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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A TAP é o princípio do fim de António Costa

Na TAP decorre à vista de todos uma tragédia à portuguesa curta. A factura apresentada pela exigência de PCP e do BE para ter uma companhia de bandeira que poucos têm, acabou com a gestão orçamental poucochinha.

Teremos noção de que podemos regressar rapidamente à sombra da falência se António Costa mantiver um estilo de governação com despesa galopante em vez de enfrentar o Bloco e o PCP?

A extrema esquerda tudo fará para empurrar PS e PSD para um governo de salvação nacional para mostrar que a alternativa são eles mesmos. 

O voto contra dos comunistas, ontem, no Orçamento retificativo, é já o espelho do desespero pela sobrevivência política acima de tudo. Como aliás se vê na insistência de realização da Festa do Avante, evento que só um Governo de joelhos, em permanente chantagem, engole e autoriza.

Mas, se depois desta reestruturação, a TAP continuar sem resultados operacionais positivos, laboralmente ingerível e ninguém a quiser comprar, temos de desistir desta TAP e abrir outra mais pequena ou deixarmos de ter companhia aérea. Se o mercado é realmente bom, alguém voará para Portugal. Creio que deveríamos colocar um prazo de dois anos e um teto-limite de injeção de dinheiro a meter na empresa. Isto não pode ser um buraco sem fundo. É que já não podemos mais.

Os holandeses já pediram a transcrição da conversa

VAMOS PROCURAR DEIXAR CLUBISMOS DE FORA

Há uma reunião, confidencial, de altos representantes governativos de vários países europeus.

Um dos participantes vem cá para fora dizer que o comportamento de um dos participantes de outro país foi “repugnante”.

É certo que essa pessoa terá uma forte união nacional, e não só, em torno de si. No entanto, podemos interrogar-nos, está essa pessoa interessada em facilitar uma solução, que interesse a todos, e onde ninguém perca a face, ou está antes esta pessoa a trair a confiança dos seus pares para ganhar popularidade?

Nota: uma vez que os mecanismos de confiança já foram quebrados, os holandeses já pediram a transcrição das conversas. Brevemente deveremos ter mais notícias.

SIRESP - os grandes negócios do Estado

Era então ministro da Administração Interna António Costa: Numa altura em que o país vive uma situação de emergência com o covid-19, a rede de comunicações SIRESP terá um papel fundamental. Mas será que está em condições? O especialista e deputado do PSD Paulo Moniz diz que não.

As fragilidades actuais do SIRESP são as mesmas de 2017  que ajudaram à morte de mais de cem pessoas nos grandes incêndios. Estamos com os níveis de robustez, fiabilidade e resiliência das redes de comunicações públicas (móveis e fixas) em circunstâncias semelhantes às que se encontravam aquando dos grandes incêndios de 2017. Dito de outra maneira, estamos praticamente ao mesmo nível de fragilidades do que nos incêndios de 2017.

O SIRESP começa a funcionar "na sua versão paga" a 3 de julho de 2006. O valor da proposta inicial foi de 580 milhões, apresentada pelo consórcio constituído por PT, Motorola, Esegur, Grupo Espírito Santo, Caixa Geral de Depósitos e Sociedade Lusa Nacional. Após renegociação liderada pelo então ministro da Administração Interna, António Costa, chegou-se ao valor de 485 milhões. Na altura, António Costa justificou a decisão com a garantia de que "o SIRESP assegura comunicações móveis de elevada qualidade a estes operadores, bem como a possibilidade de todos comunicarem entre si, o que é decisivo em termos operacionais e não é assegurado pelos atuais sistemas de rádio."

Acontece que fruto do abaixamento dos valores iniciais, que contemplava por exemplo uma solução redundante soberana e própria de feixes hertzianos, acabou por se comprometer determinantemente a fiabilidade e a robustez de funcionamento como veio a demonstrar-se em 2017 e com custos no final global muito mais elevados do que a aparente poupança negocial... Assim, julgo que não andaremos muito longe se dissermos que o sistema SIRESP, que termina o seu contrato com o Estado em junho de 2021, terá tido um custo global ao longo de 15 anos, entre 500 e 600 milhões de euros, se incluirmos também o encargo com a aquisição dos rádios em utilização. Apesar deste custo galáctico o seu desempenho e prestação foi o que todos infelizmente conhecemos. É caso para dizer que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita...

António Costa já preparou o guião para as cenas seguintes

O anúncio ao país das novas medidas de combate à crise serviu para o primeiro ministro iniciar o guião que guiará o discurso político nos meses próximos.

O país estava no caminho certo, com a economia a crescer, o emprego a subir e as contas positivas. Ninguém poderá apontar ao governo qualquer culpa.

A culpa sabemos bem onde nasceu e como, o mal que já fez a outros e nos está a fazer nós. Nenhuma dúvida, portanto.

Venha lá o dinheiro da União Europeia e a solidariedade que nós sabemos como salvar empresas, empregos e famílias. É poucochinho como é tudo com Costa.

Costa sabe que com este seu programa económico, dificilmente a vida continuará, ou, se continuar, será para contar os mortos, as empresas que vão cair, o emprego que vai ser destruído.

É preciso, pois, exercitar o que melhor sabe fazer. Salvar a pele.

 

António Costa está há demasiado tempo no poder

Nos últimos 24 anos o PS esteve no poder 20 anos e Costa como secretário de estado ou ministro faz o pleno. Como é que este político pode passar pelos pingos da chuva comportando-se como se nada tivesse a ver com o que de mal existe no país?

O Programa de governo que agora apresentou é disso um disparatado exemplo. O Serviço Nacional de Saúde rebenta pelas costuras, com listas de espera de doentes, hospitais a encerrar serviços e fornecedores sem receber? Costa afirma sem se rir que vai construir cinco hospitais, reduzir as listas de espera, pagar a fornecedores, subsidiar uma campanha de cheques dentista e de compra de óculos. E ao mesmo tempo, manter o défice, reduzir a dívida, não aumentar impostos, aumentar salários e pensões e aumentar o investimento.

Tudo sem falar uma única vez no crescimento da economia. Há quem mesmo assim faça de conta que acredita.

É bem claro que os dois partidos recentes à direita ( INICIATIVA LIBERAL e CHEGA) não vão deixar que Costa e o PS continuem a gozar deste esquecimento colectivo. Irão esfregar-lhe na cara uma e outra vez até que fique bem claro, que os fogos florestais e as vítimas mortais têm responsáveis e têm nome. Que o roubo de Tancos mostrou a decadência das Forças Armadas de que tanto os militares se queixam. Que a escola pública não tem professores e pessoal auxiliar suficientes. E que há centenas de alunos sem aulas.

António Costa já perdeu a noção da realidade há tanto tempo se passeia no limbo do alto poder. 

Sócrates diz que António Costa é insuportável

António Costa fez parte do governo de maioria de Sócrates.

Para dizer a verdade nunca pensei que as coisas chegassem a este ponto. Nunca me ocorreu vir a encontrar-me na desconfortável situação de ter de recordar a alguém que o Governo que agora maldiz foi, afinal, um Governo no qual participou. Também nunca imaginei que alguém pudesse conceber como estratégia para ter maioria absoluta desacreditá-la enquanto solução política. No fundo, o que parece querer dizer é que todas elas são horríveis — com exceção daquela que ele próprio obterá e que se diferenciará das outras justamente por ter sido obtida escondendo essa ambição e até negando esse propósito. É talvez a isto que chamam estratégia.

Governo PS+PCP+BE é impossível diz António Costa

É tal a diferença em matérias nucleares entre os partidos da esquerda que até para o PM é evidente a impossibilidade de formar governos à esquerda. E a geringonça mostrou bem que não é para continuar. Governar sem resolver os problemas que são essenciais para que o país se modernize e se manter no quadro da UE não se pode repetir. Serviu para salvar uma derrota nas urnas.

A geringonça permite agora que o PCP diga que nunca teve nada a ver com o governo e o BE, guloso e ambicioso, quer morder na área do PS . Que é o que o PS mais teme. Temos a geringonça de pantanas como sempre foi visível para quem quis ver.

E agora? O PS vai formar um governo minoritário de geometria variável, ora à direita ora à esquerda até que PCP e BE cravem o veneno mortal . Como o lacrau faz à formiga que carrega às costas enquanto atravessa o rio. Um morre afogado e os outros morrem do próprio veneno.

Este país pobre, onde tanta gente ainda vive mal, não pode dar-se ao luxo de fazer de conta que tem alternativa à UE e à Zona Euro.

Lá se foi a grande vitória das esquerdas. O arco da governação não alargou.

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O PS pode vir a pagar muito caro ter puxado o BE para a governação

A criatura ameaça o criador foi sempre o grande medo de António Costa. A realidade está a confirmar que o PS pode vir a pagar caro ter puxado o BE para o arco da governação.

Estamos prontos, camaradas, gritava Mariana Mortágua no último congresso do partido e Costa ouviu bem. Tão bem que a partir daí começou a distribuir pantufadas.

Carlos César :

O BE e outros, no dizer do dirigente socialista, não mandam no país.

"Se nós fôssemos sempre atrás do estilo de aventura e de que tudo é fácil, tudo é barato e tudo pode ser feito - que o BE em especial mas também alguns dos nossos parceiros alimentam frequentemente - nós tínhamos um país com uma mão à frente e outra atrás e voltávamos ao tempo da bancarrota. Ora com o PS isso não vai acontecer."

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