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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Se voltarmos ao betão criamos no imediato 90 000 postos de trabalho

Há que dizer que a reabilitação urbana é mesmo necessária e que há muitos investidores interessados. Essa aposta é hoje visível em todo o centro de Lisboa. E já há quem aponte baterias para o Porto. Há necessidade, há dinheiro e há investidores. Falta o governo dar prioridade já que as câmaras também estão interessadas.

Mas o "canto da sereia" envolve a construção das barragens previstas no plano nacional e a construção de mais umas tantas auto-estradas. Mais um poucochinho e estamos novamente na política do betão. Porque há que dizê-lo, o dinheiro que for investido no betão vai faltar noutras actividades. E nós já todos vimos no que deu essa política.

Segundo o sindicato, “estes 90 mil postos de trabalho seriam criados no imediato, mas, dado o avançado estado de degradação de esquadras da PSP, de quartéis da GNR e de bombeiros e da via férrea, poderiam ainda ser criados, a médio prazo, mais 30 mil postos de trabalho”.

Assegurando que “há dinheiro para isto”, Albano Ribeiro admite que “uma ou outra” obra venha a avançar na sequência deste alerta do sindicato, mas adverte que “todas devem ser lançadas o mais rapidamente possível e não só na véspera das eleições, por uma questão de votos”.

Ora, por uma questão de votos, era bem mais fácil dar à manivela à betoneira desde já.