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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Plano de recuperação da economia- Açores é a oportunidade de ouro

Costa e Silva apresentou o seu plano de recuperação da economia.

Não podemos ter uma civilização tecnológica avançada sem recursos minerais estratégicos, que são vitais para a indústria eletrónica de alta precisão, os computadores, telemóveis, todo o tipo de gadgets eletrónicos, e depois também as baterias e os materiais para a transição energética. Neste contexto o país deve desenvolver um projeto e uma visão para atrair investimento externo e construir consórcios internacionais para aproveitar estes recursos”.

“Os países que estão interessados podem ser a Alemanha (que já concorreu no Pacífico à exploração de uma zona com sulfuretos polimetálicos), a França, os EUA e Canadá, para além do Japão e da Índia”, .

António Costa Silva alerta para “a necessidade de lançarmos, em particular nos Açores, as bases de uma grande Universidade do Atlântico, em ligação com as outras Universidades portuguesas e Centros de Investigação, transformando os Açores numa plataforma tecnológica para o estudo do clima, do oceano, da terra e da meteorologia”.

A Europa precisa dos Açores para lançar foguetões

É uma corrida com dois ou três outros lugares na Europa com condições para esta actividade.

“Este local é viável do ponto de vista técnico e económico”, começa por dizer ao PÚBLICO Nuno Ávila, director-geral da Deimos Engenharia. “Apresenta condições climáticas muito favoráveis face a outras alternativas na Europa – na Noruega, Suécia e na Escócia. Do ponto de vista da segurança, também tem condições excepcionais: os lançamentos seriam para sul, onde só temos oceano. Na Noruega e Suécia tem de se sobrevoar território onde há população. E na Escócia tem de haver manobras para se evitarem as ilhas Faroé”, acrescenta Nuno Ávila. “Do ponto de vista logístico, a ilha de Santa Maria é muito boa, tem acessibilidades por mar e pelo ar. Tem uma pista com três quilómetros e tal, tem um porto de mar gigantesco. Têm de transportar partes dos foguetões, para serem montados localmente, e os satélites e os combustíveis também têm de chegar aí.”

A não ser que apareçam por aí uns iluminados a contestarem os prejuízos na natureza, os Açores podem voltar a ser um lugar estratégico para a Europa.

O César dos Açores - a região mais pobre do país

Este César - dai a César o que é de César - ao fim de umas dezenas de anos como Presidente do Governo regional dos Açores deixou as ilhas na pobreza e no desemprego. As maiores bolsas de pobreza de todo o país encontram-se nas ilhas. Pois quem ouve falar este politico percebe que se pode ir sempre mais fundo na demagogia e na mentira.

Na discussão do orçamento para 2017, só falou nos quatro anos do memorando da Troika que Sócrates chamou para salvar o país. Não falou na economia que não cresce no presente. Nem na dívida que não para de crescer, Ainda menos na taxa de juro que subiu para 3,5% e nunca mais voltou aos 1% iniciais. Não discursou sobre a política de consumo interno que falhou totalmente e que levou ao regresso das exportações.

Esqueceu-se da degradação dos serviços públicos que as cativações, necessárias para atingir o défice, acarretaram em sectores tão importantes como a Educação e a saúde. Nada. Este homem mostrou hoje na Assembleia da República como a vida é tramada . Desceu ao que há de mais ridículo.

A vida é difícil para todos e não há almoços grátis .

 

 

As oportunidades de um país integrado no grande espaço Europeu

Centro científico que Portugal e Estados Unidos negoceiam para os Açores só é possível porque pertencemos à União Europeia. Aproveitar a situação geográfica das ilhas e as infra-estruturas já existentes ajuda mas fora da UE nunca Portugal teria tal oportunidade.

Emprego científico, universitário e a NASA bem como toda a economia local serão focos de desenvolvimento. O centro de investigação vai chamar-se AIR Center (Azores International Research Center) e o objetivo é desenvolvê-lo em infraestruturas já existentes no arquipélago dos Açores, como o aeroporto das Lajes, as instalações de medição da radiação atmosférica do Departamento de Energia do Governo dos EUA na ilha Graciosa ou o Departamento de Oceanografia e Pesca (DOP) da Universidade dos Açores na ilha do Faial. Note-se que os Açores acolhem também estações da Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas Espaciais nas ilhas das Flores e de Santa Maria, a Estação de Rastreio de Satélites da Agência Espacial Europeia (ESA) e a Estação Sensor Galileu (o GPS europeu), igualmente em Santa Maria. 

Enquanto isto o BE e o PCP exigem a saída dos militares da Base Aérea...

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A liberalização do transporte aéreo leva mais 500 000 aos Açores

Um bilhete para Lisboa numa companhia "low cost" fica mais barato que um bilhete na camioneta numa das ilhas dos Açores. As ilhas terão por ano mais 500 000 turistas. O impacto na economia será enorme.

Primeiro tivemos o monopólio da TAP que terminou com a operação da SATA. Décadas para resolver esta questão contribuindo para o isolamento do arquipélago. Mais uma década para a liberalização das rotas abrindo-as às "low cost".

O problema é sempre o mesmo. Tentar a todo o custo proteger os monopólios públicos e privados, limitar a concorrência. Nos transportes, na Educação, na Saúde.

As reservas nos hoteis crescem a um ritmo de 20%. Com a liberalização dos voos, "é mais barato ir agora aos Açores numa semana do que era antes ir um dia só". 

A abertura da base é um investimento de 150 milhões de euros, em dois aviões que foram alocados ao Porto, e criará 80 empregos e 12 rotas no aeroporto. 

 

O PCP quer o imperialismo nos Açores

Os Americanos estão a mudar a sua presença no mundo conforme os seus interesses, os novos eixos estratégicos e a tecnologia. Isto junto desvalorizou o aeroporto das Lages, na Ilha Terceira .

Mas julgava eu que para além do prejuízo financeiro da população e do golpe na economia na região, havia pelo menos uma vantagem para o PCP. O imperialismo está a recuar na Europa. É que os Americanos também vão sair do Reino Unido.

"Esta questão tem de ser respondida pelo Estado, a região com certeza que fará alguma coisa, mas é em primeira instância uma responsabilidade do Estado e é ao Estado que cabe dar a resposta ao problema que está causado agora com esta redução drástica da presença norte-americana na base das Lajes", considerou o responsável pelo PCP/Açores.

Na hora da verdade até o imperialismo pode ser amigo.