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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ganhar mais e trabalhar menos é treta

A carga horária baixou de 40 horas para 35 horas semanais o que pressiona a despesa com pessoal. Os sindicatos acreditaram que era possível baixar a carga horária e continuar a reivindicar aumentos salariais. Como se vê é treta .

Aumentar dois  euros por mês é realmente ridículo mas os sindicatos querem esquecer que a redução da carga horária representa um aumento de salário. É preciso juntar ao aumento do salário, as progressões na carreira e a redução da carga horária. Mas isso não é sustentável bem podem os sindicalistas rasgar as vestes e chamar de mentirosos os membros do governo.

Mentirosos foram mas não agora. Quando deixaram entender e os funcionários acreditaram que a redução da carga horária não tinha qualquer custo nem para o trabalhador nem para o orçamento de estado. Mas tem e não é pouco. Na verdade não há almoços grátis.

Outras mentiras virão à tona de água à medida que o país empobrece. Com mentiras e bolos se enganam os tolos.

A austeridade na Função Pública até pelo menos 2020

A austeridade dá com uma mão a progressão das carreiras na função pública e tira com a outra nas actualizações salariais. Onde é que já vimos isto ?

Não haverá aumentos salariais na função pública até 2020.

Segundo Arménio Carlos, o Programa de Estabilidade prevê que só depois de 2020 possa haver aumentos de salários.

Sobre os motivos para não haver aumentos salariais em 2019, disse que o Governo "não aprofundou a discussão".

Ainda na reunião, segundo o líder da CGTP, o ministro Mário Centeno transmitiu a informação de que a dívida se irá reduzir em 23 pontos percentuais até 2022, ficando nesse ano em 102% do Produto Interno Bruto (PIB), afirmando que isso significa uma redução da dívida de 9 mil milhões de euros por ano.

É, claro, para haver redução na dívida pública não haverá virar de página na austeridade