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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O verdadeiro interesse público

Francisco Proença de Carvalho é um dos advogados de Ricardo Salgado. Não faz a coisa por menos. Se não formos nós a pagar os desmandos da família Espírito Santo o país está desgraçado. E é mil vezes melhor pagarmos do que o país cair na desgraça. Portanto, o verdadeiro interesse público, exige que todos, mas especialmente quem tem responsabilidades decisórias, façam tudo para repor muito rapidamente a normalidade no sector financeiro português e, especialmente, em tudo o que diga respeito ao universo Espírito Santo que possa ter efeito sistémico. E, sim, o Estado, nós contribuintes, se a coisa corresse mal, teríamos que ser a garantia para evitar males maiores, verdadeiramente nefastos para o país. Quanto mais cedo tivermos claro isso, mais facilmente resolveremos estes problemas, evitando prejuízos maiores para todos. É uma questão de promoção da confiança. Sem demagogias e com pragmatismo.

O verdadeiro interesse público. Costuma andar na boca de outros bem diferentes mas as razões são as mesmas. Paga que é melhor para ti!

Sem pinga de pecado

A Ordem dos Advogados acha normal que os seus membros sejam deputados e, ao mesmo tempo, trabalhem em escritórios de advocacia .Mas acha muito mal que estas advogadas usem a sua beleza e bom gosto para fazerem publicidade. Este vídeo é bonito e não tem pinga de pecado a não ser que, muito provavelmente, vá tirar uns clientes aos mamões de sempre.

Juizes "terrorismo de estado" ; Bastonário "terrorismo verbal".

Eu aprecio o senhor Bastonário da Ordem dos Advogados. É um homem sem medo, frontal, com ele não há meias tintas. Agora acusa que há juízes que cometem "actos de terrorismo de Estado" o que, a ser verdade, tem que ser escrutinado e impedido por todas as formas. Bem na substância, mal na forma.

Marinho Pinto, perde muito da sua eficácia utilizando formas verbais que são, também elas, "terroristas". Lembra-me a história do Pedro que passava a vida a gritar que estava em perigo e, no dia em que estava mesmo, ninguém lhe acudiu . Chamar "terrorismo" a actos praticados por juízes até pode ser verdade e ser inteiramente adequado mas, então, é grave demais para ser tratado desta forma eleiçoeira.

Em vez de gritar mais alto há que apresentar provas e levar cada um desses senhores juízes a Juízo!