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BandaLarga

as autoestradas da informação

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PS+BE derrotam salário mínimo do PCP de 600 euros

PS+BE já têm a decisão tomada. Em janeiro próximo o salário mínimo sobe para 557 euros abaixo do exigido pelo PCP. Salário mínimo de 600 euros só lá para 2019.

É, claro, que a questão está mais que discutida, desde os que defendem que não devia haver salário mínimo ( salário mínimo é o mais baixo que o trabalhador aceita para executar uma determinada tarefa) , passando pelos que defendem que o salário mínimo é inimigo do emprego e da competitividade até aos que, como o PCP, que dizem que o salário só representa 18% na estrutura de custos não tendo, por isso , efeito visível na competitividade.

Ao contrário , os patrões dizem que há muitas empresas que não aguentam pagar mais e que com um salário mínimo de 600 euros vão despedir pessoal e podem mesmo ir à falência. Sofrem os desempregados .

Visto e revisto este é um assunto para ser tratado na Concertação Social mas que, o PCP, quis fazer passar no parlamento porque julgava que obtinha lá maioria. Não obteve , e assim ficam todos bem na fotografia. O PCP fez a proposta para os trabalhadores verem quem os defende, O PS e o BE mostraram sentido de estado e agora o governo já pode autorizar e mandar publicar.

Se o aumento acompanha ou não a produtividade isso não interessa nada até que se tenha novamente que empobrecer o país. Os únicos que têm razão são os trabalhadores que trabalham mas não ganham o suficiente para terem uma vida confortável. Mas isso são contas de outro rosário que não interessam aos partidos .

Primeiro entalanço de António Costa

600 euros de salário mínimo é "uma utopia" diz o patrão da CIP. Os tais 600 euros que a CGTP e o BE querem já, de imediato , sem conversas que são uma perda de tempo.

"Preocupação". "Receio". "Apreensão". O discurso de António Saraiva, presidente da CIP, convidado num almoço do International Club of Portugal, esta quarta-feira, em Lisboa, começou com referências às "ameaças" que identifica no cenário um governo com apoio do Bloco de Esquerda e do PCP, e terminou com promessas de "determinação" no "combate" à eventual "reversão" de medidas laborais.

O Arménio já veio com ameaças. Quer 600 euros de salário mínimo e reverter as medidas laborais. Vamos ver qual é o apoio que Costa perde mais depressa. O do PCP e BE ou o dos patrões.