelas negociatas dos boys, não se viu uma única vez um travão crítico por parte do Bloco.

Quem espera pois que seja o Bloco a moralizar o PS desengane-se, o Bloco foi um cúmplice activo engolindo todos os sapos.

PS : O BE das contas subordinadas aos compromissos europeus é o mesmo que gritava pela restruturação da dívida ( não pagamos), contra o défice controlado e queria sair da Zona Euro e da União Europeia.Para chegar ao poder está por tudo, coitadinho...

 
 
 
 

Um género de autonomia das escolas

Tratar o assunto do género no quadro da autonomia das escolas é algo que se faz já todos os dias.

Os alunos em transição de género usam o balneário dos professores diz o director de uma escola. E outras haverá com solução igual ou outras.

Mas o "estado" e "os" e "as" que nos querem colocar umas palas ideológicas vieram com o papelinho suficientemente ambiguo para abrir portas ao que pretendem. Tudo ao monte e fé em Deus como já se vê naqueles acampamentos de verão do BE em que a fotografia mais famosa nos mostra uns meninos e umas meninas muito progressistas a fazerem um círculo com o nariz metido no traseiro do(a) camarada da frente. Coisa de género que ambicionam para aqueles lados.

Nos últimos dias já veio imensa gente arrepiar caminho, que não, a ideia é só chamar a atenção para esses jovens que estão em evolução de género, não vamos ter um galifão metido na casa de banho das raparigas. Ou coisa do género.

Uma coisa do género sabemos nós. Esta gente que quer impor a sua ideia de sociedade aos outros não vai desistir de meter o nariz no cú do(a)s camaradas. E no nosso se para isso estivermos virados.

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