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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Quem não deve não teme ou o Estado a dormir na minha cama

Felizmente que o governo recusou a tentativa dos sindicatos da Administração Fiscal - afectos ao BE - de devassar as nossas contas bancárias. Já hoje é possível analisar as contas bancárias perante indícios de crime e com a autorização de um juiz. É, claro, que isto não chega para quem quer que o estado tome conta das pessoas, reservando para si tomar conta do estado.

É contrário aos direitos individuais, à democracia e ao Estado de Direito. A quebra do sigilo bancário dando o poder discricionário aos funcionários públicos ( seja ele quem for) de aceder às nossas contas bancárias e, ainda para mais, com o reaccionário argumento de que " quem não deve não teme" terá sempre a minha oposição. E que fique bem claro, eu já dei permissão para que as minhas contas bancárias e o meu património fossem escrutinadas. E foram.

Na promulgação, publicada ao final da tarde no site da Presidência, Marcelo Rebelo de Sousa explica que “o diploma promulgado corresponde à parte daquele que fora devolvido, que, traduzindo o cumprimento de obrigações internacionais, não suscitara reserva.”