Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Portugal é um país livre mas não é um país próspero

Portugal há 20 anos que não cresce. Temos uma dívida que não desce, salários baixos e 2 milhões de pobres. Só resolveremos estes problemas com o crescimento do PIB por um período prolongado no tempo. Para isso é preciso mudar o modelo económico.

A Iniciativa Liberal defendeu este sábado que caso se resista a "conformismos e falsos unanimismos" e se impeça que "o Estado se confunda com um partido", os portugueses "serão tão bons como os melhores e mais livres do que nunca".

Portugal foi ultrapassado por países que eram mais pobres do que nós. Temos que ter a humildade de aprender com esses países e mudar. Não temos que ser pobres.

"Graças ao 25 de Abril e ao 25 de Novembro, nasceste num país democrático e livre, mas a liberdade que verdadeiramente interessa não é a dos países, é a das pessoas e não há verdadeira liberdade enquanto não houver igualdade de oportunidades e possibilidade de escolha".

A escola pública não garante a igualdade de oportunidades e a saúde pública não garante a possibilidade de escolha. Só com mais riqueza é que os portugueses terão mais igualdade e mais liberdade de escolha. Nessa altura seremos um país mais livre e também mais próspero.

Não é por acaso que Portugal não cresce apesar dos milhões em subsídios europeus, em dívida e da elevada carga fiscal. A quem interessa este estado de coisas e não deixa mudar ?

Mais do que nunca é preciso questionar os donos disto tudo.

94302388_3004777146228059_855160157938647040_o.jpg

PS : homenagem de Rosete Rodrigues

25 de Abril, sempre !

O povo é quem mais ordena/ dentro de ti, óh cidade!

93653194_10223373138825188_2068600848417554432_n.j

Portanto, para que uma república funcione harmoniosamente, manda a virtude que lhe serve de princípio que ninguém possa vetar sobre si mesmo a incidência da lei, colocando-se, por via de malabarismos isencionais próprios de déspotas, acima dela. Colocar-se acima da lei é colocar-se acima da própria república. Colocar-se acima da lei é colocar-se num estado de meta-lei, de lei-acima-da-lei, de lei-para-além-do-bem-e-do-mal-da-lei, de lei-anti-lei, de lei-fora-da-lei que – mais tempo, menos tempo – degenerará no abastardamento, no desvirtuamento (desvirtuar é negar a virtude) da república. Colocar-se acima da lei é colocar-se acima da república, o que significa que, suspenso o princípio que a anima, já não estamos na presença de uma república. A república tem os olhos voltados para baixo, não para cima. Montesquieu apresenta as alternativas: ou é monarquia ou é despotismo.

O 25 de Abril deu-nos a liberdade o 25 de Novembro a legitimidade

Sem o chamado "Grupo dos Nove " não viveríamos em democracia . É, pois, preciso não esquecer esses homens que não vergaram, não deixaram afundar a democracia ainda imberbe . E, se é verdade, que o 25 de Abril nos deu a liberdade foi o 25 de Novembro que nos deu a legitimidade, através de 40 anos de eleições livres e democráticas. 

Vasco Lourenço, Sousa e Castro, Pezarat Correia, Franco Charais, Vitor Crespo, Vitor Alves, Canto e Castro, Costa Neves e Melo Antunes .

A obra pública essencial está de volta

Quem alguma vez pensou que, por uns tempos, o investimento seria carreado para a produção de bens essenciais, bem pode tirar o cavalinho da chuva. Um elevador externo à ponte 25 de Abril já está aprovado. Com 70 metros de altura e lá dentro uma exposição.

É bem de ver que tal obra é fundamental para as nossas vidas e para o enriquecimento de Lisboa.  Então, não é verdade, que basta viajar de comboio na ponte, uma vez para cá e outra vez para lá para se ver tudo o que o elevador nos vai mostrar? Ou mesmo de carro se não for a guiar . Vê-se tudinho . Então do Castelo e dos diversos jardins panorâmicos sobre Lisboa nem se fala.                                                                                                          

Mas também é claro que sem obras públicas fundamentais para a nossa felicidade ninguém goza nada . E já viram o contributo para a taxa do emprego ? Olha, pode ser a solução para o pessoal da construção civil que está a abandonar Angola cheia de petróleo mas que não paga salários. E que deixou de ter dinheiro para pagar a importação de bens essenciais.

Países irmãos na obra pública e no desemprego.

Após 40 anos o povo apoia unânimemente o 25 de Abril

Que não hajam dúvidas nem tentações. O povo português rejeita absolutamente o Estado Novo que caiu com o golpe de 25 de Abril de 1974. E viva o 25 de Abril! Se alguma coisa resulta deste estudo, feito pela segunda vez em dez anos (houve um outro em 2004), é isso mesmo: os portugueses rejeitam o passado ditatorial e consideram o 25 de Abril o acontecimento mais importante da sua História, entre todos os outros.