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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Teia Socrática

O triunvirato : Aliás, Pinhal frisou que o antigo governador do Banco de Portugal, o ex-ministro das Finanças e o antigo primeiro-ministro terão influenciado Joe Berardo para que este reforçasse a sua posição no banco: “Os três constituem o triunvirato, não diria que desenhou a operação, mas que deu a bênção sobre toda a operação”. “Não se pense que a Sonangol viria de Angola para desencadear a tempestade sem a concordância do Governo”, acrescentou.capa_jornal_i_12_06_2019.jpg

 

O assalto dos políticos à justiça

Quando correm importantes processos judiciais os politicos querem mudar as instituições com o objectivo de controlar .

Marcelo, que aceitou a não recondução de Joana Marques Vidal, vá lá saber-se porquê, já veio dizer que para se alterar a composição do Conselho Superior do Ministério Público será preciso alterar a Constituição. Será mesmo? A propósito, fiquemos com o que disse Joana Marques Vidal sobre este assunto: «A defesa da maioria de membros não-magistrados no Conselho Superior vai ao arrepio das orientações dos organismos internacionais, como o Conselho da Europa». Citada pelo Público, disse ainda: Essas orientações «têm uma razão de ser: Manter a independência dos tribunais, que pode ficar em causa quando os membros não magistrados ficam em maior número».

Desapareceram vinte mil milhões de Euros

Desapareceram mas estão aí algures a recato em contas de certas famílias. Um assalto organizado ao Estado por políticos, gestores privados e públicos, com a complacência das instituições controladoras que não viram ou não quiseram ver.

Desde a Caixa Geral de Depósitos ao BPN, passando por grandes empresas, Convém ainda não esquecer que as actuações de políticos, banqueiros, bancários, gestores e empresários relativamente às PPP, aos swaps e aos golpes em quase todos os bancos portugueses estão fora da alçada deste processo Sócrates barra Salgado barra Espírito Santo barra PT.

Mas ficaremos a saber que duas ou três (ou mais...) operações políticas e financeiras de assalto ao Estado, a algumas das melhores empresas portuguesas, aos recursos de milhões de depositantes, credores, accionistas e investidores se desenvolveram durante anos. O que aconteceu com a cumplicidade de um ou dois partidos políticos, com a participação activa de alguns dos "melhores" banqueiros portugueses, com a intervenção maliciosa de um governo, com a colaboração dolosa de vários gestores privados e públicos.

Ficaremos todos a perder .