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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os holandeses já pediram a transcrição da conversa

VAMOS PROCURAR DEIXAR CLUBISMOS DE FORA

Há uma reunião, confidencial, de altos representantes governativos de vários países europeus.

Um dos participantes vem cá para fora dizer que o comportamento de um dos participantes de outro país foi “repugnante”.

É certo que essa pessoa terá uma forte união nacional, e não só, em torno de si. No entanto, podemos interrogar-nos, está essa pessoa interessada em facilitar uma solução, que interesse a todos, e onde ninguém perca a face, ou está antes esta pessoa a trair a confiança dos seus pares para ganhar popularidade?

Nota: uma vez que os mecanismos de confiança já foram quebrados, os holandeses já pediram a transcrição das conversas. Brevemente deveremos ter mais notícias.

SIRESP - os grandes negócios do Estado

Era então ministro da Administração Interna António Costa: Numa altura em que o país vive uma situação de emergência com o covid-19, a rede de comunicações SIRESP terá um papel fundamental. Mas será que está em condições? O especialista e deputado do PSD Paulo Moniz diz que não.

As fragilidades actuais do SIRESP são as mesmas de 2017  que ajudaram à morte de mais de cem pessoas nos grandes incêndios. Estamos com os níveis de robustez, fiabilidade e resiliência das redes de comunicações públicas (móveis e fixas) em circunstâncias semelhantes às que se encontravam aquando dos grandes incêndios de 2017. Dito de outra maneira, estamos praticamente ao mesmo nível de fragilidades do que nos incêndios de 2017.

O SIRESP começa a funcionar "na sua versão paga" a 3 de julho de 2006. O valor da proposta inicial foi de 580 milhões, apresentada pelo consórcio constituído por PT, Motorola, Esegur, Grupo Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos e Sociedade Lusa Nacional. Após renegociação liderada pelo então ministro da Administração Interna, António Costa, chegou-se ao valor de 485 milhões. Na altura, António Costa justificou a decisão com a garantia de que "o SIRESP assegura comunicações móveis de elevada qualidade a estes operadores, bem como a possibilidade de todos comunicarem entre si, o que é decisivo em termos operacionais e não é assegurado pelos atuais sistemas de rádio."

Acontece que fruto do abaixamento dos valores iniciais, que contemplava por exemplo uma solução redundante soberana e própria de feixes hertzianos, acabou por se comprometer determinantemente a fiabilidade e a robustez de funcionamento como veio a demonstrar-se em 2017 e com custos no final global muito mais elevados do que a aparente poupança negocial... Assim, julgo que não andaremos muito longe se dissermos que o sistema SIRESP, que termina o seu contrato com o Estado em junho de 2021, terá tido um custo global ao longo de 15 anos, entre 500 e 600 milhões de euros, se incluirmos também o encargo com a aquisição dos rádios em utilização. Apesar deste custo galáctico o seu desempenho e prestação foi o que todos infelizmente conhecemos. É caso para dizer que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita...

António Costa já preparou o guião para as cenas seguintes

O anúncio ao país das novas medidas de combate à crise serviu para o primeiro ministro iniciar o guião que guiará o discurso político nos meses próximos.

O país estava no caminho certo, com a economia a crescer, o emprego a subir e as contas positivas. Ninguém poderá apontar ao governo qualquer culpa.

A culpa sabemos bem onde nasceu e como, o mal que já fez a outros e nos está a fazer nós. Nenhuma dúvida, portanto.

Venha lá o dinheiro da União Europeia e a solidariedade que nós sabemos como salvar empresas, empregos e famílias. É poucochinho como é tudo com Costa.

Costa sabe que com este seu programa económico, dificilmente a vida continuará, ou, se continuar, será para contar os mortos, as empresas que vão cair, o emprego que vai ser destruído.

É preciso, pois, exercitar o que melhor sabe fazer. Salvar a pele.

 

António Costa está há demasiado tempo no poder

Nos últimos 24 anos o PS esteve no poder 20 anos e Costa como secretário de estado ou ministro faz o pleno. Como é que este político pode passar pelos pingos da chuva comportando-se como se nada tivesse a ver com o que de mal existe no país?

O Programa de governo que agora apresentou é disso um disparatado exemplo. O Serviço Nacional de Saúde rebenta pelas costuras, com listas de espera de doentes, hospitais a encerrar serviços e fornecedores sem receber? Costa afirma sem se rir que vai construir cinco hospitais, reduzir as listas de espera, pagar a fornecedores, subsidiar uma campanha de cheques dentista e de compra de óculos. E ao mesmo tempo, manter o défice, reduzir a dívida, não aumentar impostos, aumentar salários e pensões e aumentar o investimento.

Tudo sem falar uma única vez no crescimento da economia. Há quem mesmo assim faça de conta que acredita.

É bem claro que os dois partidos recentes à direita ( INICIATIVA LIBERAL e CHEGA) não vão deixar que Costa e o PS continuem a gozar deste esquecimento colectivo. Irão esfregar-lhe na cara uma e outra vez até que fique bem claro, que os fogos florestais e as vítimas mortais têm responsáveis e têm nome. Que o roubo de Tancos mostrou a decadência das Forças Armadas de que tanto os militares se queixam. Que a escola pública não tem professores e pessoal auxiliar suficientes. E que há centenas de alunos sem aulas.

António Costa já perdeu a noção da realidade há tanto tempo se passeia no limbo do alto poder. 

Sócrates diz que António Costa é insuportável

António Costa fez parte do governo de maioria de Sócrates.

Para dizer a verdade nunca pensei que as coisas chegassem a este ponto. Nunca me ocorreu vir a encontrar-me na desconfortável situação de ter de recordar a alguém que o Governo que agora maldiz foi, afinal, um Governo no qual participou. Também nunca imaginei que alguém pudesse conceber como estratégia para ter maioria absoluta desacreditá-la enquanto solução política. No fundo, o que parece querer dizer é que todas elas são horríveis — com exceção daquela que ele próprio obterá e que se diferenciará das outras justamente por ter sido obtida escondendo essa ambição e até negando esse propósito. É talvez a isto que chamam estratégia.

Governo PS+PCP+BE é impossível diz António Costa

É tal a diferença em matérias nucleares entre os partidos da esquerda que até para o PM é evidente a impossibilidade de formar governos à esquerda. E a geringonça mostrou bem que não é para continuar. Governar sem resolver os problemas que são essenciais para que o país se modernize e se manter no quadro da UE não se pode repetir. Serviu para salvar uma derrota nas urnas.

A geringonça permite agora que o PCP diga que nunca teve nada a ver com o governo e o BE, guloso e ambicioso, quer morder na área do PS . Que é o que o PS mais teme. Temos a geringonça de pantanas como sempre foi visível para quem quis ver.

E agora? O PS vai formar um governo minoritário de geometria variável, ora à direita ora à esquerda até que PCP e BE cravem o veneno mortal . Como o lacrau faz à formiga que carrega às costas enquanto atravessa o rio. Um morre afogado e os outros morrem do próprio veneno.

Este país pobre, onde tanta gente ainda vive mal, não pode dar-se ao luxo de fazer de conta que tem alternativa à UE e à Zona Euro.

Lá se foi a grande vitória das esquerdas. O arco da governação não alargou.

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O PS pode vir a pagar muito caro ter puxado o BE para a governação

A criatura ameaça o criador foi sempre o grande medo de António Costa. A realidade está a confirmar que o PS pode vir a pagar caro ter puxado o BE para o arco da governação.

Estamos prontos, camaradas, gritava Mariana Mortágua no último congresso do partido e Costa ouviu bem. Tão bem que a partir daí começou a distribuir pantufadas.

Carlos César :

O BE e outros, no dizer do dirigente socialista, não mandam no país.

"Se nós fôssemos sempre atrás do estilo de aventura e de que tudo é fácil, tudo é barato e tudo pode ser feito - que o BE em especial mas também alguns dos nossos parceiros alimentam frequentemente - nós tínhamos um país com uma mão à frente e outra atrás e voltávamos ao tempo da bancarrota. Ora com o PS isso não vai acontecer."

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António Costa : quem conheceu Portugal antes e depois da União Europeia

Quem ataca a UE e ou dela quer sair esquece sempre a modernização que Portugal teve com a aplicação dos subsídios que recebeu . António Costa não esquece.

O PS é o partido da UE diz e é preciso um PS forte dentro da Europa.

"O partido, que, desde o pedido de adesão e até hoje, nunca teve dúvidas de qual era a sua posição: defender a integração de Portugal, o aprofundamento do projecto europeu, defender que haja cada vez mais Europa e maior solidariedade dentro da Europa".

E ainda nos lembramos todos como havia alguns que queriam sair da UE ou do Euro .

O líder do PS disse que os portugueses "sabem bem porque é que importa defender a União Europeia", lembrando que "é graças à União Europeia que temos 32 anos de modernização, de progresso e de desenvolvimento, como era muito difícil imaginarmos que poderíamos ter tido se não estivéssemos na União Europeia".

E deu como exemplo Alqueva esse gigantesco projecto que mudou o Alentejo e que não teria sido possível sem os subsídios da Europa.

Uma grande maioria ( PS - PSD - CDS ) de eleitores são pró- UE . A minoria está contra mas paradoxalmente apoia um governo PS .

Estamos a chegar ao fim da legislatura e dá para perceber que a água e o azeite não se misturam .