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BandaLarga

as autoestradas da informação

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António Costa não foi fiel queixa-se o bastonário

O bastonário devia estar tudo menos surpreendido. Afinal há muito boa gente que se queixa do mesmo. 

Costa não tansmitiu integralmente e fielmente aquilo que se passou na reunião, queixa-se o bastonário da Ordem dos Médicos, estando surpreendido com quem é exímio a dar a volta à verdade a seu favor. Há tanta gente a queixar-se.

Queremos assegurar-vos que a Ordem dos Médicos não deixará, nesta perspetiva, de continuar a defender a honra e a dignidade dos médicos e dos doentes, e a verificar por vários mecanismos, nomeadamente inquéritos e auditorias, aquilo que são os cuidados de saúde prestados e as boas práticas médicas. A Ordem dos Médicos está ao serviço do país, dos médicos e dos doentes, independentemente de opções e atitudes governativas e políticas do momento.

Do alto da sua arrogância mansa Costa não reconhece os lares

António Costa escusa de dizer que não reconhece a existência de lares feitos caixotes, onde se depositam seres humanos idosos, porque isso é o resultado das pensões miseráveis que a Segurança Social paga. A quem trabalhou a vida inteira.

E o actual primeiro ministro que é membro de governos PS há pelo menos 14 anos não pode negar a sua responsabilidade. A culpa nem sempre morre solteira.

Em Portugal, no espaço de um país alternativo sem visitas e sem sonhos, os surtos sobem. O Primeiro-Ministro, do alto da sua arrogância mansa, não quer reconhecer que o país clandestino onde se armazena os dispensáveis num universo paralelo e concentracionário, são também e sobretudo a vergonha e a negação de um discurso social que de social transporta apenas a matriz política. Em Portugal, os lares são ilhas de um arquipélago imenso, desconhecido a perder de vista, em que a incúria do país se esconde por detrás do silêncio e da formalidade burocrática. O que não deixa de ser extraordinário é que a indignação que invadiu Portugal de norte a sul quando dois canis clandestinos arderam por desleixo e mão criminosa foi maior do que qualquer gesto de compaixão para com os mortos anónimos nessas ilhas isoladas. A vida de um cão novo vale mais do que a vida de um homem velho.

A Direita não deve ir na canção presidencial de António Costa

António Costa tem candidato presidencial mas o PS ainda não tem.E é por o PS correr o risco de se dividir entre mais que um candidato que levou Costa a fazer a tão inesperada declaração na AutoEuropa. Lançar o candidato natural do centro-direita como se fosse o candidato natural do centro esquerda.

Há uma ala do PS que se revê em Ana Gomes e que pode contar numa segunda volta com os votos de uma parte do PS, do Bloco de Esquerda e do PCP.

Manter Marcelo como candidato do centro direita tem a enorme vantagem de bloquear André Ventura na extrema direita não o deixando crescer.

O que importa mesmo é a direita não ir na canção de António Costa que com esta jogada tenta passar o problema de falta de candidato natural da esquerda para a direita.

Se a direita não for na jogada ( há muita gente com vontade) o duelo vai ser entre Marcelo e Ana Gomes e é muito natural que Marcelo ganhe. Ora com o actual presidente em segundo mandato, António Costa vai ter a vida complicada. Não só pelos problemas da crise mas também porque Marcelo vai insistir que o governo enfrente os problemas sérios que Costa não quer enfrentar.

Crescimento do PIB, reduzir a dívida e baixar impostos. Sem isso o país não sai da cauda da Europa mesmo com a ajuda europeia que está a caminho.

  

António Costa admite que gestão do SNS foi catastrófica

Já todos sabíamos e grande parte de nós já sentiu na pele. O Serviço Nacional de Saúde bateu no fundo. Na sua mensagem o primeiro ministro veio confirmar a existência das vergonhosas listas de espera, os médicos e enfermeiros que faltam, os serviços que fecham, as parturientes que morrem.

O sector privado acolhe 2,7 milhões de cidadãos que pagam voluntariamente para fugir ao descalabro do SNS. Costa percebeu esta evidência agora no fim de quatro anos de governação. Mentiu sempre que disse que havia mais médicos e mais enfermeiros e que o investimento estava em bom nível. 

Atado de pés e mãos, sem dinheiro e sem soluções que agradem aos seus camaradas o primeiro ministro tenta gerir as expectativas. Vem aí a gripe com as urgências a abarrotar.O Centeno afinal não era um "Ronaldo" era um simples técnico de finanças. 

Professores de português sem colocação devem emigrar

António Costa faz o mesmo convite razoável anteriormente feito por Passos Coelho. Uma das grandes vantagens da União Europeia é que torna os horizontes pessoais e profissionais muito mais alargados.

Gente capaz, jovem, não tem que passar os melhores anos da sua vida numa vil e apagada tristeza . Porque com a União Europeia podem emigrar com segurança, viver e trabalhar em países europeus onde se ganha bem e se beneficia de uma boa qualidade de vida.

Mas com Passos Coelho isto tornou-se numa indignação generalizada na esquerda, com Costa "no pasa nada".

O primeiro-ministro António Costa disse que o compromisso do presidente francês sobre o ensino do Português é uma oportunidade para muitos professores de Português que não têm trabalho em Portugal. As declarações foram transmitidas pelos canais de televisão e não tardaram a ser comparadas às do anterior primeiro-ministro.

Há uma espécie de clorofórmio inebriante que transforma a mesma medida em boa ou má conforme a origem. Se é de Passos é má e neoliberal. Se é de Costa é de estadista. Foi assim que chegamos ao PEC IV de Sócrates. Só muito tarde houve coragem para nos libertarmos de um manto de silêncio.

"“Costa negou ter dito o que disse quando aconselhou os professores a emigrar. E negou indignado, talvez crente na sua própria propaganda que apaga do passado todos os deslizes e malfeitorias do PS.
Isto tem causado algum espanto entre alguns. Recordo apenas que na campanha eleitoral de 2015 Costa, em pleno delírio estalinista, tentou fazer voar a mentira de que tinha sido o PSD a chamar a Troika.
De resto, não foram muitos os debates quinzenais na última legislatura em que Costa não tivesse deixado uma mentirinha ou uma reconstrução socialista-criativa do passado.
Só se espantam agora?”
Miguel Morgado

Era preciso tirar António Costa da rua

Uma dor de costas é uma razão porreira. Não há como a negar e o que um médico pode fazer é mandar o deficiente(perdão) utente para casa descansar.

Há fogos e mortes? O PM está na praia e regressa só quando o fumo acalmar. O escândalo de Tancos toma volume? Há que tirar o PM da rua, volta quando o escândalo(perdão) a dor acalmar. Um pandego este António Costa.

 

O maior assalto ao direito à greve veio de um governo que se diz de esquerda

António Costa tornava a fazê-lo sem exitações e sem remorsos. E PCP e BE tornavam a engolir o sapo.

"Por isso, na semana anterior, a manchete resumia o "pensamento" do primeiro-ministro acerca da greve que não se sabia se e quando ia terminar: se fosse preciso, os serviços mínimos voltavam a ser maximizados. Foi, na verdade, o ataque mais estruturado e deliberado ao direito à greve perpetrado pelo poder depois do 25 de Abril. Todavia, nesta entrevista é como se a greve não tivesse existido e, com ela, o exercício paramilitar de exibição da autoridade do Estado diante de meia dúzia de homens desarmados.

 

Aqui já está um dos "segredos" do sucesso de Costa. Houve um problema - um incêndio, uma greve, uma diatribe presidencial inconsequente, uma PGR mais "solta", um membro do Governo desbocado, etc. -, o problema passou e não se fala mais nisso. Costa só está concentrado em como acumular mais poder no passo seguinte, no bluff seguinte"

António Costa não tem culpa de nada depois de tantos anos como governante

Várias vezes ministro e agora primeiro ministro Costa não tem culpa de nada. É verdade que se um ministro fizer que faz mas não faz até pode passar por vários governos e não ter culpa de nada. Mas não é o caso.

Estivesse o Manel vivo e, se calhar, lembraria os portugueses que foi Costa, enquanto ministro da Administração Interna do governo de José Sócrates que extinguiu os guardas florestais, em 2006; foi Costa quem reduziu o orçamento da protecção civil em 10%; foi Costa quem cortou fundos aos bombeiros; foi Costa quem renegociou o contrato com o SIRESP, que custou 5 vezes o valor real, que depois o readquiriu e que continua sem funcionar; Foi Costa quem recusou a compra de 2 Canadair, negociados pelo anterior governo e financiados, em grande parte, pelos fundos europeus; Foi Costa quem mandou encerrar os 236 postos de vigia a 1 de outubro de 2017, apesar das previsões meteorológicas; Foi Costa quem aceitou mudar toda a estrutura e chefias da Protecção Civil poucos meses antes do início da época de fogos, cedendo a interesses, amizades e compadrios, mesmo contra o parecer dos generais que sublinharam a falta de competência e preparação das mesmas.

Mas António Costa não tem culpa dos resultados das suas decisões . 

Financial Times aponta António Costa a candidato à presidência do Conselho Europeu

O que aí vem não serão anos fáceis e Costa sabe-o, por isso está a preparar a saída em alta. Ganha as eleições sem maioria absoluta, governa os dois primeiros anos em que poderá com os restos aguentar o barco e a seguir deixa o governo.

Por cá poucos falam nisto e a Comunicação Social faz o seu papel de faz de conta.

Primeiro: o teatro que António Costa montou na sequência da aprovação do diploma sobre o tempo de serviço dos professores. Percebemos agora que o objetivo não era falar para os portugueses – o objetivo era, essencialmente, falar para os líderes europeus. Costa quis passar para os manda-chuvas da Europa a ideia de um líder centrista, que põe ordem na casa, que sabe ser rígido aparentando ser flexível

Segundo: Moscovici – comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros – veio, de forma completamente bizarra, elogiar a coragem, a firmeza e a capacidade de liderança de António Costa

Terceiro: António Costa demonstrou publicamente o seu apoio ao Presidente francês, Emmanuel Macron. Ora, esta é a bizarria suprema: Macron nem sequer pertence à família europeia de António Costa. O aliado do PS em França é o Partido Socialista francês!

Em 2019, preparem-se, pois vem aí nova mentira golpista: Costa negará sempre que irá para a Europa, ao mesmo tempo que já trabalha nos bastidores para deixar Portugal no próximo ano – e deixará aqui o esquerdista radical Pedro Nuno Santos ao leme do Governo.