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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Expropriar imóveis e direitos inerentes







MARCELO APROVA

A MARCHA PARA O COMUNISMO IMPANTE



O governo de Costa aprovou, com o apoio das correntes comunistas da AR, um novo regime de expropriação de imóveis e direitos inerentes. Marcelo Rebelo de Sousa promulgou ontem e mandou publicar o diploma.

A coisa é simples. Através de um mero despacho de um qualquer ministro o governo ou uma autarquia pode retirar aos cidadãos a propriedade de bens imóveis para construir, ampliar, reabilitar ou beneficiar equipamentos, redes e infraestruturas.

E, espantosamente, rouba-se a propriedade sem aviso prévio ao proprietário roubado e sem possibilidades de acordo entre expropriador e expropriado. Sem contraditório, sem direito à contestação da violência administrativa, sem direito de defesa dos direitos constitucionalmente consagrados.

Comunismo puro e duro.

Em concreto, acabaram-se os impedimentos à construção de ciclovias, rotundas, parques para administração de drogas e prática da prostituição, pistas de maratonas de fim de ano e, entre muitas outras utilidades, à construção de acessos privilegiados a habitações e indústrias da “família” dos titulares.

A partir de agora, o governo Costa, os partidos comunistas e seus autarcas têm reunidas todas as condições para gastar, bem e com o maior proveito, os inúmeros milhões das poupanças alemãs e holandesas que a União Europeia vai pôr nas mãos de Costa.

O novo regime, aprovado por Marcelo Rebelo de Sousa, configura um atentado claro e directo ao direito de propriedade, porventura o mais relevante símbolo da Liberdade e da Igualdade de Oportunidades, da Democracia. Vasco Gonçalves, o ícon comunista de 1974, nacionalizou tudo, apanhou empresas e desmantelou impérios de emprego, roubou terras e herdades, pilhou palácios, hotéis e pensões, vivendas e andares de habitação, surripiou contas bancárias, ele fez tudo isto mas jamais se atreveu a atacar tão directa e ostensivamente o direito de propriedade dos cidadãos!

Foi preciso Marcelo Rebelo de Sousa ocupar a Presidência da República e Costa usurpar o poder democrático para o PC e a extrema esquerda comunista e larocas concretizarem o seu grande modelo de organização da sociedade com este ataque frontal à propriedade, à Liberdade Individual e ao Estado Social de Direito baseado na dignidade da vida humana.






Na situação em que está o país quem quer substituir António Costa ?

O principio do fim do ciclo político de Costa diz Marques Mendes. Mas há alguém que queira substituir o primeiro ministro em funções nesta situação ? E não é justo que Costa governe em crise quando tão mal governou com vacas semi-gordas ?

Sem dinheiro e sem reformas concluídas o país navega ao sabor do convid-19. A ansiedade e irritação evidenciadas pelo Primeiro Ministro tem a ver com o dinheiro de Bruxelas que só chegará lá para o meio de 2021 e, sem dinheiro, Costa não sabe governar.

Sem dinheiro é preciso desagradar a muita gente para, por exemplo, resolver as listas de espera da vergonha e a falta de médicos e outro pessoal no SNS. E o BE não se cala, nem sequer os meios previstos no orçamento de 2020 foram ainda satisfeitos.

O PCP e o BE bem sabem que o que ficou por cumprir no orçamento em 2020 ainda menos será cumprido em 2021 e, a Lei Laboral, vai ficar como está para não desagradar aos patrões.

Decisões que vão desagradar a muita gente.

Com honra, Vieira põe, Vieira tira

Com o Primeiro ministro à frente Vieira decreta que todos os políticos e afins saiem da sua comissão de honra, onde entraram porque o próprio os convidou.

Transformados em marionetas e em rebanho os políticos e afins saiem como entraram. Bem mandados. Vieira manda e é obedecido. Vá lá saber-se porquê.

Num país onde um secretário de estado foi demitido porque ameaçou com umas "honestas chapadas" e um ministro porque mostrou um par de "corninhos", é deveras extraordinário que o Primeiro Ministro se deixe tratar desta forma por um homem cercado pela Justiça e não se demita.

Quando homens da política e do futebol se juntam é porque têm interesses comuns. Não é boa ideia para ninguém e dá a sensação que qualquer deles já está acima de qualquer escrutínio. Muito perigoso.

A humilhação é ter entrado ou ter sido corrido ? Em qualquer dos casos é grande e indesculpável.

 
O Vieira libertou o Costa do fardo da Comissão de Honra. Ele aparentemente não tinha genica para sair pelo próprio pé. Libertaram-no da chatice, mas não da mancha de lá ter estado. Nunca chegou a reconhecer o erro. Já lá não está. Mas na verdade nunca saiu. Deixou-se empurrar. É o António Costa. É assim. Tudo nele é sempre dúbio, manchado, pouco claro. E quando é mesmo certo e claro, o melhor é fugir.

Entre António Costa e o Bastonário houve uma traição

O primeiro ministro comeu o bastonário da Ordem dos médicos de cebolada.

Houve uma imprudência, uma traição, uma ofensa, um cavar de trincheiras. Ontem, o protagonista principal deste romance político, o nobre António Costa, reuniu-se com Kirilov, ou melhor, com o Bastonário da Ordem dos Médicos.

Tudo o que é experimentado nunca mais é esquecido e a classe médica não vai esquecer tão depressa este fim de semana.

É claro, que após aquela cerimónia perante as câmaras, o bastonário foi vergastado pela opinião dos seus colegas que viram naqueles discursos uma traição ao sentimento de toda uma classe. Daí a carta aberta a toda a classe queixando-se de o primeiro ministro "não ter sido fiel" ao que se passara na reunião.

Já há por aí médicos a pedir greve e "avança Miguel" porque nada disto pode ficar assim.

António Costa por muito que lhe custe tem o dever de governar em crise e no meio da austeridade. E a não faltar à verdade.

 

O que António Costa faz ( exemplarmente) é governar ?

Gerir e governar são duas coisas distintas. Não basta ficar outra vez de mão estendida, esperando ansiosamente que a Europa nos dê os milhões que não somos capazes de produzir para sustentar o nosso Estado Social, as nossas empresas e famílias.

Há uma grande diferença: António Costa ainda não demonstrou, como Churchill, ter uma liderança para lá da mediania – não vimos, desde que em 2015, está a governar, nenhuma ação de efetiva reforma e promoção do desenvolvimento e não vimos, até hoje, uma liderança clara face à pandemia. Estamos a falar de um político muito hábil na gestão do poder, mas a quem falta demonstrar competência elevada no que interessa para o caso – governar.

A substância de um Governo é governar, especialmente, em tempos difíceis. E governar não é, como hoje parece ter-se instalado, gerir perceções nos meios de comunicação. E mesmo aí, como se costuma dizer, pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.

Costa sabe em que estado tem o Estado que tem governado

Daí a ronda do primeiro ministro pelas capitais europeias. Sabe que sem plano europeu com a Europa a endividar-se e a dar-nos alguns dos fundos nós dificilmente conseguiremos ir captar mais 15% ou 20% de PIB de dívida adicional ( no mínimo a divida vai saltar para cerca dos 137% do PIB. A dívida que Costa não conseguiu reduzir apesar de o Turismo ter tido um comportamento que não terá tão cedo. E a ser assim os juros poderão subir )

E sabe que sem esse capital de investimento Portugal não consegue dar a volta que a economia precisa para ser competitiva.

Se não estávamos bem antes de começar a pandemia, por que razão imaginar que passada a dita iríamos ficar bem ?

PS: a partir de João Duque - Expresso

A TAP é o princípio do fim de António Costa

Na TAP decorre à vista de todos uma tragédia à portuguesa curta. A factura apresentada pela exigência de PCP e do BE para ter uma companhia de bandeira que poucos têm, acabou com a gestão orçamental poucochinha.

Teremos noção de que podemos regressar rapidamente à sombra da falência se António Costa mantiver um estilo de governação com despesa galopante em vez de enfrentar o Bloco e o PCP?

A extrema esquerda tudo fará para empurrar PS e PSD para um governo de salvação nacional para mostrar que a alternativa são eles mesmos. 

O voto contra dos comunistas, ontem, no Orçamento retificativo, é já o espelho do desespero pela sobrevivência política acima de tudo. Como aliás se vê na insistência de realização da Festa do Avante, evento que só um Governo de joelhos, em permanente chantagem, engole e autoriza.

Mas, se depois desta reestruturação, a TAP continuar sem resultados operacionais positivos, laboralmente ingerível e ninguém a quiser comprar, temos de desistir desta TAP e abrir outra mais pequena ou deixarmos de ter companhia aérea. Se o mercado é realmente bom, alguém voará para Portugal. Creio que deveríamos colocar um prazo de dois anos e um teto-limite de injeção de dinheiro a meter na empresa. Isto não pode ser um buraco sem fundo. É que já não podemos mais.

Os holandeses já pediram a transcrição da conversa

VAMOS PROCURAR DEIXAR CLUBISMOS DE FORA

Há uma reunião, confidencial, de altos representantes governativos de vários países europeus.

Um dos participantes vem cá para fora dizer que o comportamento de um dos participantes de outro país foi “repugnante”.

É certo que essa pessoa terá uma forte união nacional, e não só, em torno de si. No entanto, podemos interrogar-nos, está essa pessoa interessada em facilitar uma solução, que interesse a todos, e onde ninguém perca a face, ou está antes esta pessoa a trair a confiança dos seus pares para ganhar popularidade?

Nota: uma vez que os mecanismos de confiança já foram quebrados, os holandeses já pediram a transcrição das conversas. Brevemente deveremos ter mais notícias.

SIRESP - os grandes negócios do Estado

Era então ministro da Administração Interna António Costa: Numa altura em que o país vive uma situação de emergência com o covid-19, a rede de comunicações SIRESP terá um papel fundamental. Mas será que está em condições? O especialista e deputado do PSD Paulo Moniz diz que não.

As fragilidades actuais do SIRESP são as mesmas de 2017  que ajudaram à morte de mais de cem pessoas nos grandes incêndios. Estamos com os níveis de robustez, fiabilidade e resiliência das redes de comunicações públicas (móveis e fixas) em circunstâncias semelhantes às que se encontravam aquando dos grandes incêndios de 2017. Dito de outra maneira, estamos praticamente ao mesmo nível de fragilidades do que nos incêndios de 2017.

O SIRESP começa a funcionar "na sua versão paga" a 3 de julho de 2006. O valor da proposta inicial foi de 580 milhões, apresentada pelo consórcio constituído por PT, Motorola, Esegur, Grupo Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos e Sociedade Lusa Nacional. Após renegociação liderada pelo então ministro da Administração Interna, António Costa, chegou-se ao valor de 485 milhões. Na altura, António Costa justificou a decisão com a garantia de que "o SIRESP assegura comunicações móveis de elevada qualidade a estes operadores, bem como a possibilidade de todos comunicarem entre si, o que é decisivo em termos operacionais e não é assegurado pelos atuais sistemas de rádio."

Acontece que fruto do abaixamento dos valores iniciais, que contemplava por exemplo uma solução redundante soberana e própria de feixes hertzianos, acabou por se comprometer determinantemente a fiabilidade e a robustez de funcionamento como veio a demonstrar-se em 2017 e com custos no final global muito mais elevados do que a aparente poupança negocial... Assim, julgo que não andaremos muito longe se dissermos que o sistema SIRESP, que termina o seu contrato com o Estado em junho de 2021, terá tido um custo global ao longo de 15 anos, entre 500 e 600 milhões de euros, se incluirmos também o encargo com a aquisição dos rádios em utilização. Apesar deste custo galáctico o seu desempenho e prestação foi o que todos infelizmente conhecemos. É caso para dizer que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita...