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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os grandes negócios do Estado - os gestores públicos geniais

Caíram um a um . O último foi António Mexia. Bastou o estado ficar sem dinheiro . E como se sabe "sem dinheiro não há palhaço ".

A indisciplina financeira do estado explica . Recebe agora para pagar nos anos futuros . No caso da EDP com rendas há muito tidas como excessivas. Paga o contribuinte e a competitividade das empresas suas clientes . Os salários dos "gestores-estrela" são obscenos e é preciso remunerar principescamente os accionistas. 

As estrelas da gestão foram caindo em menos de uma década, todas elas ligadas directa ou indirectamente a Ricardo Salgado e a negócios com o Estado. As nossas empresas e bancos de referência foram construídas pelo Estado e os seus gestores caem do pedestal quando o Estado ficou sem dinheiro.

Vítimas da ganância e de se terem convencido que eram de facto gestores geniais quando boa parte do tempo estiveram a trocar dinheiro que entregaram ao Estado no presente por rendas ao longo da sua vida de gestores.

Na EDP encalhamos nos mesmos mas que não são os únicos

Há explicações para tudo mesmo para o facto de serem sempre os contribuintes a pagar.

Agora encalhámos na EDP e as atenções voltaram-se para António Mexia, o que nos faz recordar toda a teia de relações existente nos tempos de Pinho, Sócrates e, claro, Salgado. Ou seja, encalhámos nos mesmos. Mas que não são os únicos, bem pelo contrário, já que boa parte dos grandes empresários portugueses sempre necessitou de se encostar ao Estado para singrar .

Os grandes protagonistas deste acordo: o primeiro-ministro José Sócrates, o seu ministro da Economia Manuel Pinho e o presidente da EDP António Mexia. A cumplicidade entre os três era notória como se pode ver ao minuto 2.01 deste vídeo: