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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Sobre o Déficit de 2015 - 2,98% - por Rui Mendes Ferreira

Ficámos agora a saber, por um documento enviado à UE, pelo actual governo que o deficit de 2015, afinal foi de 2,98%, e assim sendo, foi o governo de Passos Coelho e Paulo Portas que retiraram Portugal do procedimento por déficits excessivos!

Tudo isto está confirmado pelo INE e comprovado por documento do actual Governo enviado a Bruxelas!

Percebe-se agora, que o PS andou a esconder este feito, pondo em causa os interesses de Portugal e de todo um povo, apenas por oportunismo e interesses políticos!

O governo anterior, em 4 anos, não só tirou o país da banca rota, como nos livrou da Troika, chamada por Sócrates, assim como nos livrou do Memorando de Entendimento negociado por Sócrates.

Portugal, em menos de 4 anos, conseguiu reduzir o seu deficit de 11,2%, criado e deixado pelo PS de José Sócrates, para 2,98%! Valor este, que, teria sido menor, com toda a certeza, não tivesse estado já em funções, o actual governo, no último trimestre de 2015, e não tivesse sido de sua autoria o fecho de contas, relativas a esse ano.

Ou seja, sabemos agora, que com toda a certeza, não só ficámos abaixo dos 3% requeridos pelo Tratado Orçamental, como até teria sido cumprido provavelmente o objectivo de 2,8% constantes no OE de 2015.

Conseguiu-se uma redução de praticamente 8,3%, o que deu uma média ligeiramente superior a 2% a cada ano, no volume de endividamento público do Estado.

Vou repetir, em 4 nos reduzimos o déficit do Estado, em 8,3%, a uma média superior a 2% por cada ano, com o anterior governo.

Tudo isto, é certo, com muito sacrifício dos Portugueses, mas com resultados positivos que finalmente já estavam a ser uma realidade.

Mas mesmo com uma tão grande redução nos gastos públicos, ainda assim, o anterior governo, deixou-nos um país com contas públicas controladas, em cumprimento (pela primeira vez) dos tratados europeus, e do Tratado Orçamental, deixaram uma economia a crescer 1,6%, ao ano, desemprego a baixar, investimento privado em crescendo, investimento público dentro dos valores orçamentados, sem recurso a cativações, nem suspensões de gastos e investimentos já aprovados, as exportações a crescer de forma sustentada, e a baterem records consecutivos, e, não menos importante, mas também pela primeira vez, o país apresentou ao longo de 2 anos e meio, uma balança externa com excedente.

Conseguimos ainda, registar um saldo primário, com excedente, o que significa que a partir desse momento, já não estávamos mais a gerar dívida adicional resultante de gastos correntes, mas somente resultante dos custos dos pagamento de juros.

Os juros da nossa dívida, no início do 3º trimestre de 2015, estavam perto dos 1% ao ano, e absolutamente em linha com os juros pagos pela nossa vizinha Espanha.

E presentemente, o que temos?

Temos o actual governo a esconder despesas por todos os meios, a tentar martelar contas, a não pagar a fornecedores, a aumentar cada vez mais a dívida pública, agora a um ritmo ainda mais rápido, e a cativar e cancelar toda a despesa que estava no Orçamento de Estado, prevista como investimento público, para tentarem alcançar uma redução do deficit de uns míseros 0,4%.

Vou repetir: o actual modelo de políticas de governação, está a criar uma brutal factura adicional, e já deram cabo dos ganhos que as contas públicas e a economia do nosso país já estavam a conseguir, para supostamente conseguirem reduzir o déficit somente em 0,4%. E pelo que sabemos, nem estes 0,4% estão ainda certos.

Se com tantos cortes, e mais aumentos de impostos, e aumento das receitas, e nem assim conseguem reduzir o deficit, e a dívida voltou a crescer brutalmente, então para onde está a ir o dinheiro? Só pode estar a ir para mais despesa do Estado, e que anda a ser novamente escondida do povo português. Por agora, pois mais tarde ou mais cedo, ela irá ter que aparecer.

E tudo isto, apesar de terem aumentado as receitas com a recolha de impostos, em mais de 2%. Para os menos conhecedores, em média cada 1% do PIB corresponde +/- 1,75 a 1,80 ,mil milhões de euros.
E, como se não fosse suficiente, a Espanha, continua com os seus juros na ordem dos 1%, e Portugal, já está a pagar na ordem dos 3,5%.

Para terem uma ideia, se tivéssemos taxas de juros dentro dos valores que a Espanha está a pagar actualmente para o prazo a 10 anos, juros esses que com o anterior governo conseguimos alcançar, por cada 1% a menos, teríamos uma poupança nesta factura no montante de 2,35 mil milhões de euros. Como desde que o actual governo assumiu funções, os nossos juros subiram de 1% para 3,5%, este aumento de 2,5% representa um custo de 6,4 mil milhões de euros ao ano, que iremos pagar a mais, que aquilo que pagaríamos futuramente, se eventualmente tivéssemos mantido o anterior governo, e o anterior rumo.

Vou repetir: a mudança de governo, e a inversão das políticas de governação, e a mudança do caminho que estávamos a seguir, irá custar-nos futuramente, só em juros, mais de 6,4 mil milhões de euros por cada ano, que poderíamos vir a deixar de pagar, se tivéssemos mantido o rumo.

Para terem um exemplo da grandeza, deste valor, é mais que aquilo que o nosso país gasta durante um ano inteiro, com o Serviço Nacional de Saúde, e que poderiam vir a ser poupados, se não tivéssemos mudado de governação.

Isto está-no a sair muito caro, e irá sair ainda mais caro e durante muitos e muitos anos. Aqueles que duvidam disto, ou não acham que é assim, só se estão a enganar a eles próprios.

A economia reduziu o crescimento para valores abaixo dos 0,9%, ou seja, basicamente regressou à estagnação, a nossa balança externa deixou de registar excedente e passou a ser novamente altamente deficitária, o desemprego não baixa, os impostos que já antes eram altos, ficaram ainda mais altos, o consumo e o investimento desapareceram quase por completo, o Estado suspendeu todas as despesas de investimento, que poderiam gerar algum trabalho e algum crescimento, e os impostos, a dívida, e as despesas correntes, e despesas com pessoal no Estado, são actualmente as a únicas coisa que estão a crescer.

E tudo isto e toda esta inversão de resultados, de terreno positivo para regresso a negativo, foi conseguido em menos de 1 ano.

Menos de um ano, foi quanto levaram para estragar todo um trabalho de 4 anos.

Se tivéssemos mantido o anterior trajecto, em menos de dois anos, o nosso deficit ficaria não só totalmente eliminado, como pela primeira vez na nossa história, iríamos conseguir obter um superavit e, por essa via, iniciariamos a efectiva redução da dívida soberana do nosso país.

Se tivéssemos mantido a anterior via, em 2018, já estaríamos a construir um melhor legado para os nossos filhos e as seguintes gerações, sem novas dívidas e ainda a conseguirmos reduzir as existentes.

Socialistas e Comunistas acharam que este não era o caminho a seguir, e em menos de 9 meses, não só deram cabo de todos os sacrifícios que andámos a fazer, como ainda colocaram o país novamente numa senda para o crescimento da dívida pública, dos custos dos juros, e na estagnação económica.

Podemos dizer que a culpa de tudo isto é dos partidos que actualmente nos governa, pois contrariamente ao resultado das eleições, não foi este o governo que escolhemos?

Sim, de facto podemos. Mas em boa verdade, este caminho só está a ser invertido, e com os resultados péssimos, que ao fim de muito pouco tempo já estão bem à vista, porque o quem nos governa, sabe que este novo caminho, o caminho da facilidade, da irresponsabilidade e da total ausência de respeito pelas gerações seguintes, tornou-se a vontade da maioria do povo português.

Um povo e uma nação, que após ter sido sujeita a 4 anos de duras dificuldades, opta livremente por mandar às urtigas em pouco mais de meio ano, tudo o que se alcançou com enormes esforços em 4 anos, em boa verdade, merece totalmente o país miserável que somos, e que tudo indica, queremos continuar a ser.

Quem não merece um país e um legado destes, são os nossos filhos, netos, e seguintes descendentes, pois ainda nada fizeram nem contribuíram para esta situação. Mas serão eles que irão ter que pagar por todo o mal que lhes andamos a fazer, mesmo que, muitos deles, ainda nem sejam nascidos.

Estamos a presenciar um "suicídio colectivo", económico e social", e uma autêntica auto destruição de toda uma nação e de um povo, mas de forma deliberada, aceite, e consciente, e feita pela maioria do seu próprio povo. E como se não bastasse, ainda estamos a fazer questão, de arrastar para a miséria, as futuras gerações.

No último trimestre de 2015 cresceu a economia e o emprego

Convinha não estragar . Confirma-se um crescimento da economia de 1,5% em 2015, ligeiramente abaixo dos previstos 1,7%. O desemprego diminuiu. 

À semelhança da economia, também a criação de emprego terá acelerado entre Outubro e Dezembro (um aumento de 1,3% em cadeia), que é acompanhada pelo aumento dos custos laborais no sector privado (mais 2,5% em relação ao mesmo trimestre de 2014). Já no sector público, os custos laborais caíram 9,1% em termos homólogos, estima o mesmo documento.

As contas nacionais é que estão apertadas à volta de um défice de 3% e com a saída dos défices excessivos posta em causa. As últimas notícias sobre as medidas do actual governo, vindas do exterior, não são positivas para o investimento . Os investidores estão a perder confiança e sem investimento não há mais emprego e mais criação de riquesa

 

Défice das contas nacionais abaixo dos 3% em 2015

Instituições financeiras internacionais e nacionais prevêem que o défice das contas nacionais fique abaixo dos 3% meta, a partir da qual, se sai dos chamados défices excessivos. Os partidos da oposição dizem que não. Quem é que acha que está a mentir ?

Após o acto eleitoral, não são esperadas alterações de maior na direcção das grandes medidas fiscais ou económicas, ainda que o taco-a-taco que as sondagens assinalam faça a agência antever que vários cenários políticos são possíveis, havendo portanto incerteza sobre a capacidade de formar um Governo com rapidez. E, após tomada de posse, a potencial dificuldade de coesão e estabilidade também merecem nota.

A agência estima também que a dívida pública desça para 127,9% do PIB no final de 2015, contra um pico de 130,2% no final de 2014. 

Taxa de desemprego tornou a baixar em Janeiro

A taxa de desemprego baixou para 13,3% em Janeiro de 2015. No mesmo mês no ano passado a taxa rondava os 15%. Esperemos que a justificação não seja a sazonalidade do emprego de verão algarvio.

A redução é mais expressiva se comparada com os valores que se registavam em Janeiro de 2014: nessa altura a taxa de desemprego mensal era de 15%, o que significava que havia 772 mil desempregados. Em 12 meses, portanto, desapareceram das estatísticas quase 90 mil desempregados. Em Janeiro houve um aumento de 21 mil pessoas na população empregada, uma variação de 0,5% face a Dezembro (são agora 4,441 milhões).

Previsões do crescimento da economia em crescendo

Há cada vez mais revisões em alta para o crescimento da economia portuguesa . Atingir 2% já não é uma impossibilidade para 2015.

"A melhoria das condições financeiras, a queda dos preços do petróleo e o aumento da confiança dos consumidores deve suportar a recuperação do consumo privado no primeiro trimestre".

Ao mesmo tempo, "as exportações vão continuar a beneficiar de um crescimento económico dos principais parceiros comerciais e de um euro mais fraco".

"Esperamos que o Governo supere o objectivo de défice orçamental em 2015", além de admitir que "uma melhoria da economia e uma queda do rácio da dívida sobre o PIB pode traduzir-se em factores positivos suficientes para uma revisão" nos próximos meses.

Os factores positivos suficientes para uma revisão nos próximos meses quer dizer que a tendência é ultrapassar os 1,9% agora apontados.

Passos Coelho - 2015 trará recuperação assinalável do poder de compra

Primeiro Natal nos últimos anos sem nuvens negras no horizonte. O próximo ano trará uma assinalável recuperação do poder de compra dos portugueses ( desde logo dos funcionários públicos e pensionistas).

Uma economia a crescer ( muito possivelmente mais que o previsto). O desemprego vai descer significativamente na senda do que tem acontecido. As contas nacionais estão controladas. As contas externas financiam agora a economia como não se via há vinte anos.

Passos Coelho, pela primeira vez, assume que não está disposto a que os resultados sejam abocanhados pelos que estiveram ansiosamente à espera que tudo corresse mal. E vai avisando que quem oferece mundos e fundos ou mente ou vai deitar fora o menino com a água do banho.

Realça que o país deve estar preparado para as "incertezas no plano externo", particularmente na zona euro e no leste europeu, e acrescenta que  - apesar de 2015 ser um ano  "de crescimento, de aumento do emprego e de recuperação dos rendimentos das famílias" -, é necessário continuar a estimular o emprego, diminuir as desigualdades e garantir oportunidades para todos.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/passos-coelho-menos-nuvens-negras-e-horizonte-aberto-para-2015=f904004#ixzz3MwwuY0b2

Um Orçamento de esperança

Há razões para ter esperança .

Porquê? Porque o desequilíbrio das contas públicas será "inferior ao limite de 3%, pela primeira vez desde a adesão de Portugal ao euro" – "Não é primeira vez que se prevê um défice inferior a 3% mas será a primeira vez que será efectivamente cumprido", asseverou a ministra –; e porque, pelo terceiro ano consecutivo, as contas públicas apresentarão um saldo primário (sem juros da dívida) positivo e crescente, equivalente a 2,2% do PIB.

Esta evolução permitirá reduzir a dívida pública para 123,7%, tendo a ministra sublinhado que o seu aumento em 2014 foi "aparente" uma vez que se deveu em boa medida à inclusão de 268 empresas e entidades públicas cuja dívida existente não era até agora reconhecida nas contas públicas.

Crescer pelo investimento privado e não pelo investimento público : enquanto o Estado tem de encolher as suas despesas, a economia pode crescer, não por via do investimento público, mas por via do investimento privado. Isso já aconteceu no passado, não há razão para não acontecer agora", declarou Pedro Passos Coelho.