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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Era preciso tirar António Costa da rua

Uma dor de costas é uma razão porreira. Não há como a negar e o que um médico pode fazer é mandar o deficiente(perdão) utente para casa descansar.

Há fogos e mortes? O PM está na praia e regressa só quando o fumo acalmar. O escândalo de Tancos toma volume? Há que tirar o PM da rua, volta quando o escândalo(perdão) a dor acalmar. Um pandego este António Costa.

 

O maior assalto ao direito à greve veio de um governo que se diz de esquerda

António Costa tornava a fazê-lo sem exitações e sem remorsos. E PCP e BE tornavam a engolir o sapo.

"Por isso, na semana anterior, a manchete resumia o "pensamento" do primeiro-ministro acerca da greve que não se sabia se e quando ia terminar: se fosse preciso, os serviços mínimos voltavam a ser maximizados. Foi, na verdade, o ataque mais estruturado e deliberado ao direito à greve perpetrado pelo poder depois do 25 de Abril. Todavia, nesta entrevista é como se a greve não tivesse existido e, com ela, o exercício paramilitar de exibição da autoridade do Estado diante de meia dúzia de homens desarmados.

 

Aqui já está um dos "segredos" do sucesso de Costa. Houve um problema - um incêndio, uma greve, uma diatribe presidencial inconsequente, uma PGR mais "solta", um membro do Governo desbocado, etc. -, o problema passou e não se fala mais nisso. Costa só está concentrado em como acumular mais poder no passo seguinte, no bluff seguinte"

António Costa não tem culpa de nada depois de tantos anos como governante

Várias vezes ministro e agora primeiro ministro Costa não tem culpa de nada. É verdade que se um ministro fizer que faz mas não faz até pode passar por vários governos e não ter culpa de nada. Mas não é o caso.

Estivesse o Manel vivo e, se calhar, lembraria os portugueses que foi Costa, enquanto ministro da Administração Interna do governo de José Sócrates que extinguiu os guardas florestais, em 2006; foi Costa quem reduziu o orçamento da protecção civil em 10%; foi Costa quem cortou fundos aos bombeiros; foi Costa quem renegociou o contrato com o SIRESP, que custou 5 vezes o valor real, que depois o readquiriu e que continua sem funcionar; Foi Costa quem recusou a compra de 2 Canadair, negociados pelo anterior governo e financiados, em grande parte, pelos fundos europeus; Foi Costa quem mandou encerrar os 236 postos de vigia a 1 de outubro de 2017, apesar das previsões meteorológicas; Foi Costa quem aceitou mudar toda a estrutura e chefias da Protecção Civil poucos meses antes do início da época de fogos, cedendo a interesses, amizades e compadrios, mesmo contra o parecer dos generais que sublinharam a falta de competência e preparação das mesmas.

Mas António Costa não tem culpa dos resultados das suas decisões . 

Financial Times aponta António Costa a candidato à presidência do Conselho Europeu

O que aí vem não serão anos fáceis e Costa sabe-o, por isso está a preparar a saída em alta. Ganha as eleições sem maioria absoluta, governa os dois primeiros anos em que poderá com os restos aguentar o barco e a seguir deixa o governo.

Por cá poucos falam nisto e a Comunicação Social faz o seu papel de faz de conta.

Primeiro: o teatro que António Costa montou na sequência da aprovação do diploma sobre o tempo de serviço dos professores. Percebemos agora que o objetivo não era falar para os portugueses – o objetivo era, essencialmente, falar para os líderes europeus. Costa quis passar para os manda-chuvas da Europa a ideia de um líder centrista, que põe ordem na casa, que sabe ser rígido aparentando ser flexível

Segundo: Moscovici – comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros – veio, de forma completamente bizarra, elogiar a coragem, a firmeza e a capacidade de liderança de António Costa

Terceiro: António Costa demonstrou publicamente o seu apoio ao Presidente francês, Emmanuel Macron. Ora, esta é a bizarria suprema: Macron nem sequer pertence à família europeia de António Costa. O aliado do PS em França é o Partido Socialista francês!

Em 2019, preparem-se, pois vem aí nova mentira golpista: Costa negará sempre que irá para a Europa, ao mesmo tempo que já trabalha nos bastidores para deixar Portugal no próximo ano – e deixará aqui o esquerdista radical Pedro Nuno Santos ao leme do Governo.

António Costa perde votos entre os abstencionistas

A degradação da imagem do primeiro ministro é muito evidente entre os eleitores que não têm partido. Os indecisos e os votantes noutros partidos ou em branco apresentam quebras muito significativas. Tanto para António Costa como para Marcelo.

Mas há uma "nuance" muito relevante : no caso de António Costa a deterioração da imagem é muito evidente entre os abstencionistas . António Costa Pinto no Negócios diz que é natural que a onda de instabilidade transmitida pela vaga de greves no sector público faça o seu caminho entre esta parcela do eleitorado.

Pode este desagrado dos abstencionistas converter-se em votos nos novos partidos que estão a aparecer à direita ? Isto explica que o PS esteja longe da maioria absoluta ? O PSD tem nos abstencionistas um potencial eleitorado que está a fugir ao PS.

Na opinião do politólogo esta é a grande incógnita para os actos eleitorais que aí vêm.

Informação sob controlo do PS

António Costa é primeiro ministro. Ricardo Costa é irmão filho do mesmo pai. Maria Flor Pedroso é filha do padrasto. Está bem é tudo gente decente (individualmente) mas estas coincidências são pavorosas. Salva-se a TVI que está nas nãos de privados espanhóis . Já no tempo de Sócrates a TVI esteve sob ataque cerrado.

Tenham medo, muito medo.

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A remoção da PGR é do interesse privado de António Costa

É do inner circle de José Sócrates que sairão as suas testemunhas em tribunal e, entre elas, estará António Costa.  

Portanto, a remoção da PGR constitui um interesse privado de António Costa. Mas não se distanciou ele próprio de Sócrates e o PS não abandonou Sócrates à sua sorte? Sim. Mas: caso o julgamento se inicie, como deve ou está previsto, ainda em 2019, o “animal feroz”, que nos desgovernou e arruinou durante oito anos, não deixará de citar como suas testemunhas os seus mais próximos colaboradores, logo recuperados por Costa como elementos do seu inner circle ou fazendo parte da “tralha socrática” anichada no partido ou em lugares subalternos do governo. Last but not least, enquanto ministro da Administração Interna, o próprio Costa foi um colaborador próximo de Sócrates.

É de entre estas criaturas que Sócrates nomeará as suas testemunhas, que o Tribunal convocará oportunamente. Vai ser um espectáculo muito divertido (e instrutivo) assistir à caminhada, a conta-gotas, de actuais governantes e influentes ex-socráticos para o Campus da Justiça, na Expo. E isto a meses das eleições de 2020. É este carnaval que António Costa necessita de evitar – rolem as cabeças que rolarem. Que ninguém se meta com António Costa!