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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ana Gomes : PS não pode continuar a ser um instrumento de corrupção

Ana Gomes diz o que tem a dizer às vezes passa das marcas e chega a ser uma desbocada mas desta vez é certeira e corajosa. Fala do seu partido.

Na verdade o que aconteceu no consulado de Sócrates é profundamente chocante e demasiado perigoso para que dentro do PS e no governo ninguém visse.

Não viram porque não quiseram tal foi o fartar. Os socialistas que preencheram as administrações das empresas do regime e de 2/3 da banca foram ali colocados com um objectivo. Fazer o que era necessário para que as coisas acontecessem.

"Não há dúvida nenhuma de que o PS se tornou instrumento de vários indivíduos corruptos e com uma agenda de enriquecimento pessoal", acrescentou, dizendo ainda que, no caso específico de Manuel Pinho, nunca teve "dúvidas nenhumas": "Não sabia nada mas cheirou-me mal tudo aquilo", a forma como "se fez" a um cargo governamental (ministro da Economia no primeiro governo de Sócrates) e o facto de ter ligações ao BES. "Não estou propriamente espantada", afirma ainda.

Viver à custa de um amigo torna impensável a sua recuperação política

Ana Gomes  considera que Sócrates "está a sequestrar e a manipular o partido", que é "chocante", sem que haja "vozes morais no PS". Embora se mostre crítica da justiça pela demora no processo que envolve o ex-primeiro-ministro, a eurodeputada entende que o que já se sabe do comportamento de Sócrates - admitido pelo próprio, em particular o modo como "vivia à custa do amigo" Carlos Santos Silva - torna "impensável a sua recuperação política".

A eurodeputada insiste: "Como é possível não haver consciência moral para demarcar o PS disto?" E a sua crítica estende-se a todos os dirigentes socialistas, incluindo ao secretário-geral do partido, atual primeiro-ministro.

O PS de Costa é a continuação do PS de Sócrates, um partido de poder disposto a tudo para se manter no poder.

Ana Gomes não acredita na narrativa de Sócrates

O PS de Lisboa convidou o ex- primeiro ministro para estar presente num evento e para intervir. Há muita gente no PS que critica tal convite e Ana Gomes com a conhecida contundência é uma delas. Não quer acreditar que a direcção do PS tenha tido conhecimento prévio.

“Independentemente do caso que está na justiça, e eu sou crítica pela demora na formulação de uma acusação que até provocou a prisão preventiva, aquilo que José Sócrates já admitiu publicamente em relação às acusações que estão em investigação é extremamente grave sobre a falta de idoneidade do personagem”, argumentou Ana Gomes, acrescentando que o convite ao antigo primeiro-ministro alinha com as “efabulações” do ex-secretário-geral do PS.

“Terão de ser o mesmo tipo de pessoas que alinham no mesmo tipo de esquemas e efabulações, para não dizer pior, que estão interessadas em recuperar a imagem de José Sócrates e em voltar a associá-lo com o partido”, acusou a eurodeputada.

Segundo o PS o BE é populista e xenófobo

Toma e embrulha. Ana Gomes e Francisco Assis é assim que reagem à proposta de Catarina Martins para a realização de um referendo. Contra um projecto de paz e de desenvolvimento que é a UE levantam-se os populistas e os xenófobos.

É claro que somos todos contra as sanções - estúpidas e inúteis - mas não podemos reagir com  bravatas e ameaças. Temos que usar argumentos e vias democráticas para fazer valer as nossas razões.

O eurodeputado Francisco Assis disse ao “Expresso” que “é um carnaval de pura demagogia” e “um número de circo”. O ex-deputado socialista Ricardo Gonçalves - que juntamente com Assis criticou a aliança à esquerda no congresso do PS - classificou a proposta como “uma bravata que ainda afasta mais investimento, crescimento e emprego de Portugal”.

 

Aproveitar o sangue de Paris

Ana Gomes , logo na sexta-feira à noite, tentou aproveitar o sangue em Paris para lembrar que, numa altura destas, não podemos estar sem governo, esqueceu-se de que não chega qualquer governo. Seria de facto crítico que, perante o terrorismo, encontrássemos ministros dependentes de quem não é capaz de condenar um crime sem elaborações duvidosas, ou considera que os EUA ou Israel, neste caso como em todos os casos, é que representam a culpa e a ameaça. Não pode haver dúvidas sobre o empenho de quem governa na defesa dos valores ocidentais e do nosso modo de vida.

 

Ana Gomes está a transformar-se numa anedota

Escudada na imunidade da sua condição de eurodeputada, Ana Gomes dá largas à sua reconhecida desonestidade intelectual. Como não estuda nada com objectividade e liberdade de espírito sempre que encontra algo que se ajusta ao que procura, apressa-se a dar guita à peixeirada. Esta última anedota é disso claro exemplo.

Não lhe chegou a humilhação que lhe foi imposta pela deputada Cecília Meireles na Assembleia da República. Ana Gomes está convencida que por fazer muito barulho salda os favores que tem obtido do seu partido que lhe abriu horizontes que as suas capacidades pessoais não justificam. Mas é preciso dizer-lhe que o ridículo mata.

 

 

Ana Gomes - A demagogia mais rasteira

Ainda há bem pouco tempo na AR vimos Ana Gomes ser sujeita a uma humilhação pública. Uma sua colega deputada desmontou ponto por ponto as acusações que Ana Gomes fez contra os seus adversários políticos sem apresentar qualquer prova. Bolçou umas desculpas pouco audíveis e com muito pouca convicção . Claro que tudo muda de figura se a vítima for do PS.

Segundo a desbocada senhora o terrorismo é resultado da austeridade. Quer dizer se estes assassinos andarem de barriga cheia e a viver da segurança social não teremos terrorismo. A senhora nem sequer percebe que esta é a desistência mais vergonhosa perante a chantagem dos fanáticos religiosos. A senhora nem sequer percebe que há princípios que não se trocam por nada.

Há sempre uma voz complacente perante o terrorismo e pronta a justificar o injustificável. E o pior de tudo é que esta senhora diz com toda a candura que está na comissão europeia que trata destes assuntos. Estamos bem entregues. 

"Vivi com terrorismo em Londres e Jacarta. Por isso, desde que estou no Parlamento Europeu estou na subcomissão de Segurança e Defesa”. E nessa altura já era a austeridade a culpada.

A Ana Gomes levou uma tareia...

ESPANTOSO!
A 'tareia' que o deputada Cecília Meireles deu na eurodeputada Ana Gomes, na audiência na comissão parlamentar. Foi pena - pena mesmo - ver uma eurodeputada (e diplomata que, na Indonésia, se comportou tão bem na defesa de Timor) ter de reconhecer que mentiu, que não tinha fontes credíveis no caso do equipamento militar e que as coisas se passaram no tempo de governos socialistas. Aqui no fb, ninguém tugiu nem mugiu. Se fosse ao contrário, a 'tareia' que a Cecília não levaria dos 'honestos' intelectualmente e dos zeladores da verdade e da ética... Assim a Ana passou incólume, apesar da vergonhosa figura que fez. A verdade, pelos vistos, só tem uma face: a do fundamentalismo e da raivinha políticos. Outra vergonha!

 

Foram vistos dez Sírios ali para os lados de Sintra

Foram-se embora sem dizer água vai. Os Sírios que entraram em Portugal com passaportes falsos e que viajaram num avião da TAP desde Bissau na Guiné, desapareceram. Para quem entra num país estranho sem convite e, ilegalmente, é muto estranho. De certeza que não se foram embora sem apoio de uma logística ( casas para viver ou pernoitar, dinheiro, transportes...) há muito preparada.

Aqueles Portugueses e Portuguesas que estão sempre cheios de vergonha por terem nascido aqui no rectângulo devem sentir-se felicíssimos. Está aí a generosidade que faltava. Não só lhes demos acolhimento como os deixamos andar à solta, numa liberdade que nunca conheceram, mais livres do que eu cuja morada as finanças conhecem muito bem.

Devem ser procurados ali para a serra de Sintra onde vive uma senhora deputada xiquérrima, muito preocupada com os pobrezinhos entre duas viagens ao estrangeiro. Quanto à tal vergonha, da sempre fogosa Ana Gomes, estamos conversados.

A Ana Gomes devia ter vergonha

E, com razão. Aparecem por aqui uns sírios que ninguém sabe quem são e o que vieram para cá fazer e nós só temos dúvidas. Haverá gente entre eles pouco recomendável ? E o país tem trabalho para lhes dar ou passam a viver do estado social ? E, daqui a uns anos quando sem trabalho e sem subsídios engrossarem os sem abrigo a Ana Gomes leva-lhes a sopa?

A deputada é useira e vezeira nestas atitudes nobres e generosas desde que não seja ela a pagar. Indigna-se com a pobreza mas não com os pobres. Somos um país com enormes problemas económicos mas a Ana Gomes faz de conta e atira-se ao governo. Fosse este da sua cor e a narrativa seria diferente.

Estas atitudes passam bem nos jornais ."Quando o Governo português anuncia, perante um conflito das dimensões do da Síria [que está disponível para acolher] 15 [refugiados sírios sob protecção internacional], eu tenho vergonha. Eu tenho vergonha, como portuguesa e como europeia. É de uma falta de generosidade atroz" .

Na bela casa onde vive na Serra de Sintra, entre o arvoredo, os Sírios ficariam bem instalados. Penso eu...