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BandaLarga

as autoestradas da informação

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SNS : um nível de desprezo nunca antes alcançado

É assim que o Bastonário da Ordem dos médicos classifica a relação com a ministra.

A segurança clínica está a ser posta em causa, por deficiências várias, que começam no capital humano", afirmou Miguel Guimarães à imprensa no final de uma reunião, em Lisboa, com a ministra da Saúde, Marta Temido. "E nós temos dito muitas vezes que a principal característica do Serviço Nacional de Saúde são as pessoas. São os profissionais de saúde que fazem a saúde todos os dias, para que os portugueses possam ter melhor qualidade de vida", declarou.

Governar é atribuir prioridades e como se vê este governo tem-nas bem definidas . Enquanto compra votos entre os utentes dos transportes em Lisboa e Porto ( dinheiro que sai do orçamento e muito mais do que nos quer fazer crer) deixa degradar o SNS a níveis miseráveis.

"[Estas questões] têm a ver com a proteção do doente e têm a ver com uma das coisas que estamos, ou estávamos, ou vamos continuar a estar a negociar, que é o ato médico, com o Ministério da Saúde para proteger o doente", referiu, garantindo: "Mas vamos continuar a insistir, mas responsabilizando, desta vez, o Ministério da Saúde pela insegurança clínica".

E é assim não é de outra maneira...

Enfermeiros apelam aos hospitais que nos digam a verdade

A Bastonária da Ordem dos Enfermeiros apela aos  Conselhos de Administração dos hospitais que digam a verdade do que está a acontecer nas urgências .

O que se está a passar é aquilo que nós já tínhamos antecipado quase há dois meses, quando denunciámos que o Ministério das Finanças não tinha autorizado pela primeira vez – nunca aconteceu isto em nenhum ano, não autorizar – a contratação dos enfermeiros necessários para o período de contingência da gripe”, começou por dizer a bastonária da Ordem dos Enfermeiros.

“Portanto, sem profissionais e com novos serviços – ditos serviços para gripe que são abertos nesta altura -, os doentes acumulam-se, os tempos de espera aumentam e está o caos instalado na maior parte das urgências do país”, apontou Ana Rita Cavaco.

Portanto, apelamos aos conselhos de administração que vos digam a verdade, das dificuldades que estão a ter, e ao ministério da Saúde que tome uma atitude. O senhor ministro tem que se responsabilizar por este caos que já se esperava no pico da gripe e ainda agora começou, porque vai piorar”, salientou a representante dos enfermeiros.

A degradação dos serviços de saúde em processo acelerado.

Morreram 2605 pessoas em lista de espera

Há crime ? A bastonária da Ordem dos Enfermeiros quer saber o que aconteceu para que esta tragédia tenha acontecido e solicitou à PGR uma investigação.

Pelo menos para se saber o que aconteceu e se há incúria ou responsabilidades e de quem.

Os Serviços Públicos sofrem na pele as "cativações" de Centeno numa austeridade escondida que começa a chegar à luz do dia. As vítimas dos incêndios e agora as vítimas do SNS. É demasiado mau.

Ana Rita Cavaco pede a Joana Marques Vidal que "intervenha em nome das 2605 pessoas que morreram em lista de espera". E diz: "Os nomes não sei, para o caso não preciso saber. São pessoas e isso basta-me. Podia ser qualquer um de nós." Sublinha ainda que "o tempo de vida não pode ser o tempo da política. E as decisões políticas não são imunes à ação da Justiça".

Não vale tudo e Marcelo tem que intervir . Chega de malabarismos orçamentais.

Não é possível enganar todos durante o tempo todo

Umas valem a pena outras não

O novo Bastonário da Ordem dos Médicos não sabe se as PPPs na saúde valem a pena. Diz que provavelmente não, isto apesar de os relatórios conhecidos atribuírem a vários hospitais em regime PPP melhor qualidade dos serviços prestados e serem mais baratos para o estado.

O Tribunal de Contas, o próprio Ministério da Saúde e outras instituições já o afirmaram sem margem para dúvidas . O ministro da pasta já mostrou a vontade de lançar novos concursos para vários hospitais . Não se deve é renovar as parcerias sem concurso público por muito bons que tenham sido os resultados.

E, depois, o estado não tem dinheiro e como tal atrasa o reequipamento e a reabilitação das instalações . A dívida, os juros, a economia que não cresce, formam uma situação desfavorável em que o SNS só pode continuar a não conseguir responder às necessidades.

Mas o que o Sr. Bastonário nos vem confirmar mais uma vez é que, por mais estudos que se façam em Portugal, a realidade é sempre vista através do manto diáfono da ideologia .

2. As PPP na Saúde e a Sustentabilidade Económico - financeira do SNS.
Da nossa perspectiva, não corresponde à verdade que as PPP coloquem o SNS em risco de
insustentabilidade financeira, desde logo, porque o SNS já se encontrava em condições de
manifesta incapacidade para solver economicamente as suas despesas, como o pagamento
atempado aos seus fornecedores de produtos farmacêuticos e material sanitário, etc. Aliás, foi
justamente esta inaptidão e incapacidade de solver os compromissos económico
s, de per si,
que impeliu o Estado a procurar apoio financeiro junto dos privados.

 

 

A redução para as 35 horas está a ser paga pelos doentes

Bastonário da Ordem dos Médicos faz uma acusação evidente. O SNS reduziu as horas de trabalho dos profissionais de 40 horas para 35 horas mas quem está a pagar essa redução são os doentes. Não havia necessidade nenhuma . E o Bastonário está longe de alinhar pela oposição se não foi mesmo um dos que pressionou para que a medida se concretizasse.

Com a reposição das 35 horas, e faltando dinheiro para mais, ficam por renovar equipamentos, fica por incrementar o acesso à inovação, ficam por alargar horários nas unidades de saúde e não se contratam mais profissionais, defende o bastonário.

E, claro, a demagogia da extrema esquerda e o tacticismo do PS cai sobre os doentes, os mais fracos do sistema. Os que não têm voz  os que não fazem greves .É isto a extrema esquerda , pelo que dizem ninguém os leva presos mas quando se avalia o resultado das suas permanentes reivindicações, a bem da igualdade , a desigualdade cresce .

Quem não esteve de acordo com a redução do horário de trabalho é, evidentemente, um perigoso reaccionário.

O bastonário da Ordem dos médicos envergonha a classe

hospital de Santa Maria recusa a afirmação de que teria sido contactado para receber o doente que morreu ontem em Coimbra. Que são os cortes diz o bastonário confirmando a ideia que temos dele. É um líder de claque, sempre pronto a esconder a verdade em defesa das corporações que abocanham o SNS.

Tendo S. José recusado o doente a lógica seria então contactar uma segunda unidade mais próxima, neste caso Santa Maria que também tem o serviço de neurorradiologia, o que não aconteceu. "Não houve nenhum pedido do Hospital de Faro ou do CODU para receber este doente. Temos sempre equipa disponível para estes casos, nem que seja através da chamada de médicos", disse ao DN fonte do hospital de Santa Maria.

São estes os cortes. Na noção da responsabilidade e do profissionalismo. Na falta de informação partilhada e na recusa de médicos e enfermeiros trabalharem ao fim de semana. O Sr. Bastonário devia ter senso bastante para defender as boas práticas na gestão do SNS.

O país estava habituado a que o Bastonário fosse uma personalidade nacional credível, interessado em colaborar na procura de soluções globais para o sistema. Mas não, agora temos um sindicalista a defender "os profissionais" que falham vergonhosamente.

 

O Arménio Carlos da saúde concorda com Jerónimo de Sousa

Uma grande identidade de pontos de vista entre o secretário geral do PCP e o Bastonário da Ordem dos médicos. E a linguagem utilizada também é muito igual.

Segundo o bastonário da OM, a situação «é da exclusiva responsabilidade da tutela, do Ministério da Saúde, que impôs uma série de medidas e restrições» e, agora, «o hospital não pode funcionar milagrosamente», pois, «se assim fosse, milagrosamente, a situação do país também seria bem melhor».

O líder do PCP condenou a «política desgraçada» que considera «beneficiar os privados» e «atingir os seus obreiros principais: médicos e enfermeiros», com «consequências dramáticas de saúde, particularmente para os que menos têm e menos podem» - «uma realidade que o ministro da Saúde se recusa a admitir».

Tempos houve que o bastonário era uma figura de prestígio nacional que não se metia na disputa política que era um dos principais conselheiros do ministro da saúde. Agora temos uma cópia do Arménio Carlos. Desgraçado país este.

UMAS BREVÍSSIMAS NOÇÕES BASILARES

Os advogados não estão interessados em conseguir a destituição da Ministra da Justiça.

Uns, porque apoiam as suas políticas, Outros, porque sabem da inviabilidade de tal objectivo e nem vislumbram que vantagem adviria de hipotética substituição.

Os advogados também não estão empenhados na revogação da lei que aprovou o novo mapa judiciário.

Uns, porque concordam com a reforma. Todos, porque sabem que a sua aplicação é inevitável e que eventual reversão iria prolongar o sério problema com que se debatem.

Os advogados, todos. estão a braços com um problema muito sério, resultante do bloqueio da sistema informático dos tribunais. Que lhes acarreta perdas de tempo, acréscimo de trabalho e prejuízo patrimonial. Porque, individualmente, pouco podem fazer, esperam que a sua organização de classe os ajude e os represente na defesa das suas aspirações concretas.Que são as dos cidadãos, seus patrocinados

Os advogados, que ganham a vida a resolver problemas, sabem que os seus clientes fugiriam para um colega, se a solução que propusessem fosse promover manifestações ou arengas públicas.

Mas, ao contrário dos clientes, os advogados carecem de alternativa quando está em causa a solução para os seus próprios problemas.

A hepatite C e o bastonário da Ordem dos Médicos.

Hoje um leitor no Expresso ..."o ministro diz que o preço do medicamento é imoral" afirma o bastonário - " Imoral é não tratar os doentes (...) finalmente com muitas pressões alguns doentes começam a ser tratados". Muito a propósito, a "Der Spiegel" do passado dia 18 de agosto publica a seguinte nota : "100,00 euros, é quanto custa a produção da quantidade necessária para um tratamento de 12 semanas com o novo medicamento Sofosbuvir para a hepatite C. Mas na verdade o seu fabricante, Gilesd Sciences, pede 6 000,00 euros pela terapia. Cobiça pura", é como classifica isto a MEZIS, organização dos médicos alemães". Parece-me desnecessário mais qualquer comentário ( Francisco Batoréu, Lisboa).

E a mim parece-me interessante remeter o leitor para estas leituras aqui no Banda Larga : Defender o SNS da hepatite C e dos preços pornográficos".    Saia uma dose de jornalismo de investigaçãoO jornalismo de sarjeta e o bastonário sindicalista

O Bastonário da Ordem dos Médicos resolve o problema, enterrando-o.

Bastonário da Ordem dos Médicos resolve todos os problemas da classe pondo o estado a pagar. Como todas as corporações o grande objectivo é viver à conta dos contribuintes. Há médicos, instituições e universidades que fogem ao dever tributário? Se for o estado a pagar já não fogem. Assunto resolvido. O jornal Público adianta hoje que a indústria farmacêutica concedeu apoios e subsídios no valor de mais de 28,6 milhões de euros a profissionais e organizações do setor da saúde, entre janeiro e junho deste ano, mas que estes profissionais comunicaram que neste período receberam apenas 8,4 milhões de euros dos laboratórios.

Não é muito difícil perceber que se não fosse o cruzamento de dados ninguém daria pela marosca. O problema fica pois, resolvido, enterrando-o!