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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Se o estado sair da frente a sociedade civil inova e produz

Primeiro foram os ventiladores. Em 45 dias os nossos engenheiros e médicos desenvolveram ventiladores capazes de serem usados nos cuidados intensivos. O INFARMED demorou tempo a licenciá-los mas agora já foram entregues os primeiros 100 e os próximos 400 já estão encomendados.

Para o centro, este é um "passo importante" para a distribuição nacional e internacional daquele ventilador médico invasivo para dar suporte ao tratamento de doentes com falência respiratória aguda provocada pela covid-19 produzido em Portugal.

"Um momento histórico que valida definitivamente a nossa capacidade para desenvolver e produzir novos produtos críticos para a soberania do país", adianta o CEiiA.

Mas as novidades não ficam por aqui. A nossa indústria desenvolveu um mecanismo capaz de desinfectar ambientes fechados.

Estamos a desenvolver um robô autónomo. O que há no mercado são torres móveis, com as lâmpada, que implicam sempre alguém para mover a torre", explica. Eliminando a presença humana, com recurso a sensores de movimento e térmicos para verificar se uma divisão ou sala está vazia, o aparelho também estará melhor equipado para fazer uma limpeza eficaz e verificar que nenhuma zona ou superfície ficou de fora do alcance das suas lâmpadas. A desinfeção do espaço será previamente determinada e ajustada à potência das lâmpadas, uma vez que é a partir destas que o robô consegue desinfetar as superfícies, paredes e chão.

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