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Religião, Economia e Manifesto Comunista. As pretensões da família Marx-5

Parte - 4

O processo de produção industrial é também conhecido como sector secundário, em oposição à agricultura (sector primário) e ao comércio e serviços (sector terciário), de acordo com a posição que cada atividade normalmente está na cadeia de produção e consumo. Hoje em dia o processo industrial é capitaneado pelas multinacionais.

Também se pode usar o termo indústria, genericamente, para qualquer grupo de empresas que compartilham um método comum de gerar dividendos, embora não sejam necessariamente do segundo sector, tais como a indústria de Marcos Malheiros, a indústria bancária ou mesmo a agro-indústria.

[27]  http://pt.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Tomasi_di_Lampedusa#O_Leopardo   A história da sua vida começa assim: Giuseppe Tomasi di Lampedusa (Palermo, 23 de Dezembro1896Roma, 23 de Julho1957) foi um escritoritaliano. Entre as suas obras conta-se o romanceIl gattopardo (O Leopardo) sobre a decadência da aristocracia siciliana durante o Ressurgimento.

A única mudança permitida é aquela sugerida pelo príncipe de Falconeri: tudo deve mudar para que tudo fique como está, frase amplamente divulgada em todo o mundo.

[28] No Tableau Économique, Quesnay constrói seu esquema de funcionamento do sistema económico. Neste esquema a sociedade acha-se dividida em três classes: a classe produtiva, constituída pelo conjunto dos arrendatários capitalistas e assalariados que desenvolvem suas atividades na agricultura e cujo trabalho é produtivo no sentido fisiocrático, isto é, como criador do produto líquido; a classe estéril, constituída pelo conjunto por todos aqueles que exercem sua atividade à margem da agricultura e cujo trabalho não é produtivo, ou melhor, é estéril, porque não produz excedente; e a classe dos proprietários de terras, que não desenvolve qualquer atividade económica e que possui o direito à perceção dessa renda, ou seja, de todo o produto líquido – fazem parte o rei, com sua corte e o conjunto dos funcionários públicos, e a Igreja. Todos estes percebem uma porção da renda, quer por serem eles mesmos proprietário – o caso do rei e da igreja – quer por ter o direito de arrecadar impostos – o rei – ou dízimo – a Igreja.

A indústria e o comércio são, assim definidos, estéreis. Esta conclusão equivocada vai conduzir todo o trabalho de Quesnay, por não ter sabido ver que o rendimento do proprietário fundiário é um levantamento antecipado operado sobre o lucro do rendeiro e que o lucro se encontra tanto na indústria como na agricultura. Como a época era,  a indústria era também  basicamente artesanal, o lucro era baixo, e confundido com o rendimento do trabalho executado. Fonte: as minhas aulas de Antropologia Económica, proferidas com tutória em Cambridge, UK, na École des Hautes Études e Collège de France com Seminário com Maurice Godelier, Marie-Élisabeth Handman e Philippe D’Escola e no ISCTE, Lisboa, com um grupo de colaboradores, hoje todos Doutores; e a 2ª Edição do Quadro Económico, Fundação Calouste Gulbenkian (1978) 1986. Síntese do texto em linha: http://augusto-economia.vilabol.uol.com.br/francoisquesnay.htm

[29] Página 12 do mesmo texto.

[30] O conceito é uma teoria de Marx, analisada não apenas por Bento XVI, referido ao começo, bem como analisado no texto de Bertell Ollman (1971) 1976: Alienation. Marx’s conception of man in capitalistic society, Cambridge University Press, texto que pode ser lido em troços,  em:   http://www.nyu.edu/projects/ollman/books/a.php  No Capítulo 18 do livro, página 131 Ollman diz: The theory of alienation is the intellectual construct in which Marx displays the devastating effect of capitalist production on human beings, on their physical and mental states and on the social processes of which   they are a part. Frase retirada de http://www.nyu.edu/projects/ollman/docs/a_ch18.php.  Não é de qualquer texto que Ollman retira partes da teoria. A citação deriva do livro A Ideologia Alemã, texto no qual Marx define a sua teoria da alienação, baseada no saber de Hegel e as suas próprias conclusões. Nos princípios de Hegel, define-se um processo em que a consciência se torna estranha a si mesma, afastada de sua real natureza, exterior a sua dimensão espiritual, colocando-se como uma coisa, uma realidade material, um objeto da natureza.

A teoria marxista é um processo em que o ser humano é  afastado da sua natureza material, torna-se estranho a si mesmo na medida em que já não controla sua atividade essencial (o trabalho), pois os objetos que produzem, as mercadorias, passam a adquirir existência independente do seu poder e antagónica aos seus interesses.

A fonte inclui outras, que não vou citar. No entanto, podem-se lidas em: http://www.areaseg.com/mural/msg/11601.php

[31] Frase retirada, de formas sintética, do texto Contribuição à Crítica da Economia Política, 1857-58 ou Grudrisse, publicada apenas em 1939, texto de Karl Marx, tradução francesa de Lêon Rémy, págs. III-IV, citada no artigo de Plekhanov de 1901: “A Conceição Marxista da História, que Anton Plekhanov não apenas lera no livro citado, bem como ouvira dizer a Marx e reproduz no texto que cito, a Conferência intitulada “Da Filosofia da História” feita em Genebra em 1901, texto completo que pode ser lido e copiado no sítio web: http://www.marxists.org/portugues/plekhanov/1901/mes/concepcao.htm#toppTranscrição e HTML de:Fernando A. S. Araújo, Dezembro 2005.
Direitos de Reprodução: Marxist Internet Archive (marxists.org), 2005

[32] Frase retirada do Manifesto do Partido Comunista, página 72 das Obras completas de Marx e Engels, podem ser lidas em: http://books.google.pt/books?id=nKefMvOTCJkC&pg=PA72&lpg=PA72&dq=Marx+Quando+o+mundo+antigo+declinava,+as+velhas+religi%C3%B5es+foram+vencidas+pela+religi%C3%A3o+crist%C3%A3&source=bl&ots=a11dZEC3iu&sig=QqMbqdZU4heoktzDnHRgbBxTZ3Y&hl=pt-PT#PPA44,M1

[33] O artigo A Questão Judaica foi escrito em 1843 e publicado pela primeira vez em Fevereiro de 1844 no jornal e que Marx era redator e um dos seus proprietários, o Deutsch-Französische <spa

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