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BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

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E nós aqui não fomos ouvidos nem achados

O CEI abriu uma linha de crédito para desenvolver a Banda Larga no montante de 110 milhões de euros. O projecto abrange os investimentos necessários à implementação do equipamento e sistemas de rede móvel com a actual tecnologia 3G e a nova tecnologia 4G. O projecto pretende melhorar o acesso aos serviços de banda larga, aumentar a eficiência e reduzir custos.

Para o BEI, este empréstimo integra-se no contexto mais amplo da Estratégia Europa 2020, que visa promover um crescimento inteligente e desenvolver uma economia baseada no conhecimento e na inovação. A iniciativa “Agenda Digital para a Europa” é um elemento-chave desta estratégia, por isso a existência de redes de alta velocidade eficientes é fundamental para a transferência rápida e fiável de volumes cada vez maiores de dados.

Banda Larga em destaque

O Banda Larga tem estado em destaque frequentemente. Não só no SAPO mas em outros blogues. Não é esse o objectivo mas faz bem ao ego. Mostra que neste blogue se tratam, também, assuntos sérios com isenção. Numa altura tão importante como a que vivemos tentamos apoiar as medidas governamentais que estão a responder à situação miserável a que fomos conduzidos. Não é cegamente que o fazemos mas não alinho no coro de críticas dos que nada têm para apresentar em alternativa. Como se viu com a posição do PS na recente barafunda. Para não falar na política de terra queimada de PC e BE.

Vejo o futuro do país na União Europeia ( será fascista?) e no Euro. Não descortino futuro fora do concerto de um mercado de 500 milhões de pessoas, um espaço de democracia, de progresso e de paz.

Portugal fora da União Europeia estaria entregue à sua pequenez e à sua mais que provada incapacidade de se governar. Por isso mesmo não alinho em aventuras que tão mal resultaram em outras paragens e não estou disponível para cenários teóricos, muitas vezes bem intencionados mas sem "massa crítica" que possa responder aos anseios de um povo, farto de pobreza e de desigualdades.

Interessam-me pouco as ideologias. Interessam-me mais as políticas que fazem a diferença. Quero deixar para as próximas gerações um Portugal europeu, com uma economia social de mercado e em democracia. E menos desigual .

PS: vem isto a propósito para anunciar que vou para mais um curto período de férias ( 5 dias) por isso a minha participação no blogue será menor. Mas cá estarei diariamente, bem como os textos sobre "Socialismo" do Prof. Raul Iturra.

IINTOLERÂNCIA DE PONTO

Das palavras mais versáteis da nossa língua. O "punctus" que, da picada ou estigma do étimo, se generalizou para designar muito do que é marco temporal.

Hoje é o dia marcado para celebrar a nossa independência. À falta de celebração do acto fundador, hoje é também o único que o calendário oficial admitia para celebrar a nacionalidade.

É, portanto, dia de ponto.

Nós gostamos de aniversários. De eventos alegres ou funestos, suscitadores alegria, que queremos reviver e prolongar, ou reflexão de tristeza já temperada. Nós precisamos dos aniversários, referências da vida que vamos construindo e cimento da unidade com aqueles que também os celebram.

As nações têm também os seus aniversários e da mesma forma deles precisam.

O que hoje evocamos é uma das razões por que me sinto civicamente mais solidário com o habitante (que nenhum conheço) da Ilha do Corvo (onde nunca estive) do que com os madrilenos meus amigos com quem, amiúde, compartilho tapas e tango.

Fingindo um debate público que não existiu, quem manda em nós pôs ponto final neste ponto.

O seu ridículo faz com que não mereçam referência os argumentos da produtividade ou da "crise". Como se, para sair desta, não fosse fundamental uma sólida consciência nacional e como se aquela não tivesse de estribar-se na normalidade da vida de cada um.

Não deve ter sido para nos gozar, mas até parece.

Na ante-véspera do dia em que o poder passará a impedir-nos de celebrar a nacionalidade, vem o governo anunciar tolerância de ponto em dois dias inteiros do mês de Dezembro.

São uns pontos!

Com o argumento, pasme-se, de que, como já é hábito não trabalhar à tarde, não valeria a pena fazê-lo de manhã.

Aqui não importam já a crise e a produtividade. Às malvas também a propalada necessidade de alteração dos maus hábitos que nos trouxeram onde chegámos.

Adule-se o povo com o lazer anódino, esqueça-se a história, ignorem-se as raízes.

Somos, afinal, “europeus”, mandam eles.

São uns pontos, é certo. Mas, cuidado, não dão ponto sem nó.E não me merecem qualquer tolerância.


IINTOLERÂNCIA DE PONTO

Das palavras mais versáteis da nossa língua. O "punctus" que, da picada ou estigma do étimo, se generalizou para designar muito do que é marco temporal.

Hoje é o dia marcado para celebrar a nossa independência. À falta de celebração do acto fundador, hoje é também o único que o calendário oficial admitia para celebrar a nacionalidade.

É, portanto, dia de ponto.

Nós gostamos de aniversários. De eventos alegres ou funestos, suscitadores alegria, que queremos reviver e prolongar, ou reflexão de tristeza já temperada. Nós precisamos dos aniversários, referências da vida que vamos construindo e cimento da unidade com aqueles que também os celebram.

As nações têm também os seus aniversários e da mesma forma deles precisam.

O que hoje evocamos é uma das razões por que me sinto civicamente mais solidário com o habitante (que nenhum conheço) da Ilha do Corvo (onde nunca estive) do que com os madrilenos meus amigos com quem, amiúde, compartilho tapas e tango.

Fingindo um debate público que não existiu, quem manda em nós pôs ponto final neste ponto.

O seu ridículo faz com que não mereçam referência os argumentos da produtividade ou da "crise". Como se, para sair desta, não fosse fundamental uma sólida consciência nacional e como se aquela não tivesse de estribar-se na normalidade da vida de cada um.

Não deve ter sido para nos gozar, mas até parece.

Na ante-véspera do dia em que o poder passará a impedir-nos de celebrar a nacionalidade, vem o governo anunciar tolerância de ponto em dois dias inteiros do mês de Dezembro.

São uns pontos!

Com o argumento, pasme-se, de que, como já é hábito não trabalhar à tarde, não valeria a pena fazê-lo de manhã.

Aqui não importam já a crise e a produtividade. Às malvas também a propalada necessidade de alteração dos maus hábitos que nos trouxeram onde chegámos.

Adule-se o povo com o lazer anódino, esqueça-se a história, ignorem-se as raízes.

Somos, afinal, “europeus”, mandam eles.

São uns pontos, é certo. Mas, cuidado, não dão ponto sem nó.E não me merecem qualquer tolerância.


O último 1º de Dezembro é o nosso primeiro

Não se apagam as referências nacionais assim sem mais. Guardamos, por isso, o primeiro dia do "banda Larga" para hoje. Nunca mais nenhum de nós se esquecerá desta data. E, também, porque  tal como então, estamos em crise. Precisamos de gente lúcida e patriótica para liderar a  saída da actual crise porque a "arraia miúda", essa, diz sempre presente. Sabemos que é difícil. Queremos juntar aqui vozes distintas, pessoas que pensam pela sua cabeça, sem cartilhas partidárias , mas com a ideologia toda. Sem tabus. É que tal como no 1º de Dezembro de 1640 acreditamos todos em alguns princípios fundamentais. Ter opiniões diferentes, respeitar a diferença, discutir...
Juntamos gente capaz , que vai da direita à esquerda. Professores universitários, gestores, investigadores e uma jurista que vive na Holanda. Por isso lhe chamamos "BANDA LARGA" cabem cá (quase) todos . 
Vamos manter um ritmo próprio mas sem fazer disso uma obrigação. Escrevemos quando houver que escrever, se possível diariamente. Todos nós temos vida para além do "Banda Larga".
E, você, se tem alguma coisa para partilhar faça-o aqui. Basta enviar o texto pelo nosso endereço que nós publicamos.




O último 1º de Dezembro é o nosso primeiro

Não se apagam as referências nacionais assim sem mais. Guardamos, por isso, o primeiro dia do "banda Larga" para hoje. Nunca mais nenhum de nós se esquecerá desta data. E, também, porque  tal como então, estamos em crise. Precisamos de gente lúcida e patriótica para liderar a  saída da actual crise porque a "arraia miúda", essa, diz sempre presente. Sabemos que é difícil. Queremos juntar aqui vozes distintas, pessoas que pensam pela sua cabeça, sem cartilhas partidárias , mas com a ideologia toda. Sem tabus. É que tal como no 1º de Dezembro de 1640 acreditamos todos em alguns princípios fundamentais. Ter opiniões diferentes, respeitar a diferença, discutir...
Juntamos gente capaz , que vai da direita à esquerda. Professores universitários, gestores, investigadores e uma jurista que vive na Holanda. Por isso lhe chamamos "BANDA LARGA" cabem cá (quase) todos . 
Vamos manter um ritmo próprio mas sem fazer disso uma obrigação. Escrevemos quando houver que escrever, se possível diariamente. Todos nós temos vida para além do "Banda Larga".
E, você, se tem alguma coisa para partilhar faça-o aqui. Basta enviar o texto pelo nosso endereço que nós publicamos.