Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

A economia a abrandar, o petróleo a 150 dólares e o BCE a retirar a compra de dívida

Se pode correr mal corre mesmo mal. Sabíamos que ia correr mal não sabíamos era quando. E tudo aponta que vai ser mais cedo que o previsto.

A economia está a abrandar há nove meses consecutivos como indica a OCDE . O preço do petróleo que no orçamento está a 59 dólares, prepara-se para uma escalada e já se fala que chega a 150 dólares. O Programa de Compra de dívida do BCE está a ser retirado o que aumentará as taxas de juro que, lembre-se, se aplicam a uma dívida que não desce significativamente.

A uma situação em que os astros estavam bem alinhados ( que deu margem para se efectuarem reformas que o governo não foi capaz de fazer) ergue-se no horizonte uma situação muito difícil. E já se sabe quando se começa a falar no diabo é porque ele anda perto.

António Costa tem razão. Não há dinheiro.

econabranda2.jpg

 

Surpresa não é mas preocupante é - grandes economias abrandam

As grandes economias para onde exportamos estão a abrandar. Espanha, França, Alemanha . O efeito na nossa economia é imediato .

Que a economia europeia está a abrandar ninguém duvida.

"Esta teimosia de o ministro insistir que vamos é ganhar juízo fez-me pensar. Acho que ele começou por ficar deslumbrado, mas o facto de o crescimento do terceiro e quarto trimestres de 2017 não ter sido nada de excecional arrefeceu os ânimos e levou-o a perceber que tem de ter cautelas antecipadas, porque sabe que está assente em cima de impostos que são variáveis e em função de um ciclo que é, também, variável", diz.

Contrariamente ao que dizem o BE e o PCP não há nenhuma folga. É preciso conter a despesa

 

 

 

A economia já está a abrandar

Novos indicadores saídos hoje confirmam o que se previa. Actividade económica e consumo privado abrandam pelo sexto mês consecutivo.

O indicador coincidente de actividade económica abrandou pelo sexto mês consecutivo, de acordo com a informação disponibilizada pelo Banco de Portugal. O indicador registou um aumento de 2,3% face ao ano passado, o que corresponde ao ritmo mais lento desde Janeiro de 2017.

Já o indicador do consumo privado cresceu 2%, o que corresponde ao aumento mais moderado desde Dezembro de 2016. Este indicador também registou um novo abrandamento, tendo perdido ritmo pelo quinto mês consecutivo.