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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O BE aponta ao PS contas erradas

Tão amigos que nós éramos. O BE não gostou que António Costa desmontasse aquele programa singular do BE que pretende investir e nacionalizar várias empresas. E fê-lo de forma que dói. Tudo somado dá 30 mil milhões de euros, 15% do PIB. Inviável, caricato, mentiroso.

O PM disse e bem que se tivesse aquele dinheiro ou perto disso investia no SNS, na Educação, nos serviços públicos tão degradados.Foi humilhante para Catarina Martins que de números percebe népia.

Louçã já tinha escrito no Expresso que o programa para a habitação apresentado pelo PS é falso faltam 900 milhões. A Mariana diz que o programa do PS não dá a bota com a perdigota. Querem ver que aquela de haver despesa escondida é mesmo verdadeira?

O que Centeno disponibiliza não chega para metade do que Costa promete aos eleitores”, conclui o agora conselheiro de Estado, num artigo publicado esta terça-feira no Expresso Diário, antes de explicar que se o preço médio de cada nova habitação for o que Costa disse no debate com Catarina, “então faltam-lhe 2300 milhões”.

Um género de cumplicidade bloquista

Miguel Alçada Baptista
21 h
SIC Notícias

O CÚMPLICE

Em teoria, Catarina até poderia ter razão.

Só que o Bloco falhou redondamente o papel de consciência crítica do PS.
Do caso Raríssimas ao colapso dos serviços do Estado, passando pelo nepotismo e pelas negociatas dos boys, não se viu uma única vez um travão crítico por parte do Bloco.

Quem espera pois que seja o Bloco a moralizar o PS desengane-se, o Bloco foi um cúmplice activo engolindo todos os sapos.

PS : O BE das contas subordinadas aos compromissos europeus é o mesmo que gritava pela restruturação da dívida ( não pagamos), contra o défice controlado e queria sair da Zona Euro e da União Europeia.Para chegar ao poder está por tudo, coitadinho...

 
 
 
 

Um género de autonomia das escolas

Tratar o assunto do género no quadro da autonomia das escolas é algo que se faz já todos os dias.

Os alunos em transição de género usam o balneário dos professores diz o director de uma escola. E outras haverá com solução igual ou outras.

Mas o "estado" e "os" e "as" que nos querem colocar umas palas ideológicas vieram com o papelinho suficientemente ambiguo para abrir portas ao que pretendem. Tudo ao monte e fé em Deus como já se vê naqueles acampamentos de verão do BE em que a fotografia mais famosa nos mostra uns meninos e umas meninas muito progressistas a fazerem um círculo com o nariz metido no traseiro do(a) camarada da frente. Coisa de género que ambicionam para aqueles lados.

Nos últimos dias já veio imensa gente arrepiar caminho, que não, a ideia é só chamar a atenção para esses jovens que estão em evolução de género, não vamos ter um galifão metido na casa de banho das raparigas. Ou coisa do género.

Uma coisa do género sabemos nós. Esta gente que quer impor a sua ideia de sociedade aos outros não vai desistir de meter o nariz no cú do(a)s camaradas. E no nosso se para isso estivermos virados.

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O PS pode vir a pagar muito caro ter puxado o BE para a governação

A criatura ameaça o criador foi sempre o grande medo de António Costa. A realidade está a confirmar que o PS pode vir a pagar caro ter puxado o BE para o arco da governação.

Estamos prontos, camaradas, gritava Mariana Mortágua no último congresso do partido e Costa ouviu bem. Tão bem que a partir daí começou a distribuir pantufadas.

Carlos César :

O BE e outros, no dizer do dirigente socialista, não mandam no país.

"Se nós fôssemos sempre atrás do estilo de aventura e de que tudo é fácil, tudo é barato e tudo pode ser feito - que o BE em especial mas também alguns dos nossos parceiros alimentam frequentemente - nós tínhamos um país com uma mão à frente e outra atrás e voltávamos ao tempo da bancarrota. Ora com o PS isso não vai acontecer."

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BE, PCP e PAN votaram ao lado da mais sinistra extrema direita

Para a eleição da Presidente da Comissão Europeia PCP, BE e PAN juntaram-se à mais sinistra extrema direita e ao patético Nigel Farage  do Brexit para impedirem a solução encontrada. Uma mulher brilhante com um curriculum brilhante, com qualificações evidentes, europeísta de convicção e cultura e com um programa mobilizador.

Votaram ao lado dos que queriam ver a UE paralisada, de acordo com o seu antigo e imutável programa político em Bruxelas : ser o cavalo de Troia contra a ideia de uma Europa unida para fazer frente aos grandes blocos, Rússia, China, que tanto a querem ver domesticada e irrelevante.

Com a eleição de Ursula, esse programa, felizmente, falhou.

PS : Expresso . MST

PS manda uma pantufada no BE

O BE se não está nos cuidados intensivos anda lá perto depois da pantufada que Carlos César sem moderação lhe atirou.

O BE e outros, no dizer do dirigente socialista, não mandam no país.

"Se nós fôssemos sempre atrás do estilo de aventura e de que tudo é fácil, tudo é barato e tudo pode ser feito - que o BE em especial mas também alguns dos nossos parceiros alimentam frequentemente - nós tínhamos um país com uma mão à frente e outra atrás e voltávamos ao tempo da bancarrota. Ora com o PS isso não vai acontecer."

Existem boas condições para PSD, PCP, PEV e Bloco de Esquerda votarem favoravelmente esta lei, com a qual nos sentimos muito confortáveis. É melhor que a lei anterior e mesmo com as votações verificadas, é uma lei que não deixa de consagrar um princípio fundamental que é o da substituição do regime que existia que é o de concorrência entre o setor privado e o setor público, por um regime de colaboração", defendeu o líder parlamentar socialista.

Um regime de colaboração entre o sector público da saúde e o sector privado da saúde. Como não pode deixar de ser. O recreio acabou.

Na saúde só há um lado o do doente

Catarina Martins desafia o PS a escolher um lado, ou o público ou o privado. Mostra bem ao que vem. É uma posição ideológica que não tem em apreço o bem estar do doente.

O doente não pergunta se o hospital é público ou privado, interessa-lhe que seja bom, que seja tratado com profissionalismo segundo o "estado da arte" e a tempo, que não seja atirado para listas de espera onde muitos acabam por morrer. 

O BE já teve uma boa resposta do PS . Isto não é a União Soviética onde o estado toma conta de tudo e de todos. Não, obrigado, o povo português anda em repetidas eleições a recusar esse modelo.

Um país pobre com um estado endividado e com maus serviços públicos não consegue manter um bom Serviço Nacional de Saúde . Pode ter alguns serviços de excelência mas não pode manter uma boa rede de serviços universais e gratuitos. Essa é a razão maior da existência de uma rede alargada de serviços privados e sociais. O Estado perante esta evidência só tem que escolher o lado do doentes. Tratá-lo dentro dos prazos medicamente indicados seja no público seja no privado. O resto são fantasias ideológicas.

Um bom exemplo é o Serviço Nacional de Saúde de Cuba que reconhecidamente tem bolsas de excelência a par de uma rede velha e desactualizada de hospitais . Um país pobre não pode ter um SNS rico.  

O que o BE tenta com esta agenda ( hoje recuou ) é dar uma importância excessiva à gestão privada de três ou quatro hospitais públicos . Pessoalmente só vejo uma vantagem que é a de  podermos retirar lições quanto aos modelos em confronto e, dessa comparação, melhorar a gestão pública e a gestão privada.

Alguém acredita que um hospital de 200 camas por exemplo, possa ter um orçamento na gestão pública de 10 e na gestão privada de 200 ou vice-versa ? Se pode é porque mais uma vez o Estado é incapaz de olhar para o interesse geral da nação.

O Bloco de Esquerda a dar a ideia para a privatização do SNS

  Entre os partidos com presença parlamentar nunca ouvi algum a defender a privatização do Serviço Nacional de Saúde. E a razão é simples. O povo não deixaria. O SNS é o maior feito social da Democracia .

Mas é claro que este facto retira uma bandeira que o Bloco de Esquerda gostaria de empunhar. Olha nós a cantar avenida abaixo. " Matar o SNS do PS e criar o SNS do Bloco". Como esta realidade é pura fantasia as meninas do BE criam a ilusão. Estamos aqui para não permitir aquilo que ninguém quer fazer. Giro, não ? O PCP mais pragmático vai dizendo o mesmo mas mais envergonhadamente.

O que sempre se discutiu e com essa discussão foi possível criar o actual SNS, foi que o Estado represente o núcleo duro e principal do sistema e os privados sejam o complemento. Para que a oferta seja mais e melhor, para que acabem as listas de espera, para que o Estado não seja o único financiador e prestador do serviço, para que os privados aliviem a pressão sobre hospitais públicos subfinanciados por um Estado que não tem dinheiro.

Com este débil crescimento da economia, com a elevada dívida pública, com o envelhecimento da população, o estado não é capaz de sozinho sustentar financeiramente o SNS.  

Está aqui uma prova. O Novo Hospital de Lisboa Oriental é uma parceria-pública-privada

O que é que o Bloco de Esquerda e o PCP não percebem ? Chega-lhes a ideologia e renegam o bem estar dos doentes ?

                                         PPP - Novo Hospital de Lisboa Oriental

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